Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#42: Tecnologia, Ensino e Profissões Jurídicas. Uma análise Empírica - c/ Marina Feferbaum

March 11, 2020 Season 2 Episode 22
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#42: Tecnologia, Ensino e Profissões Jurídicas. Uma análise Empírica - c/ Marina Feferbaum
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#42: Tecnologia, Ensino e Profissões Jurídicas. Uma análise Empírica - c/ Marina Feferbaum
Mar 11, 2020 Season 2 Episode 22

No episódio de hoje, nós faremos uma análise empírica dos impactos da tecnologia na advocacia e no ensino jurídico.

A FGV/SP, por meio do Centro de Pesquisa e Ensino em Inovação, coordenou uma pesquisa com 403 escritórios de advocacia para saber o quanto os advogados estavam inseridos nas novas tecnologias.

Como foi feito esse levantamento? Quais as conclusões dessa pesquisa?

Será que os escritórios de advocacia e os advogados estão preparados para inovar?

Quais os impactos dessas tecnologias no ensino jurídico?

Será que ainda vale a pena fazer direito? Os robôs vão acabar com os advogados?

Quais são as novas profissões que estão surgindo no direito?

No episódio de hoje do #lawyertolawyer, Gabriel Magalhães entrevista Marina Feferbaum.

Ela é Doutora, Mestre e Graduada em Direito pela PUC SP. É professora,  Learner Designer (Kaospilot), coordenadora da área de Metodologia de Ensino e do Centro de Pesquisa e Ensino em Inovação, da FGV/SP.

Referências citadas durante o episódio
1) Pesquisas do CEPI da FGV DIREITO SP

2) Artigos do CEPI sobre o tema


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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

No episódio de hoje, nós faremos uma análise empírica dos impactos da tecnologia na advocacia e no ensino jurídico.

A FGV/SP, por meio do Centro de Pesquisa e Ensino em Inovação, coordenou uma pesquisa com 403 escritórios de advocacia para saber o quanto os advogados estavam inseridos nas novas tecnologias.

Como foi feito esse levantamento? Quais as conclusões dessa pesquisa?

Será que os escritórios de advocacia e os advogados estão preparados para inovar?

Quais os impactos dessas tecnologias no ensino jurídico?

Será que ainda vale a pena fazer direito? Os robôs vão acabar com os advogados?

Quais são as novas profissões que estão surgindo no direito?

No episódio de hoje do #lawyertolawyer, Gabriel Magalhães entrevista Marina Feferbaum.

Ela é Doutora, Mestre e Graduada em Direito pela PUC SP. É professora,  Learner Designer (Kaospilot), coordenadora da área de Metodologia de Ensino e do Centro de Pesquisa e Ensino em Inovação, da FGV/SP.

