Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#43: Visual Law e o Design aplicado ao direito - c/ Leonardo Sathler

March 18, 2020 Season 2 Episode 23
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#43: Visual Law e o Design aplicado ao direito - c/ Leonardo Sathler
Chapters
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#43: Visual Law e o Design aplicado ao direito - c/ Leonardo Sathler
Mar 18, 2020 Season 2 Episode 23

O que é o Visual Law? O que é o Legal Design?

Qual é a relação do Design com o acesso à justiça?

Como você pode utilizar o Design em seu escritório de advocacia? Quais os benefícios? Quais ferramentas você pode utilizar?

O que você precisa de aprender?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Leonardo Sathler. Ele é designer há mais de 20 anos e atua no mercado jurídico.

Referências citadas durante o episódio:
1) Artigo sobre Legal Design: https://blog.freelaw.work/legal-design/
2) Aula sobre Legal Design: https://www.youtube.com/watch?v=4RdSEEecG58

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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

O que é o Visual Law? O que é o Legal Design?

Qual é a relação do Design com o acesso à justiça?

Como você pode utilizar o Design em seu escritório de advocacia? Quais os benefícios? Quais ferramentas você pode utilizar?

O que você precisa de aprender?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Leonardo Sathler. Ele é designer há mais de 20 anos e atua no mercado jurídico.

Referências citadas durante o episódio:
1) Artigo sobre Legal Design: https://blog.freelaw.work/legal-design/
2) Aula sobre Legal Design: https://www.youtube.com/watch?v=4RdSEEecG58

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Gabriel:   0:16
as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito. Meu nome Gabriel Magalh��es Bem vindo ao Loyalty Esse pode querer foi oferecido pela Frilot a forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da habilidade do ponto frio ponto ou enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo e a�� s�� aguarda mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes. O advogado, ela advogada, Seja bem vindo, seja bem vinda a mais um Oi A loira d�� frio meu nome Gabriel Magalh��es, um dos cofundadores da Frilot. E hoje nesse epis��dio sobre o visual, logo que sobre o livro Design que que �� o isolou que que �� o livro design qualquer diferen��a entre os dois, como que se da aplica����o do design do direito, O que eu e os espi��es? Qualquer rela����o do design com o acesso �� Justi��a e no epis��dio de hoje, e teve o prazer de receber Leonardo Sathler. A carreira dele como designer �� indiscut��vel. Ele j�� atua h�� mais de vinte anos nessa ��rea e ele foca bastante sua sua atua����o na experi��ncia do usu��rio. E depois o curioso da carreira do Leonardo �� que ele j�� era design. E a�� ele teve um problema jur��dico. E quando ele teve um problema jur��dico, depois com o advogado, ele come��ou a perceber que o mundo jur��dico ele possui muitas lacunas que talvez o design poderia ajudar. E a�� quando ele percebeu isso, ele come��ou a se aproximar mais do ramo jur��dico. Gostou tanto que se tornou estudante de direito tamb��m e hoje ele presta servi��o para advogados e tamb��m baixaram. Bacharelando em direito j�� est�� bem legal, bem pr��tico. Ent��o Leonardo ele realmente compartilhou tudo o que que ele faz no dia a dia dele. Al��m disso, trouxe dicas de ferramentas, dicas de sites, indica����o de aulas que voc��s podem podem estar assistindo a indica����o de artigos e, certamente, se voc�� quiser aplicar o design no dirigir os escritores, ainda que voc�� seja sozinho sozinha, seria um advogado aut��nomo, voc�� certamente vai ter instrumentos que podem te ajudar. Est�� bem legal. Se voc�� gosta, compartilho com algum outro colega, advogado e advogada e tamb��m se inscreveu no seu pa��s de alto favorito para que voc�� receba todos esses pr��ximos epis��dios. Imprimir at�� logo foram nada. Seja bem vindo ao leite longa. �� um prazer estar recebendo aqui conosco. Vamos falar de um dos temas mais pedidos. Est�� muito na moda hoje, fala de visou logo, ligou design contra um pouquinho para a gente, a sua experi��ncia e tamb��m em qualquer diferen��a desse conceito que qualquer diferen��a do livro, design, improviso, paulo- �� tudo a mesma coisa

