Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#46: COVID-19 e os desafios na advocacia - c/ Gustavo Sudbrack

April 02, 2020 Freelaw Season 2 Episode 26
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#46: COVID-19 e os desafios na advocacia - c/ Gustavo Sudbrack
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#46: COVID-19 e os desafios na advocacia - c/ Gustavo Sudbrack
Apr 02, 2020 Season 2 Episode 26
Freelaw

Quais os desafios que a advocacia enfrenta com o COVID-19?

Como a advocacia costuma se comportar diante de crises econômicas?

Quais oportunidades surgem para os advogados nesse período? Quais as tendências para o "mundo pós-covid"? Quais as ferramentas podem auxiliar no home office?

E, como manter a saúde mental durante esse período?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevistou Gustavo Sudbrack.

  • Ele é Advogado e Empreendedor Gaúcho, formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em Direito Empresarial. M
  • Morou três anos em Shanghai, China, onde dedicou estudos sobre empreendorismo, Inovação, Direito Digital, Direito 4.0, Novas Tecnologias e Inovação aplicada ao Direito e Empreendedorismo.
  • É co-fundador do SLAP.law e Co-fundador Slap - primeiro hub de inovação jurídica do RS. Head de Inovação do Lini e Pandolfi. 
  • Embaixador da AB2L Porto Alegre e membro do Comitê Executivo do Legal Hackers Porto Alegre. Além de ser membro do coletivo de advogados Nós8.

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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

Quais os desafios que a advocacia enfrenta com o COVID-19?

Como a advocacia costuma se comportar diante de crises econômicas?

Quais oportunidades surgem para os advogados nesse período? Quais as tendências para o "mundo pós-covid"? Quais as ferramentas podem auxiliar no home office?

E, como manter a saúde mental durante esse período?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevistou Gustavo Sudbrack.

  • Ele é Advogado e Empreendedor Gaúcho, formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em Direito Empresarial. M
  • Morou três anos em Shanghai, China, onde dedicou estudos sobre empreendorismo, Inovação, Direito Digital, Direito 4.0, Novas Tecnologias e Inovação aplicada ao Direito e Empreendedorismo.
  • É co-fundador do SLAP.law e Co-fundador Slap - primeiro hub de inovação jurídica do RS. Head de Inovação do Lini e Pandolfi. 
  • Embaixador da AB2L Porto Alegre e membro do Comitê Executivo do Legal Hackers Porto Alegre. Além de ser membro do coletivo de advogados Nós8.

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Gabriel:   0:16
as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito. Meu nome Gabriel Magalh��es bem vindo ao longo de esse, pode querer foi oferecido pela Frilot. A forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito, de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da habilidade do ponto frio ponto ou enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo. E a�� s�� aguarda mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes. Para o advogado, a advogada seja bem vindo, seja bem vinda a mais um oi artigo J��ia da Frilas S��o Gabriel Magalh��es e no epis��dio de hoje estou com prazer de estar aqui com uma pessoa com um nome bem dif��cil, Gustavo Sudbrack Mas acertou em cheio Bom a atividade de hoje tem certeza que voc�� n��o gosta bastante. Gustavo antes de falar do curr��culo dele, queria trazer um contexto que h�� dois anos, l�� no in��cio da Frilot, eu busquei o Gustavo como uma das refer��ncias do ecossistema para a vitoria para a gente. Naquela ��poca estava saindo com o projeto e tive uma conversa com ele, que contribuiu bastante para o desenvolvimento da nossa empresa. Ent��o desde o in��cio l�� enchi viu o saldo com uma refer��ncia que ele �� e consolidou ainda mais a trajet��ria dele no ecossistema de inova����o e tecnologia. Ent��o para a gente est�� com voc�� aqui estava uma honra muito grande

Gustavo:   2:21
a honra toda minha, trazer todo o meu falar contigo Gabriel acho que essa quest��o de refer��ncia mudou um pouco, estava estamos come��ando e hoje acho que a grande refer��ncia que atuam de verdade s�� foi do trabalho de voc��s e n��o tem verdadeiro, isso vem acompanhando de. Falei isso esses dias. Eu fico muito feliz de ver a escalada da Loya, atua pessoal, conversei contigo e esteve bastante simpatia um pelo outro e fico bem feliz e v�� a evolu����o da filosofia. Pode quer este tipo somente Tamb��m

Gabriel:   2:57
Muito obrigado e um bom Gustavo pessoal para que ainda n��o conhece ele Ele, advogado, empreendedor ga��cho formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e tem especializa����o em direito Empresarial. Demorou tr��s anos em Xangai, na China, onde identificou o estudo sobre Empreendedorismo Inova����o, Direito Digital Direito quatro ponto zero Novas Tecnologias e Inova����o Aplicada ao Direito empreendedorismo. Estava falando com voc��s, que ele, especialista N��vel. Ele tamb��m �� cofundador do Isl��, Pilot e Cofundador do Isl��, que �� o primeiro campo de inova����o jur��dica do Rio Grande do Sul. Al��m disso, ele repete de inova����o do line do Pandolfi, que s��o iniciativas e de impacto social dentro de direito. Ele tamb��m embaixador da B dois, ele de Porto Alegre, tamb��m membro do Comit�� Executivo do Ligou Hackers de Porto Alegre. Por fim, ele tamb��m. Ele �� membro do coletivo de advogados do N��s. Oito. O curr��culo do portal j�� fala muito, porque tem certeza que vai ser uma conversa bem bacana, est�� em tempos dif��ceis na data de grava����o desse pode que �� o tema de hoje �� o com vinte dezanove e advocacia em tempos de crise. Nesse epis��dio, gostava contar um pouquinho da trajet��ria dele. Instru��do a falar um pouco dos desafios da Advocacia Home Office. Tamb��m vamos falar do que voc�� pode fazer para combater essa crise e quais s��o as tend��ncias e para a advocacia nesse mundo e posse, convite que vai ter de bom e de ruim seja bem vindo, Gustavo �� um prazer receber prazer todo meu,

Gustavo:   4:32
como eu j�� disse, Obrigado, espero que seja. Aproveitou proveitoso para todos n��s. Eu tenho certeza que vou aprender aqui contigo. E esse �� o meu mote de vida. Seguir aprendendo a intera����o com com as pessoas sempre t��m um residual de aprendizagem. Sempre aprende os outros, ent��o trazer todo o meu. Espero que seja proveitoso para quem est�� nos ouvindo tamb��m,

Gabriel:   4:55
obrigado. Estava em seu curr��culo que o que mais chama aten����o �� sua passagem l�� na China. Quando um pouquinho e assim, um pouco dessa trajet��ria que se aprendeu l�� na China, que se est�� fazendo diferente na advocacia. E como que est�� assim nesse per��odo. E para voc�� que est�� bem? E sua fam��lia da Abin, como que est�� sendo muito a�� no seu escrit��rio, nas outras iniciativas?