Referências citadas durante o episódio
1) Pesquisas do CEPI da FGV DIREITO SP

2) Artigos do CEPI sobre o tema


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Gabriel:   0:16
as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito. Meu nome Gabriel Magalh��es bem vindo ao longo de esse, pode querer foi oferecido pela Frilot a forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito, de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da vida, dado ponto frio ponto ou enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo, e a�� s�� aguarda mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes, as advogadas. Ol��, advogados. Sejam bem vindas, Sejam bem vindos a mais um lote goiana, frilot enorme, Gabriel Magalh��es. E �� um prazer estar aqui com voc��s novamente. No epis��dio de hoje, n��s faremos uma an��lise emp��rica dos impactos da tecnologia, tanto na advocacia quanto no ensino direito. E a�� a gente vai trazer uma profissional que eu j�� v��o apresentar. Para voc��s, que coordenou uma pesquisa com quatro cintos e tr��s escrit��rios de advocacia do Brasil para saber com inseridos esses escrit��rios estavam na tecnologia. O que que eles descobriram nessa pesquisa? Como que esse levantamento foi feito? Ser�� que os escrit��rios do Brasil est��o preparados realmente para investir em tecnologia e tamb��m para inovar pouco impacto dessas tecnologias no ensino jur��dico? Ser�� que vale a pena fazer direito com tantos advogados que est��o se formando? Os rob��s eles v��o acabar com os advogados. Quais s��o as novas profiss��es que v��o surgir no Direito? Eu tive o prazer de debater todos esses temas com a Marina Ferro. Ela �� doutora, mestre graduado em Direito pela Pontif��cia Universidade Cat��lica de S��o Paulo. Ela tamb��m Lana diz a professora e coordenadora da ��rea de Metodologia de ensino e tamb��m do Centro de Pesquisa e Ensino �� Inova����o deve haver direito S��o Paulo. Ela tamb��m tem uma atua����o de pesquisas, tanto em direitos humanos quanto no sistema jur��dico africano, no ensino jur��dico brasileiro, e tamb��m sobre metas de ensino e tecnologia de Direito S��o Paulo Ela tamb��m coordenou o Observat��rio do Ensino de Direito e cursos de p��s gradua����o lato sensu. Ela tamb��m foi professora da p��s gradua����o nas disciplinas de Metodologia cient��fica internacionaliza����o das ��reas jur��dicas. Ela j�� publicou, organizou diversas obras sobre direitos humanos, ensino jur��dico, de metodologias participativas de ensino, al��m de ministrar cursos de forma����o docente pelo Brasil. E o mais interessante sobre a Marina, que no epis��dio de hoje ela consegue realmente unir a academia ao que a gente precisa nos dias de hoje, que �� a partir da academia, a gente criar dados que podem ser utilizados tanto para melhorar o ensino, quanto para conscientizar o mercado dos problemas que a gente tem hoje do que a gente pode fazer diante disso. Eu convido voc�� que fique at�� o final dessa entrevista Tem certeza que vai valer o tempo investido at�� logo Oi Marina seria bem vindo ao Haiti? Loya n��o pratiquem? Servia que hoje

Marina:   4:06
eu que agrade��o Gabriel �� uma honra receber esse convite. Haiti voc��s, Muito obrigada!

Gabriel:   4:13
Muito obrigado, Marina Eu j�� li alguns artigos que voc�� a�� nu com juros de outros ve��culos e admiro bastante seu trabalho. Eu estou muito curioso para saber sobre essas pesquisas que voc�� lidera. E sobre inova����o e tecnologia, o que voc�� mais conta, o porquinho para os colegas ouvintes, Um pouco mais sobre essas pesquisas que, por que voc�� conduziu. E o que voc�� aprendeu com essas pesquisas

Marina:   4:42
legal, com o primeiro botado? Bom dia a todos! E todas que est��o ouvindo. A gente tem aqui na escola, na Funda����o Get��lio Vargas, feito muitos trabalhos para entender um pouco como �� que tem funcionado o mercado jur��dico de fato, porque o que a gente sente �� uma ang��stia muito grande para entender o que de fato est�� acontecendo nesse mercado. Quais mudan��as que a tecnologia tem imposto? Que tipo de ferramenta dos escrit��rios de fato est��o usando adquirindo? Ent��o, parece ser a sensa����o que a gente tem de hobby conversar com muitas escrit��rios. �� que isso �� uma defini����o que uma aluna minha falou uma vez parece que voc�� vai tomar um copo de ��gua e vem, garante tanta informa����o atenta, servi��o, tanto a oportunidade que os escrit��rios ficam muito perdidos assim um milh��o de navegar e como navegar Diante de toda a todas essas informa����es,

Gabriel:   5:48
Marina disse Combate interrompido, Mas quando eu comecei a estudar sobre direito e tecnologia, eu fui um evento no hotel, confronto da Restart e a�� tinha tanta tecnologia sair do evento, foi, assinou Se eu quero aplicar o quero usar alguma coisa e eu realmente n��o conseguiu encontrar uma solu����o na minha realidade na ��poca,