Leonardo:   4:05
legal capital Primeiramente, obrigado pelo convite. �� um prazer falar para p��blicos, advogado, p��blico em geral da Uni��o, mas o risco para o poder traz algum esclarecimento nessa nova mudan��a, do mais sete jur��dico que n��s estamos vivendo. Bom, s�� contando um pouco sobre a vida na carreira h�� vinte anos e tamb��m atualmente bacharelando em direito. Eu trabalho inclusive com tecnologia, desenvolvendo solu����es para o mercado corporativo privado e entrando um pouco nessa seara tamb��m do direito do ramo jur��dico, no qual eu tenho alguma propens��es, trazer tecnologia, algo para solucionadores no ambiente do direito para os advogados, para os clientes, para magistratura, onde a gente que eu tenho muito prazer em atuar inicialmente como estudante futuramente, muito em breve trazer novas solu����es para o mercado. Como eu falei todos os anos j�� h�� algum tempo e n��o houve a necessidade. Atrav��s experiente, eu fui tendo como cliente da ��rea jur��dica, primeiramente observando alguma coisa que trazem um sentimento um pouco inc��modo para quem depende que precisa recorrer ao jud�� di��rio para uma demanda que ele necessitar que essa pessoa necessitar Bom. Atrav��s desse sentimento das percep����es, eu comecei a estudar e receber mensagem nas redes sociais e buscar informa����es sobre a nova forma de poder ajudar, Impactar positivamente o direito e eu acabei descobrindo, come��ando a me interessa mais sobre Miguel Design Jo��o Logo o que n��s vamos conversar um pouco hoje Nesse papo, o visual logo �� uma forma de trazer uma experi��ncia visual para o ambiente jur��dico que trava mais clareza para processos para perto, ajudam, indicando para os clientes, em geral, de uma forma bem l��dica, mas que traz uma coes��o da informa����o desde o in��cio, quando ela for planejada, digitada iniciada por algum operador do direito at�� a parte final. Quando a pessoa resolve aquele problema, aquela limite jur��dica, isso pode se desdobrar em um processo, pode dobrar uma cartilha jur��dica. Pode se desdobrar num evento, uma apresenta����o ent��o visual. Longe, ele traz uma facilidade de entendimento para o p��blico que n��o conhece a ��rea jur��dica. Quem n��o �� um estudante ou quem n��o a operador do direito? Ent��o s��o solu����es trazidas, oriundos do mercado privado. Est�� isso j�� tamb��m envolvido em outros segmentos no direito, acabou abarcando esta onda tamb��m para o poder, digamos, seguir a onda conforme as outras empresas. E o mundo est�� mudando, est�� migrando para a nova forma de comunica����o. O direito tamb��m n��o poderia estar atr��s. Ent��o, �� uma forma l��dica, visual de interpretar, de mostrar o direito para todos N��s. Ent��o, ligam, dizem. N��s vamos falar mais sobre processos, sobre formas de atua����o do direito internamente em um escrit��rio, ou seja, tamb��m durante uma urg��ncia durante um processo, para que todas as partes possam compreender de uma forma muito mais clara o que est�� acontecendo em um problema encontrado. O que n��s podemos trazer de de novidade, �� muito mais c��lere, �� muito mais pr��tico, muito mais intelig��vel a infla����o do livro dezanove No mercado jur��dico atual, sem t��cnica jur��dica, conforme os clientes, normalmente os usu��rios finais do mercado jur��dico sempre reclamam. Sempre aponta exportador, o Juridiqu��s comanda muitas pessoas a outra coisa que o ligam design bem ajudar a solucionar perto, muito tenso. Isso pode trazer tamb��m, como at�� mesmo para a magistratura. Para o magistrado, est�� decidindo aquela quest��o uma lista no processo e tem que ler uma inicial de cem p��ginas. Imagine ent��o o n��vel de Ivani vem para ajudar um novo conceito na nova metodologia de aplicar o direito para conseguir melhorar os processos. O entendimento para todos que atuou nesse ramo. N��o vamos jur��dicos no ramo do direito e est�� come��ando tamb��m a entrar nas academias aos poucos

Gabriel:   9:39
legal. Leonardo Eu sou um pouco cr��tico assim desses tanto de tecnologia nova, que destina tudo em ingl��s. Tudo sinto que �� utilizado muito para amedrontar as pessoas que n��o conhecem. E para a minha sina, no fundo tanto violou, como ligou. Desem desculpa, n��o sei se estou certa. Voc�� que �� especialista, mas me parece que �� tudo a aplica����o do design, o direito e vem de formas, pode ser de uma forma mais visual pode ser mesmo por processos mais criativos.

Leonardo:   10:16
O que n��s vemos o que acontece �� que eu tinha, apesar do esperma e visual, o design que vem de vamos entrar dentro do direito para trazer mais luz, perdendo todos os pontos do processo, todos os pontos que estariam ocultos ou n��o interesse. Jid�� atualmente �� muito importante. Quando n��s discutimos sobre conhecimento, existe uma teoria do conhecimento, em que os advogados, operadores do direito, devem pelo menos buscar saber mais sobre isso. Mas eu posso resumir aqui que podem ter um conhecimento em ter. A pessoa tem uma vertical que ela domina amplamente ou tem muito conhecimento. Por exemplo, um prazer que um carro de som met��lico com o criminalista, ent��o o conhecimento de mais vertical �� o direito penal. E tem outros conhecimentos que pode agregar na sua carreira, que est��o conhecimentos paralelo a esta vertical, que v��o complementar a atua����o daquele profissional de forma melhorar o seu profissionalismo, Desempenho com outras pode usar esta dentro dela tamb��m pode ser design, pode ser engenharia, linha, pode ser amigos, enfim, s��o v��rios os complementos a essa vertical maior, digamos, o direito penal que o profissional agrega a sua vida. profissional, ele pode melhorar o seu desempenho. S��o de conhecimento interno. Qual ci��ncia paralelo ficariam clima, digamos assim, pensando numa letra teve ficarem m��nima, como alguns pontos, outro lado dos outros. N��o conhe��o muito o direito penal, sendo uma vertical do maior no centro de conhecimento, e o design para agregar mais uma forma de amplia����o desse conhecimento para melhorar a carreira jur��dica dos profissionais.