Gustavo:   5:16
Teresa Vamos come��ar um pouquinho antes da China porque faz sentido contextualizar at�� a ida para a China e o per��odo anterior. Eu fui e engra��ado, porque isso n��o consta ali, mas eu fui funcion��rio p��blico, assessor de desembargador do tribunal por sete anos o Tribunal de Justi��a do Rio Grande do Sul e foi um per��odo muito proveitoso. Eu realmente aprendi muito sair. J�� na faculdade, j�� no tribunal como estagi��ria e virem secret��rio desembargador e depois foi assessor e eu tive nos nos ��ltimos dois anos. Desses sete eu fiquei muito focado, entendeu empreendedorismo? Como �� que seria o o direito empresarial? Eu tinha feito v��rias decis��es, j�� tinha julgado junto com o preparador, �� ajudado a definir algumas, julgar algumas demandas super complexas. Eu tinha bastante interesse nessa ��rea e dois dois amigos m��dicos me chamaram para fazer parte de uma iniciativa que �� uma. Esta etapa de medicina estava nascendo atr��s. Eles estavam de um apoio jur��dico porque ela era uma plataforma de prontu��rio m��dico eletr��nico, hoje est�� em voga, com a telemedicina at�� um ponto que depois a gente pode conversar. Mas houve uma acelera����o agora da regulamenta����o, a telemedicina e naquela ��poca, j�� havia algumas algumas demandas relacionadas ao direito direito digital ou termos de uso e pol��tica de privacidade. E tamb��m quest��es relacionadas ao empreendedorismo, porque os m��dicos em geral n��o t��m uma forma����o como os advogados, uma forma����o empresarial Ent��o eles tinham muitas d��vidas por onde come��ar. Como eu tinha uma vis��o mais de mercado, embora trabalhasse no tribunal, eu comecei a buscar as refer��ncias e a�� tive contato com o Instapaper. Com Timberlake �� utilizar, enfim, que at�� hoje eu uso de refer��ncia de ��rea praticamente E o livro do BNDES Model canvas Conversei naquela ��poca j�� fazia h�� oito anos a contar com o sistema. E a�� depois, quando fechou sete anos, foram oito anos de carreira p��blica decidir que eu tinha que sair da cabine para o escrit��rio. C��ssia Supertradicional Aqui �� grande, mas totalmente voltado para o contencioso estrat��gico empresarial. L�� no escrit��rio eu gostei bastante. Aprendi muito, tinha sa��do do tribunal sem muita no����o de como �� para de fato, advogar. Para empresas que tiveram contatos para interessante com departamentos jur��dicos e com demanda, supera complexas Desde a����es de indeniza����o hospitalares, que s��o a����es muito doloridas por advogados das duas partes, tem uma vez emocional muito grande. E demandas a�� bem empresariais mesmo, lit��gios entre grandes empresas, quest��es contratuais e eu pude ver que era realmente aquele mercado que eu queria. Ent��o era a iniciativa privada, est�� no meio das empresas. E a�� nesse per��odo come��a a aprofundar o que os estudos de startups estava come��ando a ver essas grandes surgindo. A gente j�� estava todo mundo usando Gugu j�� �� meio e tal. E vinham essas novas startups aparecendo no Brasil, come��ava, come��aram a surgir iniciativas e uma certa demanda por advogados da ��rea. N��o �� porque eu tentei criar um programa l�� dentro do escrit��rio que n��o n��o terminou pela minha ida para a China, Ent��o era um programa para atender estar tapes. Eu peguei um papel��o, fez um camas, apresentei para a diretoria do escrit��rio, eles n��o conheciam, ficaram desconfiados antes, depois acharam interessante. Mas foi dif��cil rodar o projeto l�� dentro, porque a hist��ria muito grande, focado em contencioso estrat��gico, muita demanda fiscal e muita demanda de massa. E a�� n��o tinha um perfil muito consultivo para esse mercado. Eu fiquei com isso na cabe��a para apresentar o projeto na pr��xima vida em D��bora, e de outras iniciativas, mas n��o conseguiu rodar o projeto da forma como eu queria. Nesse per��odo. Pode tribunal, estava nesse escrit��rio, estava feliz e estava motivado, mas a minha esposa recebeu uma proposta para morar na China e como a gente sempre gostou de viajar A gente j�� tinha se conhecido, inclusive em Londres, quando os dois eram bem jovens, estavam l�� fazendo um interc��mbio. A gente se conheceu em Londres, tamb��m j�� tinha um perfil de gostar de viajar. Quando veio a proposta de para a China, ela j�� tinha v��rias vezes, porque trabalha numa empresa que est��o rela����es com a China bem forte. Nem foram fortes. A gente recebeu o convite com bastante alegria e um m��s a gente acabou se mudando para a China. Ent��o foi um rompimento. Foram dois rompimentos em sequ��ncia na minha, na minha trajet��ria foi a sa��da do tribunal que foi. Foi dif��cil porque eu tinha uma carreira estabilizada e depois a sa��da para a China logo em seguida. Ent��o, resumindo, o Pr��- tem a ver com o que eu fiz. Essa introdu����o tem a ver como a chegada na China, quando eu quando eu fui para a China, j�� foi sabendo que eu n��o poderia trabalhar, n��o formalmente, e t��o pouco poderia trabalhar em algum escrit��rio ou alguma empresa chinesa na ��rea jur��dica, Porque o mercado jur��dico chinesa super fechado, super complexo, e o Brasil estava naquela crise bem forte l�� de dois mil e quinze dois mil e dezesseis e n��o tinha os escrit��rios brasileiros que l�� tem representantes. Eles t��m uma secret��ria e um advogado, quando muito ele estavam com as opera����es muito reduzidas, ent��o n��o tinha muita perspectiva na ��rea jur��dica. Nesse cen��rio j�� focado, entender um pouco mais tecnologia de empreendedorismo, eu comecei a direcionar o meu interesse l�� na China para esse mercado e a�� acabam empreendendo em algumas outras ��reas, n��o relacionadas �� tecnologia, mas muito para fazer alguma coisa do zero. Eu tinha sido interesse em ser empreendedor e a�� desenvolver uma abriu a empresa de comida congelada. Tem que importar, exportar equipamentos para o Brasil, mas era uma ��poca muito de crise, Ent��o os grandes traidores estavam fazendo o que eu estava tentando fazer, que era come��ar pequeno, e que a escalada ia ser dif��cil e fui me desenvolvendo em aula de portugu��s de aula, de portugu��s para chineses. N��o �� engra��ado porque eu dava aula em ingl��s, de portugu��s para chineses. �� uma forma, uma miss��o complexa, e foi desenvolvendo, foi conhecendo gente e perto de voltar. Depois de dois anos de China, comecei a voltar para o direito. Eu tinha quando eu cheguei na China por n��o poder atuar l��. Eu tinha uma certa nega����o, o direito, a solid��o n��o possa advogar aqui. Continuar��o atualizando, mas n��o sei o que a vida me. O que a vida est�� preparando para mim? Vou continuar estudando, melhorar. O ingl��s voltou ao chin��s e vou me desenvolvendo, vem empreendendo, criando iniciativas e desenvolvendo como pessoa. Enfim, at�� o ter uma defini����o para onde eu vou. No segundo ano, de fina come��a a voltar �� mesa, dizendo sentir que s�� estuda empreendedorismo e tentar empreender iniciativas pequenas. L��, n��o estava me bastando. Ent��o, perto de completar dois anos, j�� sabendo que a gente tinha renovado por mais um ano. A gente foi inicialmente por dois, mas estendeu para tr��s no segundo. Barberan No segundo ano, eu comecei a realmente focar os estudos para a inova����o jur��dica e a certeza que voltar para um escrit��rio tradicional n��o queria. N��o queria o contencioso de massa. N��o queria esse contencioso de que depende muito tribunais, que depende de grandes contas corporativas, que trocam muito f��cil de advogados, Ent��o, est�� sempre numa incerteza. Eu queria fazer algo diferente, relacionada ao direito tecnologia, e a�� comecei a mergulhar nesse universo. Aproveitei que eu tinha muito tempo l��. Porque morando muito, muito longe, como �� a China. A gente acaba tendo tempo, porque a fam��lia n��o t�� perto. Os amigos n��o est��o t��o perto. Tu tens mais tempo para estudar, para se dedicar eu mergulhei nesse mercado de inova����o jur��dica Estar tapes comecem a ver o que estava acontecendo no mundo do que estava acontecendo na ��sia e fui me desenvolvendo como profissional academicamente. E a�� comecei j�� fazendo, encerrando essa introdu����o de China, tentando fazer um trabalho de rumor. Disse que �� engra��ado porque vai ter a ver com a que a gente vai conversar. Eu tentei atender alguns clientes da China, clientes no Brasil, e eu n��o conseguia, porque a negativa sempre era no sentido de que o advogado que est�� no Brasil, como �� que eles v��o contratar um advogado brasileiro que n��o est�� no Brasil, que n��o tinha como fazer reuni��o presente ao enfim? E a�� comecei a me frustrar e comecei a me oferecer para trabalhar de gra��a. E a�� fez alguns trabalhos. E foi legal, porque eu comecei a focar bastante em mat��rias que tinham poucos advogados no Brasil trabalhando. E uma delas foi bloco, tinha mais cioso na ��poca, come��aram a bomba no no Brasil e no mundo. Inclusive hoje. Um dos clientes do nosso escrit��rio de advocacia para estar tapes foi um do ano das pessoas que eu ajudei num t��pico, porque eles fizeram na ��poca do lan��amento de uma uma moeda. N��o �� uma coisa, chamava abriu mil a nome da empresa. Eles faziam uma moeda para cuidados de sa��de. Enfim, eu ajudei a realizar o TPI para impedir para poder realizar de gra��a, porque ningu��m estava aceitando o meu trabalho Como posso? Eu estava com uma dificuldade de minist��rio no mercado. Ent��o foi esse �� o resumo de China, assim o eu aproveitei muito para viajar. Esposo viajava muito pela ��sia. A gente acabou indo para a ��ndia duas vezes, ent��o quando ela podia trabalho eu conseguia tamb��m junto para dar uma mergulhada nas sociedades, enfim, das culturas diferentes. Ent��o, pode v��rias vezes para Hong Kong, que �� um lugar tamb��m, completamente diferente de tudo o que a gente j�� havia v��rias passadas pela Estados Unidos, Europa Ent��o as idas e vindas sempre dava para para parar em algum lugar, ent��o conheceu. Enfim, Dubai toda toda a ��sia foi bem interessante para uma riqueza cultural. E eu tinha mais seis tempo estudar, ent��o, conseguir estudar o que estava pensando em voltar e aplicar, eu acho que me deu um diferencial competitivo bastante grande. Esse per��odo sab��tico l��, que n��o foi t��o sab��tico assim, mas eu tive bastante tempo para me desenvolver. Eu acho que isso j�� falei de uma asa.