Marina:   6:12
exatamente isso angustiou. Acho que muitos escrit��rios das pessoas que t��m que tomar decis��o ou porque o cliente tamb��m pressionam por quem. Quem acha que est�� perdendo alguma coisa, mas enfim, �� um mercado realmente que est�� em transforma����o. E a�� n��s, enquanto faculdade de Direito, a gente tem muito interesse esse mercado para a gente conseguir formar nossos alunos, entender que compet��ncias e habilidades esse mercado buscando, para que a gente possa, de fato, desenvolver isso tamb��m. Enquanto faculdade de direito, um pouco a gente faz mais adiante sobre isso, mais a pesquisa em si, ela foi para entender qual que �� o grau de inser����o tecnol��gica dos escrit��rios. Ser�� que os escrit��rios hoje est��o preparados para a tecnologia? �� um passo at�� um pouco antes de entender como esses escrit��rios t��m feito gest��o de conhecimento, Porque a gest��o de conhecimento, por exemplo, como voc�� salva o seu documento ou minorit��ria, por exemplo, dois mil e dezanove como um cruzado dois ponto zero tr��s. Isso j�� �� um tipo de gest��o de conhecimento. Ent��o a forma como voc�� organiza time lutar essa documenta����o desse modelo �� o primeiro passo para receber a tecnologia e a�� sim a gente pode falar em processos de automa����o. E posteriormente intelig��ncia artificial e assim por diante. Mas a gente queria entender ent��o como a que de fato, os escrit��rios est��o se portando com rela����o a isso. A gest��o de conhecimento que a ado����o de tecnologia �� gente saiu entrevistando uma pesquisa emp��rica quantitativa, e a gente entrevistou quatrocentos e tr��s escrit��rios entre pequenos, m��dios e grandes para entender. Ent��o voc�� est��o preparados. Ou seja, est��o se organizando quais tecnologias. E assim por diante encontrou v��rios dados muito mais interessantes. O movimento do mercado pol��tico brasileiro,

Gabriel:   8:32
muito muito legal. Assim, uma coisa que me chama mant��m S��o Marina, �� que voc�� numa de uma das faculdades de direito mais respeitadas do pa��s, e a gente est�� assim, de um lado, a insist��ncia, movimento de tecnologia e inova����o no direito e de outro. A gente tem muita cr��tica �� atua����o das institui����es de ensino, porque muitas pessoas dizem que as grades curriculares est��o ultrapassadas. Que as faculdades de Direito n��o est��o preparando os estudantes a�� para o para, esse novo mercado. Mas ao mesmo tempo, a gente v�� iniciativas muito legal muito legais, partindo da academia como a de voc��s.