Gabriel:   12:29
A gente fala sobre esse conceito assim repetidas vezes. Epis��dio fica feliz que voc�� traz ele e lembro que, quando estudei sobre ligou dezanove, pela primeira vez, esse ano ligou design leve, que tem forte como iniciativa deles, que eles s��o, inclusive os pioneiros de tanto no design. Enfim, que, enquanto, e o que eles falam que ligou design �� uma combina����o do direito com a tecnologia, com design. Ent��o direito vai ser utilizado para promover a justi��a e para a sociedade para resolver os problemas complexos que tem hoje. A tecnologia vai fazer com que tem que resolver esses problemas com menos custos de uma forma mais efetiva. O designer vai ajudar lhe a gente criar solu����es que as pessoas entendam e que as pessoas consigam usar. Quando a gente fala de design, o direito. Acho uma coisa que �� muito bonita, que isso est�� muito conectado com acesso �� Justi��a. Porque se a gente s�� fala j��ri de quinze, se os nossos clientes n��o entendem o que a gente fala, ainda fizeram clientes muito instru��dos. Ainda tem um s��rio problema de acesso dif��cil,

Leonardo:   13:44
isso a�� tamb��m elencado com uma ��rea cuja tem uma ala. Minha janela que entender o que �� que o usu��rio est�� precisando. Ou seja, foco sempre no usu��rio, todos os projetos que desenvolve, o conhe��o, de onde algumas outras ��reas, principalmente na tecnologia dos ��ltimos dez anos para c��, que pensou muito, colocou muito entender o que o usu��rio fa��a sentido. Ou seja, antes, as solu����es eram mais pensado para um p��blico de mar��o. Agora n��o est�� afunilando per��odos, bem mais processos, digamos, bem mais r��pido aquilo que o usu��rio v�� resolver com aquele problema. China ent��o, por exemplo, se expor na Justi��a. O usu��rio n��o entende um termo do advogado Paulo Para ele, como que o Brasil pode ajudar muito, trazendo algumas solu����es de protesto para que este usu��rio possa compreender melhor? Bom para quem o usu��rio tem que concluir compreender melhor o que n��s vamos falar de um termo que tem na minha ��rea. Tinha muito que ent��o o modelo por um dia chamado a superintend��ncia do ou em ingl��s e usar isso que determina todo o foco de um de um projeto, todo o foco de um processo em que procura resolver para melhorar a experi��ncia que nos doar. Trazendo um exemplo aqui, podemos falar que voc�� pensa do usu��rio para na hora de vender o produto, voc�� digamos, tem que ficar um caos na parte daquilo usu��rios. Ent��o, entender como o usu��rio vai efetivamente utilizar um produto que ele vai ter, alguma resposta s��o aquilo adaptado para o corpo dele, o biotipo daquela pessoa. Enfim, uma s��rie de fatores. Quem devem ser analisados Isso todo n��o forem respondido. Assim que se lan��am produtos de valor de mercado privado para o fil��o. O produto n��o foi testado todas as possibilidades. Pode ser que o produto tenha um sucesso na hora da sua venda do Sul posi����o e trazendo para o mercado jur��dico, para a pol��tica, melhor, dizendo se o usu��rio n��o come��a a entender ele ou deixa de acessar destina����o ou deixa de buscar solu����es legalmente cab��vel para tentar algumas solu����es extrajudiciais que n��o s��o t��o digamos ent��o de casa, para aquele uso, A pessoa tenta fazer um acordo que n��o tem uma base legal. Tentar, digamos, resolver. De qualquer forma, ela pode estar perdendo, n��o trazendo isso uma melhor tempo do usu��rio para o direito. Respondemos a notar que as pessoas se sentem melhor realizado com aquela informa����o, com aquele procedimento dado explicado de uma forma clara a�� que ��s vezes ele entra. Ent��o, unidade vem para agregar uma melhoria ao direito na qual j�� est�� sendo utilizada h�� muito tempo no mercado corporativo e digamos que o Direito come��ou a enxergar efetivamente nos ��ltimos dez anos a necessidade de e mail forte evento essa feita. Praticamente nos ��ltimos cinco anos, tivemos uma subida de procura por cursos por conhecimento, na ��rea de Minas vai de dois mil e quinze para c��

Gabriel:   17:40
e Leonardo se inicia. O escritor de pequenas, ent��o advogado aut��nomo est�� escutando queixa. Aqui est�� falando que a Liga Augustin desse neg��cio de utilizar o design, o direito que a pessoa pode fazer amanh�� para de fato, consegui aplicar isso na realidade deles.