Gabriel:   15:47
Eu acho que sempre �� tempo para ele se inventar, as que ��s vezes colocam um quadrado e acha que aquilo �� da vida. E �� assim. O convite est�� mostrando isso para a gente. O mundo r��pido est��o mostrando isso para a gente que um dia tudo pode mudar, agora existe um mundo. Antes tocou vide o mundo. Depois ocorre assim que surge uma nova tecnologia, vai ser o mesmo e a gente pode aproveitar diferentes formas. E ser�� que precisa ser assessor, o resto da minha vida, seu neg��cio, daquilo que ser�� preciso? ��s vezes eu posso empreendeu, postou um neg��cio voltar a ser advogado. Acho que um pouco que se atr��s de mim me ressalta muito isso. Nos olhos, eu vivi muitas advogados colocando numa caixa, querendo fazer a mesma coisa. Sempre o advogado que consegue fazer muitas coisas diferentes. Ele cria uma bagagem ��nica de vida e acaba que ele consegue se adaptar mais de uma forma mais r��pida. E assim Gustavo, voc�� falou que j�� teve problema com a advocacia. Rumi ou semi, mesmo tendo hist��rico de inova����o, mesmo j�� estudamos meteorologista da TAP, com o que foi esse momento Agora que com a crise atual, com um isolamento social para voc��s nas iniciativas que fosse trabalho, quais s��o os desafios que est��o passando hoje, como que voc�� est��o resolvidos?

Gustavo:   17:11
Eu tenho. Eu tenho v��rios v��rias, faz parte de v��rias v��rias iniciativas. Algumas empresas empresariais, n��o os escrit��rios, s��o empresas hoje em dia. Ent��o, em cada uma delas o desafio se apresenta de uma forma diferente. Mas o que foi mais comum entre dentre todas as iniciativas, foi a velocidade com que a gente teve que tomar a decis��o de encerrar as atividades f��sicas e partir para o almo��o, o rumor, se uma metodologia de trabalho. E eu acho que �� uma metodologia mesmo Superinteressante, eu acho que tem ��reas que ela tem mais valor e outras que ela �� mais dif��cil de implementar. Eu acho que tem profissionais que se d��o melhor no romance e n��o s�� o que a assinatura n��o sabe. Em profissionais trabalham melhor. Profissionais trabalham pior, mas da forma como foi feita, Foi um rumor se essas que trouxe muitos desafios para as organiza����es. Ent��o organiza����es que nunca trabalharam com Morsi passar a ter um desafio, ��s vezes, de infraestrutura gigantesco. Se Tuta trabalhos como uma estrutura em que as pessoas n��o t��m, por exemplo, a notebooks, para trabalhar, elas n��o t��m um acesso seguro, remoto, elas n��o t��m os ambientes nos domic��lios adequados para o trabalho. Promove seria? Talvez, para grandes estruturas muito e n��o digo nem anal��gicas, mas muito focadas no espa��o de entrega do trabalho, Um grande desafio. A gente passou isso nos escrit��rios grandes, onde eu sou Rei de Inova����o, a gente teve que se reinventar do dia para a noite porque na sexta feira anterior �� nossa parada, que n��s encerramos as atividades nos escrit��rios, a�� no dia dezesseis de mar��o, ent��o no final de semana anterior n��s est��vamos apreensivos e como a gente lidaria com essa situa����o. Mas na segunda feira, em um gabinete de crise, a gente decidiu que encerraria as atividades locais nos dois escrit��rios de olho no Line. Pandolfi assim como no clube, que �� um espa��o de inova����o, ent��o tem muito a ver com o local e cancelaria, vamos todos os cursos e eventos presenciais que o c��mbio j�� tinha trazido patrocinado. Ent��o, para n��s foi o impacto de todas as formas. O impacto de grandes estruturas �� o que eu disse a ser pego do dia para a noite sem ter um programa de como isso impacta financeiramente, impacta a moral do time e pode impactar a pr��pria entrega. A gente, por sorte, conseguiu o time super dedicado. A gente continua entregando, A gente tem m��tricas e tem os nossos acompanhamentos de prazos no escrit��rio. Nem Pandolfi, que �� de direito social. Ent��o ele atende consumidor, reclamante e segurado do INSS que a gente tem uma demanda muito grande de clientes, os clientes, todos com muito medo. Ent��o a gente tem que fazer todo um canal de comunica����o, com os clientes ��s pressas e, embora estivesse fechando escrit��rio comunicando que fisicamente n��o estar��amos mais l��, estar��amos totalmente dispon��veis. Ent��o, esse foi um grande desafio, assim como estrutura maior, como de fato organizar esse trabalho remoto. E claro que os prazos suspensos deram uma aliviada. Mas como uma estrutura grande, ela tem todo um departamento financeiro ter tem um departamento de arregala, tem todo um time de advogados que precisa ser coordenado para que os movimentos sejam bem feitas. As pessoas t��m que se sentir ao mesmo tempo engajadas? Tem sim de parte da organiza����o porque neste momento de crise, o que as pessoas n��o deveriam sentir, que acontece muito. �� uma press��o at�� pelo lado do empregador ou seu s��cio majorit��rio de que est�� em risco. �� um momento de mandar as pessoas por conta de uma crise. No momento que n��s acreditamos que o o s��cio majorit��rio, o empregador, ou que seja, tem que oferecer o m��nimo de tranquilidade tamb��m. S�� que �� dif��cil ter tranquilidade quanto tem se tomar algumas medidas de forma muito r��pida e sem muita prepara����o. Ent��o uma estrutura grande, eu acho que esse �� um grande desafio, uma estrutura menor como �� o piloto, que �� o nosso escrit��rio de tecnologia. E esse �� o escrit��rio que hoje eu sou o gestor. Nosso foco s��o empresas, tecnologia. Esta etapa, As empresas de crescimento acelerado est��o baseadas em tecnologia, Basicamente esse escrit��rio ele tem um ano, um ano, tem um ano de desde que foi aberto. E embora seja muito focado em tecnologia. Ele tem uma opera����o local e �� dentro do ramo. E essa opera����o local ela �� muito forte, presencialmente porque eu tenho uma cren��a que cultura n��o constr��i remotamente ou �� muito mais dif��cil construir cultura de uma forma remota. Ent��o a gente tem com o nosso time l��, um compromisso de entrega de tempo no escrit��rio. Hoje em dia, porque at�� a gente criar uma cultura como escrit��rio at�� a gente se conhece como como colega de trabalho. Sabia quem tem as melhores qualidades, quem consegue entregar mais, em que a ��rea a gente precisa ter um contato humano? E ali sim, Eu sinto uma uma falta do contato no conv��vio, porque a gente est�� nessa constru����o de cultura ao tentar falando com o Bruno feita s�� a gente tem uma linha muito pr��xima de pessoas muito parecidas, de pessoas. Eu sou o advogado empreendedor, enfim, o entusiasta de neg��cios. Mas eu sou mais do que tudo, um entusiasta do relacionamento com pessoas. Eu sinto muita falta. Eu seria uma pessoa que n��o gostaria estar removesse porque eu sinto muita falta de intera����o humana e acho que a cultura de f��cil intera����o, ent��o, na estrutura menor o rumor. Se j�� �� mais f��cil entrega mais f��cil, porque a gente roda todo o escrit��rio em plataformas de Cl��udio. A gente n��o tem um contencioso muito grande e isso tem uma cliente s��. Que tem um contencioso mais relevante ali, porque �� uma startup. Uma Fintec precisou entrar numa rota desse contencioso, que �� uma recupera����o judicial. Ent��o, a gente, embora tenha essa recupera����o, a gente consegue operar muito bem formado com Morsi, mas ali o desafio �� n��o desembargar n��o perdeu a cultura do escrit��rio. Ent��o, com esse time a gente fala todos os dias. A gente fala muito para ver se est��o todos bem. Se eles est��o em casa seguros, porque a entrega est�� acontecendo muito mais f��cil, com a entrega jur��dica de um escrit��rio menor, focado em tecnologia �� muito mais f��cil. A gente j�� roda escrit��rio dentro de plataformas de fogo que n��o s��o jur��dicas, espec��fica. N��o especifica jur��dica, uma plataforma mais geral, de belo ��ntimos. Uma outra aqui no pessoal de Florian��polis. E ent��o, o escrit��rio n��o tem grandes problemas de rodar sozinho, est�� funcionando muito bem. A nossas entregas jur��dica est��o funcionando. A gente tem conseguido entregar o que os clientes t��m demandado a gente tem conseguido ter uma aten����o muito legal na produ����o de conte��do. Para n��s tem sido muito bom o desafio, al��m de cultura e de saber est��o todos os gestores tinham opera����es maiores. Como isso �� realmente a opera����o �� continuar andando numa opera����o que n��o foi projetada N��o, n��o. Est�� programada para se para operar distribu��da a mente e o ��ltimo ponto de desculpa de cortar O ��ltimo ponto �� a rela����o das pessoas em casa. �� um rumor se for��ado, em que as pessoas n��o podem sair porque �� o isolamento e tem todas as demandas. Especialmente pessoas que t��m filhos, t��m fam��lia, as dificuldades alternam, tem pessoas que t��m certa dificuldade, tem que ter um contato muito pr��ximo para entender o que cada um est�� sentindo, que cada um est�� passando. Esse tem sido um cuidado que a gente tem tido muito, muito importante.