Marina:   9:18
Isso �� uma discuss��o muito interessante de como as faculdades ent��o devem preparar desse mercado. Tanta movimenta����o, em que tarefas repetitivas v��o ser altamente substitu��das por m��quinas num primeiro momento e a coloca����o de de fun����es. Gente falando aqui de direito vai acabar n��o, n��o �� isso. As fundos, quest��es que os advogados fazem aqui v��o modificado. E a�� nesse nesse contexto, a gente tem hoje mais de mil e quatro e sessenta e quatro cem cursos de direito. Ent��o, o Direito �� uma profiss��o que os dados mostram ainda a profiss��o. Nos ��ltimos anos a atra����o mais buscada a gente se pergunta Por que ser�� que as pessoas est��o indo continuando a�� ou voltando para as profiss��es mais tradicionais? Por vezes tem a ver tamb��m com tecnologia e dois por cento de todo o alunado brasileiro S��o estudantes dos estudantes Universit��rios. S��o estudantes de direito na Europa e procura por essa produ����o �� muito grande e, por outro lado, as faculdades, ela tem �� fugindo muito ao papel de treinar, qualificar esses estudantes para realmente querem uma infla����o neste mercado t��o complexa. A gente vendo muitas muitas aulas expositivas, muito conteudista. Tem uma preocupa����o muito grande com passar no exame da ordem. Quem ou para concurso p��blico, que s��o muitas vezes acaba fazendo com que os cursos de Direito virem muito conteudistas. A gente sempre brinca aqui na escola que o rabo n��o tem cabana ao cachorro, mas o cachorro tem cabanas Faculdades devem atender o ABC atender concursos p��blicos, mas tamb��m a gente n��o pode esquecer porque a gente est�� formando pessoas para melhorar as nossas institui����es, para melhorar o mercado e assim por diante. E as a gente sente, de fato, pelo que a gente est�� vendo hoje, nesse ensino tradicional, com perda adicional. �� ruim, Mas essa qualifica����o n��o est�� sendo oferecida de uma maneira adequada para todo esse cen��rio, tentou pol��tico quanto de mercado que a nossa sociedade precisa. Ent��o a gente tem olhado muito e feito muitas experimenta����es, entender perguntas, d��vidas que surgem a quais habilidades que eu preciso ensinar precisa ensinar, empreendedorismo, eu preciso ensina lideran��a e trabalho em equipe. Comunica����o para esses alunos, como o que eu fa��o isso dentro do curr��culo e do curr��culo expl��cito e n��o impl��cito da institui����o como como que eu posso integrar isso nas disciplinas, No curr��culo mais org��nico. At�� que ponto essas habilidades s��o ensinadas nas nossas faculdades de Direito? Como que a gente pode tamb��m qualificar nossos professores para trabalhar essas habilidades? A gente passou por um processo isso muito em resposta �� pesquisa, que depois, ap��s comentar mais adiante pelos resultados da pesquisa, para entender de fato. Ent��o, como que a gente pode trabalhar isso? Melhor? Ent��o, perguntas como agora? O aluno precisa saber programa a nossa conclus��o com rela����o a isso? N��o. Ele n��o precisa saber programar. A gente n��o quer formar programadores, mais ou menos e advogados mais ou menos n��o. A pessoa precisa saber direito e muito, Mas a quest��o aqui, como a gente est�� falando de uma chave de multidisciplinaridade cada vez mais forte, tendo uma jun����o das profiss��es, a gente precisa entender muito da l��gica tamb��m numa l��gica de programa����o, como que voc�� desenha uma ��rvore de decis��o e pode traduzir essa ��rvore de decis��o tamb��m numa linguagem, que o computador possa lei que trabalhar em cima disso? Ent��o, justamente essa aposta nessa chave de interdisciplinaridade que a gente est�� olhando bastante,

Gabriel:   14:08
uma quest��o que eu achei interessante Marina do trabalho de voc��s. Primeiro �� esse civis e de pesquisa. emp��rica que eu t�� doido para saber os resultados com esses quatrocentos e tr��s escrit��rios que voc��s entrevistaram com objetivo final na de entender como que a gente deve se portar diante desse mercado. E al��m disso, uma quest��o que achei bem legal de voc��s �� que voc�� est��o promovendo v��rios eventos ligados tamb��m a tecnologia e inova����o. No ano passado mesmo, a gente teve a oportunidade de comparecer em um desses eventos, que foi o Loteca vinte. Herdei, foi um dos eventos mais bem organizados que que o que eu j�� fui at�� hoje, que estava conectado realmente academia, com as empresas que est��o inovando e tamb��m com o mercado e poucas institui����es de ensino est��o fazendo isso. Ent��o, assim eu estou gostando bastante do que estou ouvindo e e eu queria at�� te agradecer por isso, porque esse trabalho que voc�� faz, ele tem uma import��ncia muito grande para o ecossistema brasileiro. Eu tenho certeza que v��rios jovens v��o ter muito mais, v��o conseguir seguir profissionalmente de uma forma muito mais adequada e assertiva. A partir desses dados,