Leonardo:   18:02
Ele pode buscar no site da ��reas da ��rea do design para entender um pouco sobre a melhoria dos processos, ent��o a gente pode, depois, at�� indicar dentro do dos parte da Fil��, algo certo para ele poder ler mais a refeito. Mas o pequeno advogado, mesmo a pessoa que �� ��nica no escrit��rio, n��o precisa ficar preocupado, porque isso n��o �� uma, digamos, uma tecnologia. N��o vou dizer que n��o �� uma tecnologia. O n��vel de tamb��m n��o �� uma tecnologia, �� uma melhoria de processos para o qual o mundo todo est�� indo nessa dire����o. Ent��o, para melhorar o processo dele, n��o entendi. Nunca ouviu falar ou j�� come��ou a ouvir? Eu indico a leitura de algum tempo para utilizar, nos ligam design. N��s podemos deixar no baixo da av��, para que ele conhe��a mais a respeito para com o principal ponto. Mesmo antes de a pessoa pensar como eu posso melhorar do meu cliente, o meu cliente, nem falar comigo. O que eu vou oferecer? Informa����o para ele, o advogado pensar em falar em v��rios jurisprud��ncia, v��rias doutrinas, isso num primeiro momento n��o �� interessante para o usu��rio. Estou falando de um procedimento de primeiro contato. Ele pode se comunicar de uma maneira mais clara, humanos da maneira, porque nenhum tipo porta entender aquilo que est�� sendo resolvido para ele e depois na sua perna com embasamento melhor. Voc�� direciona aquela comunica����o para parar um tribunal no fim de uma maneira mais adequada, porque tratando do usu��rio pelo cliente, �� isso que tem pensar qual a melhor maneira de poder atend�� lo com uma comunica����o mais clara e com um pensamento mais aberto. Porque quando divulgaram hoje n��o foram ao luxo de pensar que o mundo vira atr��s dele. Agora as coisas mudaram um pouco, o usu��rio tem mais informa����o, tem mais poder de busca. Digamos que ainda uma certa autonomia tamb��m para decidir qual solu����o que vai aplicar para aquele problema dele. Ent��o, sabemos que hoje no mercado temos milhares de advogados e a cada semestre vai mais mais. Advogados s��o lan��ados a�� no mercado trabalham de forma aut��noma ou dentro de alguns escrit��rios como colaborador para conter a dialogar. O porto pode destacar primeiro, com conhecimento e agindo de uma maneira que o usu��rio dele, o cliente dele perceba que aquele profissional vai poder atend�� lo naquela sua demanda. E com o processo mais claro, mais enxuto. De uma forma, muito mais. Clint, o cliente, vai compreender. Vai assimilar o entendimento que o advogado pode resolver o problema dele e que ele vai ter uma comunica����o mais clara. Isso �� uma grande dor. H�� muitos anos tem a justi��a e os usu��rios. Quando a gente fala em dorne protesto esta �� um termo dentro do n��vel de idade. �� uma dor entre o cliente que n��o entende nada do direito da parte jur��dica entre os tipos foi ele n��o consegue perceber uma mudan��a e s�� esperando o resultado final quando dela o juiz defere a favor dele ou n��o defere, apagou. A�� que mais entendimento tivemos? Ele ganhou n��o �� a express��o mais usada comumente na sociedade. Bom, eu ganhei! Eu n��o ganhei. Ent��o o profissional do direito come��ar a trazer uma linguagem mais clara com o entendimento de milh��es de anos, vai poder resolver melhor aquele cliente e mais e mais clientes para o seu portf��lio.

Gabriel:   22:18
Ou seja, quando a gente fala do design, ligou, isolou, inicialmente, gente, pensem infogr��ficos e pensem um design bonito em pe��as bonitas. Ele design, s�� que n��o necessariamente essa vai ser a melhor alternativa, porque talvez o que o seu cliente precisa n��o �� uma pe��a muito bonita. Talvez! Ele precisa de um de uma comunica����o mais efetiva, ele precisa de mais retornos. Ele precisa de um processo de vindas diferente. Ele precisa de conte��dos que o seu escrit��rio produza conte��dos para que ele fique sempre informado quando voc�� falando sobre isso? Leonardo lembrando muito de um caso mil na semana passada, aqui perto, perto do escrit��rio da Frilot, a gente tem tem dois barbeiros aqui perto e eu sempre de vez em quando eu vou em um outra vez, enquanto eu em outro, um desses dessas barbearias, ela �� daquelas barbearias mais modernas. E a�� voc�� chega l��, eles que oferece uma cerveja, tudo h�� uma bonito. Eles criam uma experi��ncia completamente diferente da outra. Barbearia ela at�� arrumada, n��o �� igual a outra n��o, mas ela assim essa outra barbearia O corte �� muito mais r��pido. Ela n��o �� t��o uma ainda n��o, mas o corte mais apto. E a�� primeiro, estava indo naquela outra cara mais arrumada. E houve Cukor, estava demorando muito. E eu, como o cliente da barbearia, o que eu mais queria n��o era servir? N��o era o aroma legal, N��o era aquela barbearia mais chique. Eu queria que fosse r��pido e eficiente. A outra ela podia at�� ter investido menos em todas essas outras quest��es. Mas como ela estava fazendo uma maior necessidade, que era ser r��pido, eu conhecia isso nessa outra. Ent��o acho que acho que tem v��rias v��rios escrit��rios que est��o investindo em v��rias coisas para cativar seus clientes em que o cliente queria outra coisa. Talvez o primeiro passo da barbearia seria vou fazer. Vou fazer um atendimento r��pido, corte r��pido e diminuiu o tempo m��dio por corte. Depois eu vou colocar servida. Depois vou colocar as outras coisas, porque se n��o voc�� uma frase que o falo que repetidas vezes e vou repetir de novo que ��, se n��o voc�� fala de design de interiores por um local que, apesar de um pedreiro ainda