Gabriel:   24:54
Estou vendo aqui no Estado o que voc�� est�� falando bastante dos rotina de tamb��m de ferramentas que voc��s est��o utilizando e pr��ticas, e nesse momento dif��cil queria saber se voc�� poderia aprofundar um pouquinho mais in��cio. Costa vai ser bem ��til para os colegas, advogados e advogadas

Gustavo:   25:07
Gabriel A gente est�� n��o s��o duas opera����es que demandam realmente trabalho agora, porque, como eu disse, as opera����es s��o causadas muito focada na vertical de educa����o, e os eventos e os cursos est��o suspensos. Ent��o, basicamente, as duas Opera����es Leblon e o Line Pandolfi, seguem e tem desafios diferentes. O Isl�� �� pelo olhar mais preparado para o momento de rumor. Se ent��o a gente consegue trabalhar muito mais tranquilo com uma equipe de casa, a gente usa ferramentas de flor. A gente tem poucos processos, na verdade, contencioso. Isto. A gente n��o tem muitas demandas. Tem um cliente s��, que nos sugere algumas demandas de contencioso c��vel e empresarial. E h�� uma fintec esta etapa que passa por uma recupera����o judicial. Que algo at�� peculiar? Ent��o esse trabalho a gente tem uma rotina. Duas lojas t��m uma rotina de colo de ��reas, em conversa time todos os dias a gente v��. Est��o todos bem rente �� linha, o que precisa ser entregue? A gente tem conseguido entregar muito dentro dos nossos clientes, basicamente trabalho consultivo, de estrutura����o jur��dica para estar ataques. Come��aram bem. Qual

Gabriel:   26:26
sofre coisas utilizam, que vem

Gustavo:   26:27
a�� A gente usa Xbox, �� um software de Florian��polis. Ele esta edi����o at�� acelerados na Kate que a Associa����o Catarinense Tecnologia e ele �� parecido contra Belo, mas ele tem uma parte de ICMS junto. Ent��o, ele �� um amor. Folha Um camb��o com carro diz que vai movendo conforme a etapa de execu����o da tarefa. Mas ele tem uma parte. Saem de relacionamento com o cliente, que nos pareceu bem interessante. Ent��o, a gente usou box. Mas eles tamb��m usa desculparam, software jur��dico que h�� uma estreia para para acompanhamento de prazos e e as demandas que s��o bem no contencioso no Leblon.

Gabriel:   27:10
S�� para quem n��o sabe o qu��o bom �� uma metodologia ��gio, que �� muito utilizada, e no desenvolvimento de alguns epis��dios aqui, no ponto de que �� sobre isso, Tamb��m entrevistou a J��lio Amaral, que ela falou sobre metodologias ��geis para advogados. Tamb��m t��m uma aula no YouTube, no nosso curso online espec��fica sobre isso e sobre o Astreia, esteve oportunidade de entrevistar Marcela, que �� da All. Inclusive, ela foi a ��ltima entrevistada. Antes disso, epis��dio, ela falou tamb��m um pouquinho de sorte. Voc��s querem saber mais.

Gustavo:   27:44
S��o dois s��cios que a gente usa e tamb��m porque a estrutura, a estrutura desse escrit��rio �� voltada para a empresa Tecnologia, ent��o em chuvosa, basicamente todas as plataformas do dia e meio e do grupo militante Uso Suite para toda a comunica����o interna, Ent��o a gente tem salas de comunica����o dos clientes dentro do Gugu e a gente tem todos os meios das funcionalidades do Google normal. Regal dispara para as reuni��es Enfim, ent��o essa estrutura����o mais f��cil de operar os leve, porque ele �� mais uma opera����o mais enxuta, mais jovem que j�� come��ou nesse mundo digital. A gente n��o tem nenhum papel a gente. A opera����o tem para o nosso total e ent��o fica mais f��cil de ter um trabalho distribu��do. A gente est�� focando bastante em conte��do e esse �� um trabalho basicamente meu futuro. Eu estou com o time o dia inteiro nas entregas. E isso tem acompanhar nossos clientes, conversado com os clientes quase que semanalmente. Todos os clientes da base s��o contratados para saber se precisam de alguma coisa. Ent��o, a gente est�� trabalhando muito nessa proximidade com o cliente e na produtividade. Ent��o tem sido um canal no escrit��rio, maior a demanda comigo. Basicamente a produ����o de conte��do, porque o escrit��rio j�� tem uma opera����o consistente, ent��o ela n��o parou embora os prazos judiciais est��o parados. A opera����o de previdenci��rio, por exemplo, ela segue porque a gente tem toda uma parte de prepara����o das a����es todo. Todos documentos t��m que ser juntados, enfim. E a parte de tecnologia, que �� onde eu topo e marketing, esse bra��o, segue mais forte do que nunca. Porque a gente est�� aproveitando a acelera����o que o convite de causou para transforma����o digital em geral. Ent��o a gente tem feito tamb��m com os de ��reas falado muito em WhatsApp, n��o tem como. Acho que todo mundo tem falado muito, embora tenha muita gente adicionada no telegrama que eu n��o gosto muito. Gosto do WhatsApp mesmo, ent��o a opera����o, as opera����es s��o remotas. Cara, a carga hor��ria, no meu caso tem sido muito grande, porque eu tamb��m quero produzir muito conte��do. Ent��o �� do meu perfil tamb��m. Se algu��m muito ativo, eu gosto de estar produzindo. Ent��o, dentro da minha rotina em casa tem sido levanta, toma caf��, ajeita sentada, numa mesa bem posicionado, como se fosse um a mesa de trabalho forem resolvidos e produ����o com os times, e est�� pr��ximo dos times. Eu acho que esse, talvez, na nossa rotina, que tenha sido nosso principal foco estar pr��ximo dos times e ajudar os times a n��o ficar paralisados. Isso tem sido um norte nosso passado de seguran��a, de que as coisas v��o andando e quem est�� cuidando da opera����o em alto n��vel. Mas a gente precisa deles tamb��m para as entregas e que se mantenham motivados e nos ajudando a manter os escrit��rios funcionando a pleno vapor,