Marina:   15:27
eu quero ganhar deles com todas as suas coloca����es, elogia as nossa! Muito, muito obrigada e, enfim, voc�� ter feito parte disso tamb��m desta super orgulhosa. Mas assim para trabalhar um pouco essa quest��o da import��ncia de, acho que �� fundamental os centros de pesquisa, enfim tem grupos de apoio de outros n��cleos de pesquisa olharem para entender inclusive a pr��pria OAB, para entender a fundo o que est�� acontecendo nesse mercado. Como conversar produzisse dados? Como isso �� muito comum na maior, com base se lixa, disse ter dado sobre absolutamente tudo. Ent��o, justamente para ter uma clareza maior do que voc��, qualquer realidade que se est�� vivendo Usain foi um pouco nessa chave que a gente come��ou a trabalhar a pesquisa. Ent��o a gente fez basicamente tr��s produtos, um produto. Foi essa pesquisa quali. Eu vou contar um pouco agora para conectar com a sua pergunta e uma quantia entrevistando estar tapes e outra que era para contar os resultados das nossas iniciativas de ensino. As principais conclus��es que a gente chegou no nosso experimentalismo da nossa grade curricular. Ent��o, com rela����o �� pesquisa, a gente olhou. Ent��o nessa chave de entender para que os escrit��rios est��o fazendo gest��o de conhecimento, n��o ��? A gente viu que escrit��rios com at�� cinco advogados, oitenta por cento deles n��o faz n��o tem nenhuma iniciativa de gest��o de conhecimento, enquanto que nos grandes escrit��rios t��m mais de cinquenta advogados. Cinquenta e sete por cento j�� fazem uma gest��o de conhecimento consolidada. Isso �� muito importante, principalmente por esse motivo que eu falei que �� o primeiro passo de receber tecnologia, mas tamb��m existe uma cultura no direito, muito forte que a gente tamb��m apareceu nas nossas entrevistas, �� de que o advogado tamb��m, por ser uma profiss��o muito tradicional, falar o conhecimento, j�� est�� todo mina, ent��o n��o a tenho muito orgulho de fazer uma pe��a branco e assim por diante. Ent��o, isso �� ruim no sentido. Se a pessoa morre ou se acontece alguma coisa, o conhecimento est�� nela e n��o mais naquela escrit��rio, na cada institui����o, enfim, onde ele atua. Ent��o, por isso que a gest��o de conhecimento �� um passo ent��o t��o importante que alguns a gente viu a�� da pesquisa, que a maioria dos pequenos escrit��rios eles n��o t��m ainda feito esse tipo de trabalho. Ent��o acho que essa olhar para como a primeira passa a oferecer

Gabriel:   18:38
voc�� falando sobre isso eu t�� lembrando de uma frase do livro do professor Richard de seus quinze, que �� do ��ltimo os loiros, ele diz exatamente isso que voc�� trouxe. Ele fala que grande parte dos advogados, eles acreditam que os servi��os deles s��o muito mais personalizados, muito mais customiz��veis do que de fato s��o. E ��s vezes a gente est�� fazendo uma peti����o do zero e n��o armazenou o conhecimento de uma forma adequada das peti����es antigas que a gente j�� fez, esta gastando mais tempo para um servi��o que ele poderia estar gastando menos tempo. E, consequentemente, quem vai estar pagando por isso �� o cliente final, porque o servi��o final vai ficar mais caro para ele.