Leonardo:   24:52
exatamente um exemplo, eu traz muita muita clareza, aquilo que todo dia, n��s design nos deparamos para resolver uma demanda para a primeira coisa. Gabriel Seja, n��o vamos jur��dico, seja no ramo m��dico, na engenharia, enfim, Medicina compreenda o que o seu cliente, A primeira coisa entendimento. Ent��o, nos protestos de junho de n��s n��o falamos aqui. Mas �� um processo no qual se aplica. Ligam de Isaias a primeira coisa descobrimos quem �� nossa cliente, antes de responder a perguntas antes de pensar em tecnologia antes de pensar em processo. Quem �� o nosso cliente? Bom nosso cliente, ao Gabriel. Ele, o que ele quer ao Gabriel �� um corte mais r��pido, poupa. Descobrimos o s��rio ponto Gabriel, que �� um corte mais r��pido. Ent��o, existem outros tamb��m com a mesma perspectiva do Gabriel, no qual n��s podemos atender. Ent��o a empresa que define fazer investimentos no escrit��rio de advocacia que decide fazer os investimentos em cheias, eles t��m tecnologia. Santos deve pensar primeiro em conhecer o seu cliente. Conhecendo seu cliente, ele acompanhou utilizar investimentos. E, melhor utilizando investimento, eles podem realocar obra para outros investimentos futuros. Para agregar novos tipos de clientes para conhecer novos usu��rios, vamos ampliando de uma maneira progresso com racionalidade. A carteira de clientes dele, por exemplo, �� brilhante

Gabriel:   26:44
e, assim como ele, fala de design, Enfim, De todos esses outros derivados a gente fala de ferramentas para fomentar a criatividade e inova����o e a inova����o e a criatividade. Elas v��m de algo que n��o �� ��bvio. Ent��o se t�� todo mundo querendo fazer peti����es bonitas, talvez isso j�� est�� assim. Ainda est�� longe de ser ��bvio. Mas talvez existem formas mais criativas que podem atingir o mesmo resultado, sem que voc�� tenha todo esses gastos

Leonardo:   27:19
exatamente existem vezes menos iniciais. Gabriel, muito barato que qualquer escrit��rios local pode suportar

Gabriel:   27:29
conta para isso. Ent��o

Leonardo:   27:33
tal propriedade da Porque o que ser�� feito, o primeiro a tentar em processo, entender o cliente conforme a lei, a segundo desenhar processo tenha processo, voc�� vai dar para atrair apoio l�� o papel, isso, C��rebro, tr��s coisas doutra ou pelo menos, deveria ent��o ser bem ganhando o processo para entender o cliente, compreender o que voc�� vai poder definir l�� no final deste processo, no qual um designer de experi��ncia pode quando pode ajud�� los a descobrir qual �� o objetivo do cliente. Est�� a�� com essa resposta no final desse processo de a�� vamos investir tal tecnologia, ou n��o �� a tecnologia ao nosso atendimento ou n��o �� o nosso atendimento, �� a nossa comunica����o, o que precisa ser resolvido. Ent��o, inicialmente entender, o cliente deseja um processo de descobrir dores, solucionar lutadores, vencedores e a gente fala no final deste procedimento de design frente que atestar com a solu����o prestando estamos solu����o. O escrit��rio vai poder j�� entender que aquele ali �� o problema, seja resolvido o problema n��o foi resolvido algo dentro desse, descem do processo, n��o foi compreendido de maneira clara, e a�� volto a dizer um processo no qual ��, repito, gasta lato, e, papel e conhecimento, ent��o redescobriu o que foi feito. Isso a�� n��o �� custo alto para nenhum escrit��rio. Depois que vai investir em tecnologia, em pessoal, mais capacitado ao devo contratar no meu escrit��rio um estagi��rio mais especializado em tribut��rio para me ajudar isso. Nesse desenho de n��vel design, podemos descobrir. N��s podemos orientar ao advogado, ao escrit��rio de advocacia, o que ele realmente vai aprofundar. Porque, porque o n��vel de bem ele vai ajudar toda e qualquer empresa seja uma empresa de grande porte, das empresas de pequeno m��dio, ou at�� mesmo com um advogado a repensar a sua forma de atuar. Ent��o isso a�� n��o importa, N��s n��o estamos olhando para ele que �� a empresa atualmente. N��s vamos olhar para o usu��rio dela, este �� o foco. Eu j�� comentei antes, levou, refor��a. Novamente. Tudo deve ser pensado no cliente na experi��ncia do usu��rio.

Gabriel:   30:24
Muito valioso. Isso que se trouxe, eu acho que sim. Se voc�� colega, advogado e advogada, que est�� nos escutando agora, se sair de alguma coisa. Se voc��s sa��rem com essa frase aqui que Leonardo trouxe, acho que valeu a pena voc�� ter executado epis��dio at�� que acho que aplica����o de design o direito �� um convite para que a gente pense nos problemas que a gente tem no escrit��rio, tamb��m nos problemas que os nossos clientes possuem de uma forma diferente. Ent��o, vamos pensar de uma forma sist��mica, vamos estender qualquer causa raiz do problema para que o problema est�� na cultura do escrit��rio. Ser�� problema, est��o nos procedimentos internos. Ser�� que est�� na divis��o de tarefas? Ser�� que o problema est�� na falta de comunica����o com clientes? Ser�� que alguma ferramenta visual pode ajudar na comunica����o com o cliente? E a partir disso, voc�� entende? Sou maior gargalo, define as maiores prioridades e come��a a realizar testes para ver o que vai gerar mais resultados, com m��nima de recurso poss��vel.