Gabriel:   30:43
mas com bons implica. Gustavo trouxe que qualquer advogado e o advogado que est�� executando pode aplicar tamb��m basicamente prezar pelos rituais de equipe de comunica����o nesse momento dif��cil este alinhamento. Ent��o, se a gente tem uma comunica����o constante e frequente pelo WhatsApp, coliga����o a gente diminui a fric����o acaba que com ele n��o tem. A comunica����o n��o verbal vai ter algum desentendimento, mas faz o poss��vel para para manter o alinhamento e eles est��o fazendo isso. Al��m disso, ele j�� trouxe algumas ferramentas, coisas podem us�� de que ajudam voc��s a implementar a metodologias ��geis E Gustavo est�� num momento dif��cil, �� inegavelmente psicologicamente para todo mundo. E muito se fala tamb��m da crise econ��mica que essa que o coronav��rus est�� est�� trazendo j�� quem j�� est�� come��ando a ver esse impacto j�� tem ��ndice ficar cada vez maior. Muitas pessoas falam que vai ser uma depress��o, maior crise desde a Segunda Guerra Mundial. Por outro lado, o direito ele. Historicamente ele se d�� bem em crise. O direito �� conhecido por cidade em crise, porque em crise tem muito conflito. �� o que temos algumas ��reas do direito elas elas, geralmente, elas elas perdem mais demandas, outras outras ��reas t��m umas demandas, como o que voc�� est�� vendo assim, Isso do ponto de vista de mercado mesmo Sim, eu quero entrar aqui nessa discuss��o. Sobre a quest��o da sa��de, que �� super importante estar, Tem que seguir as orienta����es do ONS, que tamb��m as autoridades est��o trazendo. Acho que isso �� o principal, mas trazendo para a outra discuss��o, que tamb��m �� muito importante para esse momento. Como o que se v�� isso?

Gustavo:   32:34
Vamos fazer uma abordagem bem profissional e fria. Todos n��s aqui n��s comparecemos, contudo, est�� acontecendo. A gente n��o, n��o precisa se estender muito nisso, A gente tamb��m tem medo. �� importante dizer porque as vezes as falas parecem muito positivas. �� ��bvio que eu tenho medo de ter alguma coisa de meus pais, um parente pr��ximo, um amigo ou familiar de pessoas distantes. Eu tenho medo do caos que pode ficar uma cidade, enfim. Ent��o assim vamos separar. Todos temos medo. A gente tem que ter cuidado quando fala da parte mais materialista dessa crise, mas agora separando ent��o, falando desse lado positivo ou dessa oportunidade, pode nascer, ela vai ser feia, porque h�� uma an��lise fria. No primeiro ponto que a gente tem que estava pensando aqui. �� o n��mero de mortes, cara. Isso gera uma demanda para advogados de inventar e as demandas familiares, demandas de diversas diversas verticais relacionadas ao tema Morte primeiro e evidente e mais triste dos das repercuss��es que pode ter. Mas fora isso, a gente est�� falando de mudan��a radical a forma como o trabalho entregue na maioria das institui����es. Ent��o, as empresas, os ��rg��os p��blicos, os ��rg��os federais, municipais, estaduais, est��o todos trabalhando, de certa forma, isolados, grupos sendo expostos a riscos do ouvinte. Ent��o, tamb��m tem uma demanda, vamos ter demanda trabalhista, as modifica����es de quem est�� isolado, tem as demandas e as modifica����es que est�� no combate. Ent��o a gente tem muita quest��o de insalubridade, est�� em quest��o do trabalho exposto a um agente que pode trazer danos graves. Ent��o tem sim um lado trabalhista, de preocupa����o. Tem o lado social muito grande. A Previd��ncia Social tem sido um amparo e vai ser, se Deus quiser o fim, a express��o eu sou a mais laico nessa posi����o. Mas, enfim, usei a express��o religiosa. Se tudo der certo, a gente vai conseguir com que implemente a��, via Minist��rio da Economia, todas essas todos esses canais de distribui����o de renda. Agora, nesse momento cr��tico, mas vai, v��o ter muitas discuss��es. A gente tem v��rios tipos de benef��cio que dependem de per��cia, outros n��o depende. Est�� mudando de um dia para o outro. Tem todas as quest��es relacionadas ao direito do consumidor, tem toda rela����o do turismo. Entretenimento tem cidades inteiras que est��o sofrendo um impacto gigantesco com as cidades tur��sticas. A gente tem um exemplo cl��ssico do Rio de Janeiro. Mas existem exemplos de Campos de Jord��o, Gramado aqui no Sul, s��o cidades com muito potencial, cinco por cento vocacionadas para o turismo. Mas n��o tem ind��stria. E o com��rcio �� baseada no turismo como uma cidade dessa vai se reorganizar. P��s crise As empresas v��o falir. Com certeza escrit��rios v��o falir, pessoas v��o parar de trabalhar. Muitas pessoas v��o tentar se aposentar porque depois da crise vem uma paralisia e ��s vezes, vem um medo de ser pego novamente, de n��o estar aposentado. H�� tempo de curtir os seus netos, Enfim, uma frase que se escuta muito do direito previdenci��rio. �� preciso me aposentar para aproveitar. Agora que eu tenho condi����es, ent��o �� sim uma atribui����o de direitos, deveres, relacionamentos os contratos rescindidos, cancelamentos de pedidos est��o do lado da pessoa f��sica �� o mercado que vai estar muito e a puni����o vai ter muita demanda. O lado empresarial tamb��m impactado em todas as esferas, porque �� um voto n��o desse. Est�� sendo feito n��o s�� que n��o, mas a crise posterior tamb��m gera muitas fal��ncias, muitos pedidos de recupera����o judicial com pedido de recupera����o judicial. Tem uma rolagem de d��vida para frente. Isso pode ser um efeito cascata muito importante. Ent��o tem todas essas medidas do minist��rio da Economia tentando dar um ajuste. O Banco Central tem todos os bancos t��m os bancos privados tomando alguns caminhos, bancos p��blicos reduzindo por outro lado, fus��es, aquisi����es, contratos que previam cl��usulas de de rescis��o de n��o causas para n��o ir em frente com os acordos para deixar o portugu��s e quais s��o as causas �� poss��vel com uma causa. Como o convite seja motivo para desvalorizar uma empresa para n��o valorizar, eu posso mudar a m��trica de pagamento de algum investimento que eu fiz anterior, Ent��o tem muita, muita, muita demanda, que a gente consegue prever e tem muitos sendo bem frio, tem muitos caminhos que o advogado, inclusive o que est�� sem saber, para que o fumo levar. Ele tem um tempo aqui de imers��o que ele pode escolher um caminho, vai ter muita demanda ponto altamente nicho. Assim, h�� tempos, s��o pouco profissional da sa��de, essas pessoas que est��o no olho do furac��o. Eles t��m muitos tipos de demanda. Eles v��o ter diversas questionamentos sobre horas trabalhadas sobre infec����o sobre f��rias, depois para cumprir, como �� que funciona, Como �� que os hospitais v��o se organizar depois? Tem muito profissional de sa��de que j�� est��. J�� n��o tem mais a carga hor��ria, tudo estourado. Como �� que vai se dar isso depois que vai ajudar nessa colabora����o nessa medida? A����o dos preju��zos? Quem vai negociar com quem? Ent��o eu vejo, sim, e concordo com o que tu disse. Eu n��o gosto muito desse estigma de que advogado ganha dinheiro com o problema porque eu realmente acho que a gente tem que caminhar por uma efic��cia muito mais negocie, negocial. Muito mais consultiva, muito mais apaziguadora, muito menos litigiosa. Mas nesses momentos de crise �� que sim, aparece a import��ncia daquele advogado antigo do advogado que o cliente que senta com o cliente que entende o problema do cliente, consegue se colocar no lugar do cliente e daqui a pouco consegue se colocar no lugar do cliente do cliente, porque isso �� uma coisa muito importante. �� um momento em que as pessoas est��o todas fragilizadas, todo mundo est�� fragilizado, ent��o, seja comercialmente seja pessoalmente. Ent��o agora n��o �� o momento de estreitar as rela����es. �� um momento de buscar uma concilia����o, mas com certeza as pessoas n��o v��o conseguir fazer sozinho. Na maior parte dos casos, a gente vai ver advogado sendo chamados porque as plataformas est��o ainda em negocia����o, media����o, mas com problemas mais complexos, elas n��o se bastam ainda. Ent��o, a gente vai se socorrer do juiz, sem advogado, porque estavam causou grandes causas, enfim. Mas basicamente a gente precisa de conselheiros e esse �� o papel do advogado, ao fim e ao cabo. E esse �� o papel que eu acredito que o advogado do futuro vai continuar tendo. Vai fortalecer esse contato com o cliente, ajudar o cliente a resolver o problema dele. �� realmente entender o problema e ajudar a resolver. E por isso que a gente v�� um grande potencial. Agora, o tribut��rio. A gente tem v��rias regras. Oriente �� o pa��s das regras tribut��rias agora, com v��rias flexibiliza����es, v��rios regulamentos, v��rias altera����es, ent��o sim, acho que friamente, �� um momento que os advogados v��o ter uma, um grande ganho de demanda. Como n��s vamos rentabilizar assim que as pessoas v��o ganhar muito dinheiro por conta da crise. �� um ponto que n��o cabe a mim responder. Cada um sabe da sua forma de monetizar, mas as demandas sim existiram. Basta a gente adaptar, entender, tendo empatia tamb��m com o momento. N��o adianta agora. Advogado acha que vai enriquecer nas costas de pessoas fragilizadas, porque isso at�� um ato desumano. Mas eu acho que sim. �� o momento de a gente pensar friamente, como d�� uma apontada nos neg��cios jur��dicos.