Marina:   19:19
Exato, n��o se toca num ponto fundamental assim, inclusive alguns meses atr��s, eu assisti a uma palestra do professor David Wilkinson do Centro de Profiss��es de Harvard e ele trouxe exatamente. O que voc�� est�� falando assim que ele diz muito que no futuro, o que vai contar muito n��o �� em termos de qualidade, os escrit��rios v��o estar muito similares. Ent��o eles v��o ter materiais, o conhecimento de pe��as, etc. Num n��vel muito bom para o que vai diferenciar cada escrit��rio, o que chamam de esp��rito, ou seja, a marca Branding tamb��m marca, ou seja, tamb��m com experi��ncia em ser um territ��rio chin��s ou ent��o �� por isso que voc�� e a�� para continuar a falar um pouco do que a gente achou de Superinteressante na pesquisa, quando a gente perguntou tamb��m sobre a�� no caso o uso de tecnologia e gera����o autom��tica de documento por tamanho do escrit��rio. Tamb��m chama a aten����o que pequenos escrit��rios n��o n��o usam oitenta e tr��s por cento n��o usam gera����o autom��tica de documento e grandes escrit��rios com mais de cinquenta advogados j�� usam essa gera����o, essa automa����o de documentos. Isso mostra que �� uma coisa que ��s vezes n��o �� t��o ��bvia, mas apareceu claramente claro grandes escrit��rios, eles est��o investindo mais em tecnologia. Talvez eles tenham de fato mais recursos, tanto recurso humano do aprendizado, da inser����o da tecnologia, como tamb��m recursos financeiros para investir nisso. Mas uma coisa interessante �� que a gente v�� tamb��m o movimento de quem tem postado muito a tecnologia. S��o bancos que tem investido bastante e as empresas est��o come��ando a internalizar de novo os seus servi��os aqui. Ent��o n��s terceirizava para escrit��rios de demandas repetitivas etc. Est��o voltando a internalizar Isso pode at�� ter um vazamento dos grandes escrit��rios em fim de escrit��rios por conta desse movimento das pr��prias empresas. E a�� �� muito interessante de como que essa ado����o de tecnologia tem sido citada pelo pelo mercado. Ent��o tem alguns escrit��rios. Alguns exemplos que fazem principalmente da demanda repetitiva fazem um spinoff de uma estatal que surge dentro daquele modelo de escrit��rio e come��am a vender servi��os para outros atores desse mercado jur��dico. Outra forma que os escrit��rios tem atuado com a Lotex Miguel Tex em forma de parceria. Ent��o voc�� voc�� contrata essa parte. Vou contratar a lotar hostis da fazer automa����o. A�� est��o para fazer acordo, fazer para fazer coisas com a Previd��ncia Social em que v��o diversificando as estatais at�� para testar, para ver como funciona. E um terceiro modelo tamb��m, que a gente tem que estar de intermedia����o, porque ��s vezes uma al�� t��cnica n��o tem um especialista na ��rea jur��dica, n��o �� um grupo de engenheiros em que tem ou t��m pouco contato com isso, e a�� justamente para assinar um dos escrit��rios de advocacia e come��am a eles como intermedi��rios desse mercado. Ent��o, enfim, s��o modelos que surgem na de utiliza����o destas Liga ao Texas, que tem bem bem interessante que a pesquisa revela isso. Eu acho que �� uma discuss��o um ponto que a gente vai come��ar a discutir fortemente aqui no Brasil. Que seja uma discuss��o internacional fort��ssima. Ali��s, eu acho que a discuss��o do momento, que �� a regulariza����o ou n��o da profiss��o jur��dica at�� que ponto que a gente vai regularizar. Enfim, a entrada dessas Lotex Miguel teve ou n��o? Em que a inicia����o �� OAB vai ter um papel muito importante a�� para ajudar nessa comunica����o, nessa evolu����o do mercado. E assim por diante.

Gabriel:   24:20
Voc�� tem alguma opini��o formada sobre esse ponto pol��mico?