Leonardo:   31:27
Pelos atos eu vou falar que para os ouvintes, para quem acompanha, pode, quer te por falar, Tem verba que �� a linha dorsal do ligam, dizem nos processos de desenvolvimento das solu����es. Anota a�� entender, observar, definir, idealizar, pronto de quarto, testar isso a�� do atual Para quem nunca ouviu falar isso �� uma sequencia de procedimento que n��s conseguimos resolver qualquer problema de processo, de resolu����o de dores dentro de um escrit��rio de advocacia.

Gabriel:   32:09
Isso tem tudo a ver tamb��m com outras metodologias. Liga o Grupo Pequim, por exemplo, que �� uma metodologia que usa muito teste e at�� com o pr��prio m��todo cient��fico de testar hip��teses que o Galileu Galilei utilizou l�� atr��s e v��rios outros cientistas. Sou uma apaixonada desses m��todos tamb��m. E assim voc�� j�� falou de alguns conte��dos no blog da Rel��gios, t��m um artigo espec��fico sobre o design. A gente tem um outro tamb��m, que �� porque toda a peti����o deve ser feito hoje e a gente tem uma s��rie de aulas no curso online gratuito. N��o se no YouTube uma espec��fica que a gente fala de liga����es an��nimas, v��rias outras que n��o �� especificamente, ligou online, mas sobre assuntos para te ajudar a entender melhor o seu, seu cliente ideal de seu escrit��rio e esses tudo isso. E tamb��m h�� a descri����o desse epis��dio. A desculpa. Transcri����o nesse epis��dio vai estar dispon��vel para voc��s aqui na descri����o e Leonardo queria saber assim foi atingido para todo mundo que o design n��o uma s�� ali as pe��as bonitas, o infogr��fico, os ��cones da est��tica isso. Mas assim, vale a pena um advogado aprender a est��tica? Vale a pena ele aprender photoshop Vale a pena ele contratar algu��m para fazer isso? Sua vis��o sobre isso?

Leonardo:   33:39
Eu indico ao advogado conhecer um pouco, mas ele n��o precisa se debru��ar porque voltando ao conhecimento em ter que n��s comentamos no in��cio, quando Norte, pois quer, ele tem que tocar. Tem uma na sua ��rea central, no direito e na sua ��rea para a qual ele estudou, mas tem um pequeno conhecer outra das outras ��reas, at�� mesmo tempo para saber para saber a comentar que algo ele precisar resolver de ��ltima hora. Ent��o, o que eu digo para advogado �� conhecer ler um pouco mais sobre o livro Design em rela����o ao programa n��o precisa ficar se preocupando com isso normalmente t��m muito profissionais, podem dar um suporte estagi��rio tinha no seu advogado vai precisar, porque ele focar, por exemplo, em aprender novas tecnologias, vai ficar focado na parte tecnol��gica, �� um s�� Um exemplo, que eu estou trazendo para �� para n��s, para essa nossa conversa, porque ele vai sair do foco de direito para se preocupar com tecnologia. E isso n��o �� interessante. Ele �� bom ele conhecer, conforma falei no conhecimento �� muito interessante saber um pouco a mais, porque esta imagem pode ser aplicada, que s��o conhecimentos mais r��pido, mas n��o precisam se aprofundar porque n��o vai ter o servi��o deles. Perdeu para o conhecimento, aplica����o jur��dica e para ajud�� lo profissionais com conhecimento. No meu caso, �� experiente, nublado para o direito para o mercado corporativo, o superintendente tamb��m em visual, lontra, ex��rcito, as situa����es jur��dicas de uma maneira mais clara em um visual mais, digamos assim para o usu��rio dele. S��. Como exemplo o Gabriel, eu estou fazendo um servi��o a uma empresa. Na parte tecnol��gica, eu recebia uma demanda para uma tarefa de solucionar uma explica����o de um manual, digamos assim, de tecnologia de cem p��ginas, como o que poderia explicar com o visual controlo t��o habitual que, neste caso, �� visual logo mais tecnologia Gabriel, Eu, lendo todo o escopo deste manual, compreendendo n��o profundamente mais entendendo dos processos no qual �� aquele assunto espec��fico, estamos entendendo. Eu traduzo isso em apenas uma folha, Com solu����o visual, entanto, contando irris��ria. S�� redu����o de tempo de tempo das pessoas para discutirem, por exemplo, uma palestra, um curso r��pido ou at�� um ��ndio nas redes sociais de cem p��ginas para uma p��gina n��o conseguir fazer isso foi muito bem aceito pelo meu cliente. Ent��o eu estou informado porque temos solu����es online, vai poder ajudar muito o escrit��rio de advocacia em outras empresas a trazer uma comunica����o, mas impede usada. E se precisar aprofundar um pouco mais o pr��prio profissional, advogado, enfim, ele pode explicar aquele toque especificou que as pessoas v��o para cuidar de um entendimento mais aprofundado, que nos quais vai demandar mais. Ent��o, como o mundo hoje �� muito, acho, ent��o a coisa, um entendimento bem claro e r��pido. A solu����o visual. Ela �� muito importante no nosso giro tecnol��gico e mesmo nessa Norte da nova gera����o visual, porque assim entendemos que o tempo �� importante para todo mundo. E se a pessoa conseguir compreender um assunto em apenas uma tela ou duas no m��ximo tr��s, dependendo do assunto em comunicado, ela j�� ganhou um tempo depois, ela vai estar aprofundar naquilo que ela deseja, naquilo que ela prefere para solucionar que aquele guerra de conhecimento, que ela n��o sabia at�� ent��o ele momento