Gabriel:   40:17
Eu acho que �� saber flexibiliz�� la misma, porque, de fato vai ter muita demanda, v��rias pessoas, talvez alguma coisa que paga. E talvez o cabelo da OAB n��o vai resolver. Agora vai ter empres��rio, fale no que est�� perto de uma ajuda e talvez se voc�� analisar de uma forma estrat��gica, vai fazer muito sentido que voce ap��s a pessoa de uma forma preventiva ajude ela agora, porque depois, quando ela sair da crise, ela vai lembrar de voc�� e ela vai poder de contratar. Ent��o talvez pode ser momentos bonitos assim, mas ao mesmo tempo, ainda que n��o seja o momento de se aproximar as pessoas e cumprir com a fun����o social, �� do advogado nem que ajuda a Justi��a, resolver problemas jur��dicos, evitar problemas jur��dicos. E a gente est�� na talvez ainda muito. S��o falando que a maior crise da hist��ria depois da Segunda Guerra E se a maior crise da hist��ria v��o ser os maiores problemas da hist��ria tamb��m O maior problema jur��dico em que nunca viu em que precisa de pessoas preparadas para isso, para realmente atuar de uma forma preventiva e para a gente finalizar, eu queria saber o seguinte custava assim, se fosse qualquer quais s��o as tend��ncias que voc�� Acho que vai ter Agora no mundo, posso conviver muitas pessoas falando que existe um mundo antes, convide em um mundo p��s o convite. E tamb��m se voc�� fala um cheque, lixo, medidas para fazer ao combate, essas medidas a�� da crise que afetam a todos que se acho que os escrit��rios podem fazer.

Gustavo:   41:48
Eu acho que a primeira primeira pergunta, que eu acho que o ganho um legado assim. Eu acho que um legado para para a profiss��o e vamos falar, depende de advogado. Eu acho que �� a capacidade de trabalhar de forma distribu��da. Ent��o pessoas trabalhando com demandas independentes nas suas ��reas, tentando atuar em conjunto, alguns quando fazem parte de coletivos, mas tamb��m as pessoas, individualmente. Ver em que �� poss��vel fazer sozinho �� poss��vel atender o rumor se �� poss��vel criar conte��do dentro de casa de uma forma mais f��cil, mais r��pido, mais ��gil, sem tanto medo da formalidade, dos requisitos de boas pr��ticas Assinam da internet, do Mercad��o do Marketing Digital, ent��o eu acho que eu vejo muito um legado, Essa capacidade da gente ��s vezes se bastassem, porque em casa t�� todo mundo com um filho passando junto, tem algu��m fazendo barulho, a internet n��o est�� funcionando, ent��o a gente est�� se adaptando constantemente nesse rumor. Se obrigat��rio, a capacidade de se virar, sabe se adaptar, porque at�� isso �� uma imposi����o da natureza. A gente tem que se adaptar a frase do dar vila atribu��da a ele. Eu n��o sei se realmente dele, mas �� n��o ao ser humano, o mais forte nem o mais h��bil que sobrevive, mas o que mais se adapta. Ent��o acho que essa adapta����o �� nova realidade �� uma caracter��stica que a gente vai levar com a gente. A gente vai ter p��s com vinte, visto que a gente consegue se adaptar em algumas formas do trabalho e na advocacia. Eu acho que essa forma distribu��da e a o potencial de horizontaliza����o da profiss��o e das equipes eu acho que �� muito importante. Tamb��m tem muita equipe que trabalhou sempre junto, que dependeu do dia a dia, dependeu das conversas paralelas e que est�� tendo que se organizar diferente. Ent��o est�� tendo que trazer a ideia est�� tendo que pensada no seu sustento daqui para frente, na sua import��ncia na corpora����o, no escrit��rio, no departamento jur��dico, sem estar presente realmente naquele local. Ent��o as pessoas acabam tendo uma independ��ncia nessa horizontaliza����o. Eu n��o estou s�� cumprindo o meu papel porque se eu estou em casa e remo����o postar, eu tenho uma liberdade, eu tenho uma responsabilidade que, me imposta pela situa����o, �� preciso entregar valor. At�� para ser para continuar onde autor eu preciso entregar esse valor, mas eu tamb��m as pessoas acabam se empoderando pelos ano tema da moda. Mas pelo que eu tenho falado com os gestores, as pessoas t��m se mostrado muito mais maduras, respons��veis e qualquer express��o em ingl��s. Mas �� o ��nico tipo. �� o sentimento de dono, as pessoas t��o longe, mas acabam mais perto. Elas est��o pensando na sustentabilidade, na propriedade do neg��cio. Ent��o, acho esse legado bem legal assim, em termos gerais, da advocacia, em termos de retorno das maiores tamb��m super importante. E n��o deixa de ser uma tend��ncia. A gente j�� havia no mundo esses sistemas mais distribu��dos. �� uma tend��ncia at�� da intermedia����o, uma da desmaterializa����o, ent��o a gente tende a ter espa��os diferentes, as pessoas trabalharem de forma remota, mas ainda assim, engajadas. Ainda assim times fazendo parte de um todo, mas n��o necessariamente l��, fisicamente, batendo seu ponto, enfim, al��m de claro a responsabilidade individual, eu acho que isso �� um ponto importante que as pessoas est��o tendo que se esta por elas mesmas tem muito conte��do. Se na internet tem muita informa����o, mas as pessoas s��o muito sozinhas no seu isolamento, seja com sua fam��lia, ela e ela precisa se reinventar para n��o surtar nesse per��odo. Ent��o eu acho que esse empoderamento esse olhar de sou respons��vel pelo que vai acontecer nesses dois meses e no que vai acontecer depois. �� responsabilidade minha e eu tenho que eu levantar, que fazer alguma coisa e buscar conte��do e buscar me aprimorar, buscar uma linha nova de atua����o. Eu acho que dois meses e �� bastante tempo, tem um pede que agora n��o vamos lembrar o n��mero cara, um p�� de toques. L�� depois pode votar no show Noite, que basta um nacional ligando vinte e quatro horas ou dez horas, N��o, Eu acho que s��o vinte e quatro horas para �� mediano em alguma coisa, mas que tudo j�� faz suficientemente bem. Ent��o o cara estava calculando. S��o mais duzentos e cinquenta horas de trabalho que a gente tem de trabalho remoto. Nesse tempo. Se tu n��o tiveram trabalho para entregar mesmo, tem muito tempo para produzir alguma coisa para se desenvolver alguma coisa. O pr��prio sete podem. Ontem na sala, estava dizendo que dois meses �� suficiente para aprender algum tipo de programa����o de tecnologia. Algum tipo de programa����o, de linha de c��digo, mesmo que seja b��sica, j�� �� algo que te traz um potencial com competitivo l�� na frente para entender, para falar uma linguagem nova. Eles falavam muito de l��nguas. Tem gente que tem a����es, falar uma l��ngua e nunca consegue parar uma hora por dia. Porque em dois meses, uma hora por dia, no monte de horas vezes, a pessoa sai do n��vel b��sico para o intermedi��rio. Eu acho que isso vale para tudo, vale para a profissionaliza����o do teu escrit��rio, por exemplo, advogado que nunca consegue Profa. Analisar. Nunca consegui estruturar em outros los. Nunca consegue entender uma ferramenta jur��dica. Por exemplo, eu n��o sei como �� que funciona o cons��rcio jur��dica, que vai ser um jab�� para Fil��. Porque acredito muito nesse modelo de neg��cio de voc��s. Eu tenho recebido demanda de edital, mas o meu pessoal n��o tem capacidade. Eu estou mandando dizendo que eu n��o atendo cara, Vamos a este momento para ver o que tem de tend��ncia, por a terceiriza����o ou ao cons��rcio jur��dico. �� uma tend��ncia n��mero que o que est�� vai crescer a continuar crescendo, estuda certa frilot. Vai ser um grande quinze a�� para eu posso ampliar o meu leque de oferta eu posso fazer o nosso c��u que eles falam que a venda cruzada, eu posso, claro, com muito cuidado, sempre cuidando com a mercantiliza����o da efic��cia, mas eu posso atender o meu cliente, Outras formas eu posso estudo, ferramentas novas. Eu posso desenvolver algum canal de comunica����o com o meu cliente. Eu posso me aproximado. O meu cliente tem uma israelense que escreve sobre inova����o jur��dica, que enir Angola, O nome dele tamb��m, a gente p��e, a�� ele escreve bastante no LinkedIn ele. Ele disse que o departamento jur��dico de empresas ele disse que esse �� um momento em que o advogado tem que estar presente com o seu cliente, ligando quem se aproximando e mostrando que se importa e mostrando que conhece o neg��cio do cliente. Ent��o �� uma tend��ncia aqui, uma tend��ncia. J�� que a pergunta era sobre a tend��ncia �� conhecer o neg��cio do cliente. Eu acho que uma das grandes tend��ncias da advocacia do futuro seja conhecer muito do teu cliente. Ent��o quando totem de pessoa f��sica, de conhecer realmente aquela persona que �� o teu cliente leal que �� o teu cliente que conhece, porque a gente consegue se colocar no lugar dele, entender a forma que tem que falar a forma como vai fazer um hist��rico do Instagram. Se ele vai ter Instagram. Se ele ainda uma pessoa de Facebook e a mesma coisa para o mundo corporativo, entendeu? Que tipo de m��trica o teu cliente quer receber? Aproveitar esse tempo para entender que o mundo mudou o comportamento do departamento jur��dico. Hoje ele �� muito mais voltado para o departamento de compras, muito mais pr��xima, com m��tricas, estat��stica e pre��o do que realmente com a pompa do advogado a ponta do escrit��rio. Ent��o, usar este momento para olhar para dentro, a superar, entender quem s��o os clientes, quais s��o os seus filmes que v��o ser melhorados? Eu acho que tem. Tem bastante coisa que a gente pode usar de tend��ncia m��tricas. Por exemplo, a gente nunca v�� m��trica no direito. Ent��o esse �� um momento que a gente vai ter que ver m��trica. A gente vai ter que melhorar nossa efici��ncia. A gente vai ter que falar mais com o cliente. A gente vai entendedores que a gente acha que n��o tem Eu acho que por isso a aproxima����o com o cliente, que �� muito importante nesse momento de crise, ligado ao cliente secar. Eu estou aqui conta comigo. Lembra que eu sou advogado, que eu sou o consultor jur��dico? Enfim, em que eu posso te ajudar, Eu estou aqui para te ajudar. Ent��o esse posicionamento de aproxima e conhecendo o cliente, talvez vou deixar como principal tend��ncia da advocacia �� conhecer o neg��cio, o cliente ou cinto, trabalhos com pessoa f��sica, conhecer o teu cliente ideal que esse talvez seja a grande tend��ncia que a gente possa levar daqui para frente em que sentimos esse per��odo de trinta, sessenta, noventa dias para conhecer o nosso cliente, para mergulhar, entender at�� ferramentas. Como �� que eu conhe��o melhor no cliente, onde est�� o meu cliente, n��o usar esse per��odo. Usaria esse per��odo muito nessa linha se forma. Deixar uma tend��ncia para isso �� extrapolar muito na resposta.