Marina:   24:26
Pol��mico mesmo, Olha, �� uma uma quest��o bem bem um complexo a mesma porque tem interesses diferentes, diversos interesses opostas, o que eu acho muito importante. A gente tem uma transpar��ncia do que est�� acontecendo no mercado e eu acho que um papel muito importante das institui����es �� oferecer as pessoas, os dados, oferecer com transpar��ncia o acesso a todo tipo de informa����o para ter uma clareza nas decis��es. Assim, as coisas no mercado jur��dico brasileira ficam de certa maneira no escuro, porque, enfim, acaba sendo uma briga sem dados etc. Mas �� uma discuss��o extremamente complexa. Existem pa��ses que s��o mais que n��o regularizam tanto, ent��o, se entrar em sites como loiras, Voc�� v�� que na Inglaterra s��o a primeira de perguntas e respostas, j�� soltam peti����es em quem tem vagas. Iniciativas principalmente com coisas simples, como celular, atraso de avi��o e e tem lugares s��o muito mais regulados como no Brasil. Tem inscri����o, obrigatoriedade de ter passado no exame da OAB tamb��m nos Estados Unidos. Mas realmente o mercado vai ter que S��rgio Estado de alguma forma, porque a gente n��o pode ignorar tamb��m esse movimento da tecnologia que ela tem que servir para ajudar. As pessoas est��o com muito medo da tecnologia, claro, tem uma vis��o que, realmente a gente tem que olhar. A desigualdade vai cirurgia, mas a gente tamb��m tem que olhar quais s��o. As positividade de tudo isso. Viver�� o homem para outras fun����es. Ent��o, �� uma situa����o que a gente vai ter que parar e debater, envolver v��rios autores. Mas a gente n��o pode ignorar a frear. Esse movimento est�� acontecendo.

Gabriel:   26:46
Eu acho que a gente n��o pode ter extremos nessa parte, porque, geralmente assim, os defensores da tecnologia geralmente s��o muito radicais. A favor. Ent��o s��o a favor de tudo e o lado conservador �� contra tudo. Talvez um caminho seja um di��logo maior para a constru����o de uma solu����o melhor para todos. Eu tamb��m n��o tenho uma opini��o formada sobre isso. S�� que, assim, pela minha vis��o, o pior de tudo �� justamente essa quest��o do radicalismo dos dois lados.

Marina:   27:19
Ent��o, mais isso, do radicalismo dos dois lados. �� um movimento que a gente tem visto na sociedade como um todo. Ent��o, enfim, raiz fofinha, tudo �� assim. As pessoas hoje t��m uma dificuldade muito grande de dialogar. Ent��o, aquela coisa ent��o, vou excluir da minha fam��la e ponto final. N��o vou conversar com pessoas que n��o pensam como eu esse problema das bolhas que t��m surgido tamb��m pela tecnologia. Enfim, vai se comunicando com pessoas que pensam em voc��, a exist��ncia de uma marca da nossa sociedade. E isso tamb��m se classifica, se demonstra, se revela nesse debate. E a�� os conservadores radicais desse assunto espec��fico, mas, infelizmente, uma marca da sociedade. Hoje eu acho que �� um ponto que a gente tem que refletir muito claramente quando a gente est�� tamb��m na sala de aula com nossos alunos, �� colocar esses alunos bras��lia- alugarem para trabalhar. A comunica����o da comunica����o n��o violenta para escuta, escuta ativa para trazer enfim, para formar tamb��m mais ser humanos melhores em todas essas habilidades que s��o fundamentais assim, principalmente o advogado Lu��s e assim por diante,