Gabriel:   37:56
muito legal Senado Assim, o gosto muito de pensassem. Acho que no mundo ideal �� sempre bom. Voc�� tem um design na sua equipe, design em tempo integral para que atinja o dano. S�� que os recursos s��o finitos e acho que nem sempre tristinho tem recurso para estudo. E eu acho que muitas coisas que consegue quase cumprir o papel do design, principalmente para advogado ele est�� no in��cio. Ent��o, assim, as ferramentas legais pode ser algo que voc�� pode ter usar ap��s Ponte Quinta- O uso �� porque o uso que noite eu gosto bastante e com isso voc�� conseguir quebr��, basta enxugar assim, no in��cio, aprender um pouco. Dependendo do conto de recursos que voc�� tem. Agora se tem um pouco mais recursos, a importante que entender qual chamou problemas. Ent��o, se o seu problema o problema, capta����o de clientes, ent��o talvez um mil dez fino, um designer para a vida em redes sociais para ajudarem, dizem melhorar o o contrato de presta����o de servi��os com que um cliente para que fique mais visual ou algo assim, alguma coisa para captar clientes, talvez vai, N��o vai fazer tanto sentido que voc�� invista em um design para melhorar a efetividade dessas peti����es Nesse momento. Depende muito do momento do escritor e a�� pode ser que faz sentir, contratam, contratam, fre, lance numa empresa ou talvez internalizar online? Eu acho que existem v��rias possibilidades. Eu acho que isso as startups fazem bem o modelo de esporte de trabalhar em esquetes, que �� o conceito que eles dizem. Basicamente ele convida que a gente trabalhe com pessoas de ��reas diferentes porque isso provavelmente vai gerar resultado diferente. Ent��o, acho que se voc�� n��o tem recurso, faz parte do design. Fingem que voc�� consiga otimizar ao m��ximo sem recursos e conseguir criar coisas legais assim mesmo

Leonardo:   39:53
legal de maio, citou. Ainda n��o tinha lembrado de que est�� no nosso papo inicialmente sobre o time, dentro das empresas, decoro tema. Ent��o, s�� trazendo um pouco de informa����o a mais para o nosso ouvinte, por exemplo, quando j�� est��o formados com pessoas de ��reas diferentes para solucionar um certo tipo de problema ou para realizar uma demanda corriqueira. Tinha vinte dentro das corpora����es. Ent��o trazendo como exemplo, n��s podemos pegar uma pessoa financeiro, a pessoa deve pagar uma pessoa de opera����es, uma pessoa jur��dica. Ali, n��s podemos formar os quatro pessoas para resolver uma dor, algo que est�� incomodando ou que est�� atrapalhando, est�� freando o desenvolvimento da empresa que um chefe sozinho, por exemplo, s�� que n��o ter��o, n��o poderia resolver. S�� o jur��dico ia demorar. Resolver s�� opera����es, talvez n��o poderia compreenderia bem aquele problema. Ent��o n��s juntamos setor de ��reas diferentes, mas vamos ficar dentro de onde vamos. Agrup�� mim, o maior chamado tema. Ent��o, a partir do tamanho da empresa, os grupos v��o se misturando. Fontinele quando eles fazem, depois s��o agregados a novos grupos. �� uma din��mica muito horizontal e muito interessante de trabalhar, no qual d�� para ser aplicada em escrit��rios juridico de advocacia e quem realiza e s��o muitos anos de experi��ncia. O uso que ele pode levar e poder formar estas aqui com o conhecimento do que j�� �� aplicado no processo, ele pode construir todas aqui com uma hora de paralisa����o melhor do time. �� muito importante quando falei essa palavra. Porque n��s pensamos nos empregos muito como hierarquia, ou seja, total. Onde o bot��o ainda at�� tocou mais, n��o seja aquilo, n��o temos pessoas em n��vel baixo, medianos, n��veis, alto aos ilegal. Precisamos mudar um pouco mais sete atualmente e que as empresas est��o mudando, est��o colhendo j�� pronto dia para uma horizontaliza����o objetivo. Ou seja, eu posso pegar at�� mesmo e ou colocar dentro de uma equipe, da forma como a pessoa de ch��o de f��brica e Aline resolver uma situa����o e dentro do ramo juristas especificamente no escrit��rio advocacia n��s podemos formar. Foi tipo com pessoas tamb��m com p��s-doutorado em um estagi��rio junto da mesma equipe para resolver aquela dor para trazer o melhor din��mico, melhor que tem para o consult��rio. Isso tudo �� conhecimento de liga o des��gio aplicado na velha, digamos, do escrit��rio. E isso traz uma mudan��a, as equipes ficaram com a mente mais aberta, n��o compensam a saiu. Tem que resolver o problema, afinal, os problemas est��o de todos. Todos est��o envolvidos e incluem a forma de trabalho muito melhor. Quando voc�� tem essa m��dico de profissionais ferem, voltando tamb��m naquele papo do conhecimento, entende. Cada um vai ter o seu conhecimento em tem todos. Quando vamos, quando v��o atuar em conjunto para resolver um problema, a solu����o �� muito mais perspectiva, mais r��pido, encontrados.