Gabriel:   50:19
Acho que est�� no tipo de quinze. Empatia, nossa empatia do mundo como um todo, um tipo de solidariedade. E eu acho que o principal em saber flexibilizar, talvez contratos de honor��rios, seu cliente n��o consegue cumprir neste momento, talvez seja melhor ou se preocupar em reter o seu cliente do que propriamente em cumprir um acordo. Ele que que foi criado um outro mundo, forma montes do convite e com essa empatia, naturalmente voc�� consegue se aproximar mais de clientes. Aumenta a reten����o esse crime para ficar mais encantado por voc��. E voc�� consegue quando sair dessa crise mais forte? E certamente vai, vai valorizar a isso? Nunca vai esquecer isso. Acho que tem muitas coisas que precisam ser feitas. Eu acho muito improv��vel que qualquer advogado, qualquer advogado que queira de fato inovar, usar a tecnologia e usar as melhores pr��ticas de gest��o ou seus escrit��rios de advocacia, o departamento jur��dico j�� tenham tudo pronto. �� muito dif��cil. Ent��o hoje voc�� tem de definir m��dicas no seu escrit��rio. Voc�� j�� mapeou os fluxos internos? Voc�� j�� desenhou um novo procedimento de atendimento do cliente? Voc�� criou um plano de combate ao convite no seu escrit��rio. Voc�� come��ou a produzir conte��do no seu escrit��rio, criou uma cadeia de produ����o de conte��dos, criou um site para seu escrit��rio, n��o tem um mundo de coisas que precisam ser feitas. E ainda que voc�� n��o saiba nada disso, voc�� pode aprender a fazer sozinho. J�� tinha ferido ou mesmo enfim, a TIM quase duzentos artigos, nosso bloco publicados, mais de vinte aulas gratuitas no YouTube. No nosso curso online, que se passa de todos esses conceitos, mais de quarenta milh��es depois que ent��o, se voc�� quiser maratona esse conte��do, certamente podem ser ��teis para voc�� que est�� em curso no terceiro, n��o e muitos conte��dos que podem ser legais tamb��m para voc��s. Acho que o momento de a gente ter agido, talvez fica parado. Certamente n��o �� a melhor op����o, porque todo mundo com um risco maior de n��o existir e que h�� pouco dos neg��cios falirem. Isso inicia. Vai ter muito escrit��rio falindo, principalmente escrit��rios aut��nomos, escrit��rio de pequeno porte, tamb��m. Mas se a gente se preparar para isso, diminui a diminuir a chance disso acontecer. Ent��o, fica o convite para todo mundo, porque n��o �� criar um plano de combate ao convite de um plano e plano estrat��gico para escrit��rio? Pode estar sendo uma oportunidade para todos. Em alguns locais, no final de

Gustavo:   52:48
sabe eu. Eu eu acho que tu mandou muito bem na sa��de, com a fala e tudo completamente de acordo. Acho que s�� um ponto mais pessoal ali. Claro que tem muita gente que est�� sofrendo nesse momento e o sofrimento psicol��gico mas mais grave e a gente n��o est�� aqui tentando minimizar, tentando seu aquela pessoa que s�� pensa no positivo. N��o sou muito realista. Eu sei o que est�� acontecendo e tu tamb��m tenho certeza que estava na mesma na mesma linha, mas a�� est�� aqui no momento de passar uma diretriz de uma ajuda para quem est�� se sentindo paralisado, mas est�� querendo buscar ataque. Est�� com foco para isso, claro, para que quem est�� em momentos de mais dificuldade, tal a gente tem jogos que a gente se coloca no lugar. Inclusive a gente n��o est�� aqui pregando um positivismo, a sua superpositiva N��o, N��o �� esse o ponto. �� tentar usar, j�� que a gente est�� nessa circunst��ncia, usar isso, para de alguma forma melhorar. Quem est�� com um problema que tem? Muita gente respeita e tem que se ajudar. Eu acho que isso �� ilegal tamb��m, talvez deixando para para, para o ��ltimo, no ��ltimo recado, j�� que falar muito em colabora����o, al��m do advogado, com o seu cliente cuidar a forma como vai cobrar. Eu acho que essa colabora����o vai fazer muito parte da nossa vida, agora como advogado e essa negocia����o e trazer empatia nas negocia����es, seja indicando para o cliente o melhor caminho, com o prestador de servi��o dele, devendo para ele que ele vai cobrar essa rela����o com a gente tamb��m. Internamente, o escrit��rio com o cliente, a forma como vai lidar, eu acho que tem que ser realmente tem que sentar e o momento p��s crise, as pessoas est��o mais sensibilizadas, Ent��o �� hora de contemporizar, �� hora de tentar negociar e achar solu����es. Essa express��o agora tem sido n��o est�� mais t��o bem falada. O tal do ganha ganha, mas de fato, tem que ser uma negocia����o. E tem. Devem ser negocia����es. Em geral, na nossa vida mesmo, as pessoas t��m que ter um pouco mais de solidariedade de colabora����o nesse momento. E eu acho que isso seria o recado que eu queria deixar para a gente. N��o n��o. Como n��o foi abalada n��o criar muita briga nesse momento, acho que o mesmo advogado para um papel de buscar alinhar interesses, alinhar as negocia����es e n��o criar muita o atrito. Ent��o acho que esse talvez seja nosso papel agora em papel, como l��der, tamb��m colaborar, se solidarizar com os outros talvez olhar para as pessoas em volta, olhar at�� para parentes familiares que estejam com mais dificuldades, colocado lado com o pessoal do teu time, s��cios, colegas, entender que tem pessoas que sofrem mais ou menos com isolamento, tendo que pessoas que sofrem mais ou menos por quest��es financeiras. Ent��o �� a hora tamb��m da gente aproximada. A gente ouve a gente ser um ombro amigo, Eu acho que isso, como como sociedade nos coloca em outro patamar. Ent��o, assim talvez o recado que eu, a classe, e vamos tentar simp��tico com todos e n��o aproveitar esse momento para tentar entender todo o mundo e se aproximar efetivamente das pessoas, que eu acho que acho Uma sociedade nossa soja s�� chegou aqui como vamos, sabemos, pela nossa capacidade de viver em sociedade e comunidade. Ent��o, acho que agora �� o momento de mostrar que a gente �� assim o coletivo de pessoas, e que a gente consegue se unir quando o calo aperta mesmo, ou seja, na vida profissional, pessoal, a gente tem que ser solid��rio, a gente tem que ser colaborativo. A gente tem que pensar no pr��ximo pouco tempo de tudo a gente vai atr��s de conte��do para melhorar nossa nossa vida profissional a gente vai atr��s, desenvolver conte��do, fazer o que tem ser feita devido ao fluxo, buscar tecnologias. Enfim, n��s vamos nos certificar que como sociedade, a gente consiga como fam��lia, como colegas de trabalho, a gente consiga gerar um bem para todos. Assim, a gente considera que todos estejam pelo menos n��o sofrendo tanto o papel de todos n��s

Gabriel:   56:39
acho que foi o melhor em casa do que no dia da final e assim compartilhando um pouco da minha fragilidade aqui com voc��s. Para mim est�� sendo muito dif��cil esse tempo de confinamento. V��rias noites com ins��nia, s��ndrome preocupado com o mundo, preocupado, refletindo sobre v��rias coisas, preocupado com o neg��cio como um todo. A gente estava tendo um crescimento muito expressivo e a�� tem um coronav��rus que a gente n��o sabe o que vai acontecer a partir de agora. Pode ser que assim, em todas as empresas ou institui����es de falir e nem pode ser que aconte��a. E o que a gente algo que paralisa da amido. Eu sinto muito a cimeira. Estou sentindo muito fazendo o poss��vel para canalizar esse medo em a����o, nem sempre consigo tem. Tenho mais produtividade. Tem dia que tem menos faz parte desse processo, �� buscar ajuda. Eu tenho uma rede pr��xima de v��rios advogados que eu converso. Pessoas tamb��m fora de direito, fam��lia, amigos, tinha ajudam. Eu acho que importante apoio, busca apoio, fala com a gente na loja. Est�� �� disposi����o para trocar ideia, trocar esse pa��s e v��o juntos, faz com que s��o tempos dif��ceis, mas v��o tentar enxergar o copo meio cheio na medida do poss��vel. E, certamente, tem oportunidades em na mesa que a gente pode estar aproveitando mais do que isso, pode estar ajudando pessoas. Assim como tem m��dico Celino no enfermeiros e profissionais da sa��de, ele no campo de batalha, na linha de frente, apesar de advogados nessa linha de frente, porque se n��o as pessoas v��o at�� sair da doen��a, mas elas n��o v��o sair ele dos problemas jur��dicos, v��o perder o neg��cio. V��o perder a fam��lia por conta disso, tem mais brigas, mais conflitos, estiver advogados ruins, assessorando essas pessoas ou se essas pessoas n��o tiverem acesso �� Justi��a. Os problemas s�� v��o escalar n��veis maiores. Agora, a gente tem advogados que atuam como consultiva e aumente, buscando solucionar os problemas de uma melhor forma de uma forma empate talvez n��o tem sentido. Na verdade, tem que estar caminhando para um mundo melhor do que tinha antes.

Gustavo:   58:40
De acordo com um amigo, quando todos est��o tamb��m de acordo contigo, at�� agrade��o tenha compartilhado. Eu tamb��m tenho meus dias por ��bvio, todos temos. Tenho por sorte que nossos neg��cios eu tenho s��cios que t��m estruturas j�� mais s��lidas por tr��s, Ent��o a gente consegue parar tamb��m e pensar muito para frente. E talvez isso a transpar��ncia do meu discurso, um pouco mais positivo em rela����o ao neg��cio. Porque de fato, os meus s��cios tamb��m ajudam nessa estrutura����o e da passava tranquilidade. Mas eu me solidarizo com todo mundo e at�� gostaria de me colocar �� disposi����o. Eu nunca tinha j�� sua nenhum conselheiro. Tenho n��o se ter um programa de mentorias ��nica de Mas vai estar no descritivo do cap��tulo de o meu contato estiver alguma coisa que era de compartilhar para conversar, que era s�� trocar uma ideia sobre algum assunto quente, conversou de algum outro assunto que n��o tenha sido pautado. Pode que este, mas que acham que eu posso colaborar? Posso ajudar. Contem comigo meu contato est�� ali, s�� me chamando de Edinho, seus cooperativo. A isso presidente eu respondo todo mundo. Ent��o se eu puder dar, contem comigo, estou totalmente �� disposi����o e gosta de ajudar pessoas, Ent��o t�� bom,

Gabriel:   59:57
vamos juntos, vamos junto que estavam juntos. Todos advogados e advogadas somos mais fortes e vamos otimismo de teremos dias melhores. Acho que �� um momento diferente a mensagem Rel��gio, voc��? N��o acredito, gente respeita! Est�� dif��cil, para mim, t�� dif��cil, gostava, est�� dif��cil para todo mundo, para voc�� e sua fam��lia. Mas se estiver trabalhando junto com seriedade e que vai trabalhar para um pa��s melhor isso, que a miss��o desse epis��dio trazer um pouco de esperan��a do ��ltimo tamb��m. Quem j�� come��ou falando disso para todo o mundo e tamb��m ajudar tem que aproveitar esse momento para de fato, est�� agindo bastante para ajudar mais pessoas. Na pr��xima quarta feira de volta ��s lojas com mais um convidado especial e aguarda para mais epis��dios, voc�� cursores Epis��dio N��o se esquece de assinado no seu pa��s de alta press��o. O envio para a gente tamb��m compartilhar esse conte��do com algum colega, advogado o advogado, at�� a pr��xima