Gabriel:   43:49
Tem uma frase que gosto muito �� que vou falar alto. Ele tem um livro que �� chamar a quinta disciplina. �� um cl��ssico de gest��o. Ele fala o seguinte que a soma dos esquis assuma dos casos individuais, ela �� menor do que o que e coletivo. Ent��o, se todo mundo trabalhar sozinho individualmente, a soma de todo mundo junto ela vai ser menor do que o que todo mundo coletivo. Ent��o, quando a gente trabalha junto, a gente potencializa uns aos outros e a gente consegue resolver problemas cada vez mais complexo de uma forma mais efetiva. E o designer isso nem Leonardo e com isso tiveram mais de resolver problema seja l�� qual seria a melhor forma poss��vel.

Leonardo:   44:38
Exatamente, vou trazer uma luta para o ramo jur��dico para quem est�� nos escutando quando fala em design, na hora de variar muito em carros, carros movem teme aquela solu����o de produto, mas vai al��m disso. Vai al��m da ��tica. Ele trabalha na fun����o do produto. Quando estamos falando do produto como est��o falando, Perdido solu����es para sermos, Ele vai trabalhar na solu����o para o usu��rio que n��o daquele, o que os usu��rios vem atualizando para melhorar os processos da empresa. Eles v��m estudando design, seriam isolar o policial. Ele foi chamado de experi��ncia. Ent��o eu incluo nessa categoria, porque ao longo dos anos, ap��s conflitos quando n��s podemos trazer novas solu����es que nem tem grandes investimentos para trazer, digamos, uma nova vers��o para a imprensa ou para escrit��rio. Isso o desarme de experi��ncia pode solucionar e ajudar aquela corpora����o. Acredito vit��ria a resolver, uma pequena, uma grande ind��stria esteja passando

Gabriel:   46:03
algum. Encara o final? Leonardo,

Leonardo:   46:08
Tenho sim, vou copiar uma frase do grande mestre do jogo �� uma refer��ncia para mim, time de ��leo, ou seja, pensa diferente, n��o pensa da mesma forma como todos os anos atr��s voc�� pensar diferente e come��a a agir diferente, voc�� vai ter solu����o diferente para o seu problema.

Gabriel:   46:34
Muito obrigado. Na arte o ve��culo. Aprendi bastante com voc��. �� sempre bom pensar em resolver os problemas e dos advogados dos clientes e que todo direito como um todo, se voc��, esse colega advogado que est��o e advogados que est��o executando agora come��arem a aplicar isso em suas vidas, a gente vai estar cumprindo nossas fun����es fun����es sociais, como advogados e advogadas. A gente vai estar aproximando o direito das pessoas em que vai se aproximando. O direito das pessoas que n��o t��m o juridiqu��s vai estar se comunicando de forma mais efetiva, com clima, com os clientes. Est�� desenvolvendo estrat��gias mais efetivas para adquirir clientes e o sistema como um todo ganha. Todo mundo sai ganhando com isso. Ent��o esse �� um tema, o que pode gerar tanto mais dinheiro para o seu bolso, Mas tamb��m pode realmente ajudar pessoas que hoje em dia os seus direitos desamparados por desconhecimento. Mas mais ele, se voc�� come��a a aplicar isso no seu escrit��rio, come��a a produzir conte��dos, por exemplo, da sua ��rea de especialidade, que produz. Isso de uma forma legal que essas pessoas v��o compreender. Talvez essas pessoas nem v��o estourar o cliente, se voc��, mas elas v��o entender melhor seus direitos e v��o agir de forma diferente. Garante isso, Eu acho que isso isso que �� legal, ent��o fique cercada para todo mundo de vamos, sim, aplicar em nossas realidades. Mas vamos tamb��m pensar no impacto que tudo isso pode, pois setembro coletiva

Leonardo:   48:09
exatamente a melhoria para todos. Essa aplica����o s�� faz nova, repito n��o com tecnologia e inova����o a infla����o implique mudan��a de mentalidade mais sete e comportamento dentro das corpora����es. Eu agrade��o pelo convite, fiquei muito feliz e os ouvintes, o que eles quiserem saber mais precisar de alguma que a gente possa ajudar a resolver um problema. Vou deixar meus contatos todos a�� com Gabriel Parte da l��gica e voc��s podem entrar em contato com ele. Eu fico a disposi����o.

Gabriel:   48:48
Obrigado novamente Leonardo, Agrade��a o colega, advogado, colega, advogada, sempre presentes, a�� conosco muito, Fico muito feliz com audi��ncias serem cr��ticas, ex falem conosco, tiverem sugest��es de temas, sugest��es de convidados, a gente estar sempre buscando pessoas boas para estar, est�� trazendo aqui para debater com voc��s e a j��ri, Porque, ��s vezes o dia facilmente encontrar o melhor time para voc�� encontrar o melhor convidada. Ent��o v��rios convidados, como Leonardo, por exemplo, foi uma indica����o, isso �� sempre bom. Ter pessoas que voc��s gostariam est�� aqui porque isso contribui com a qualidade do programa em que se v��. Na pr��xima quarta e na pr��xima quarta, a gente vai ter entre oito e ilegal de falar de lideran��a e gest��o de pessoas com a Marcela que trabalha. Ela nao tenho certeza que voc��s conhecem. Tem certeza que voc�� n��o gosta bastante do epis��dio. Recomendo fortemente que voc��s discutem tamb��m!