Gabriel:   28:51
n��o muito legal, concordo muito que voc�� trouxe, lembrando que quando estava no seu curr��culo, vi que voc�� j�� tinha escrito tamb��m sobre direitos humanos. Deu para perceber agora um pouquinho s�� fala um pouquinho desse lado bacana, Eu queria saber uma quest��o Marina, assim voc�� acha que no final das contas, as infraestruturas, a an��lise de todas as cidades que voc�� coletou, voc�� Acho que os escritores eles est��o preparados para usar a tecnologia hoje. Porque assim eu vi que, pelo que atingir em geral os grandes escrit��rios, eles utilizam mais tecnologias, usam mais automa����o de documentos e outras tecnologias. Ele est��o dispon��veis para eles como resolu����o online, disputas que �� o foco maior, esse tipo de de empresa que trabalha com um contencioso de massa. E, por outro lado, as vezes os pequenos n��o est��o utilizando tanto. S�� que pela minha percep����o emp��rica tamb��m, que o cinto. Aqui de um lado, grande parte das solu����es que existem, elas est��o focando, mas nesses escrit��rios grandes do que nos pequenos. E a�� os pequenos realmente muitas vezes, eles n��o tinham curso para utilizar o que voc�� acha sobre isso?

Marina:   30:10
Bom, acho que s��o reflexos tamb��m muito N��o s�� a gente tem no Brasil assim, com textos de advocacia completamente diferentes. Assim n��o pode comparar a cidade de S��o Paulo com o interior da Bahia e assim por diante. Ent��o, a realidade que se imp��e hoje na advocacia brasileira, ela �� muito, muito diversa. E a gente sabe que a maioria dos escrit��rios s��o pequenos escrit��rios e de fato, que tem movimentos tanto para olhar para pequenos escrit��rios para facilitar a vida, como tamb��m esses produtos de grandes escrit��rios. Mais um movimento que eu sinto que eu acho que �� isso que tem sido colocado assim. Muitos dos eventos que a gente tem acompanhado �� que a tecnologia ela precisa ser desenhada, muitas acordo com as necessidades daqueles territ��rios, com a l��gica de atua����o daquele local, daquele que est�� inserido, O que o que a gente tinha antes do que a gente chama de ano, sai de fic����o. Ent��o hoje fala de agora de dessas contesta. Para da��, de fato, a tecnologia, muitas vezes a gente vai comprando e contratando um monte de entrevistas para fabricadas, que ��s vezes para a necessidade daquele escrit��rio n��o faz sentido. Ent��o a gente tem que ver muito isso. Ent��o tem muitas mercados diferentes. At�� a pr��pria peti����o online criou um mercado tamb��m tem. Tem locais que atuam simplesmente para auxiliar advogado da fazer esse questionamento online. S��o, por exemplo, ent��o, a realidade brasileira �� muita, muita diversa para a gente trabalhar a tecnologia e a resposta? N��o, n��o estamos preparados para receber tecnologia. Principalmente por isso, porque o contexto brasileiro, cheio de pequenos escrit��rios, at�� as dezesseis que voc�� falou, n��o faz sentido voc�� adotar tecnologia tendo em casos muito variado para trabalhar. Mas ent��o, entender um pouco, ent��o investir ainda alto para isso. Ent��o, assim acho que pela nossa pesquisa, como os pequenos escrit��rios at�� n��o n��o est��o ainda dando esse passo, com tanta firmeza de gest��o de conhecimento, a gente n��o consegue ainda nem falar em ado����es. Tecnologia

Gabriel:   33:15
Assim considerando essa diferencia dos tipos de escritores, voc�� v�� algum perfil de banca, de advocacia que est�� mais ou talvez menos amea��ada nesse cen��rio atual.

Marina:   33:32
O que a gente, a l��gica que a gente v��, muito, olhando, principalmente num primeiro momento, para demandas que s��o muito, muito repetitivas, ent��o aquela quest��o que a gente fala muito direito, ter virado contador contra houver esse tipo de tarefas, elas est��o muito a serem extintas e porque a m��quina faz melhor, mais r��pido e sem poucos desgastando. Ent��o isso isso �� uma quest��o, e e uma coisa tamb��m �� importante �� que quando a gente quando era estagi��ria, assim por diante, voc�� passa por um processo tamb��m de aprendizado para hoje. Na mais assim, mas de at�� o f��rum de buscar as informa����es, de fazer pesquisas de jurisprud��ncia que faz parte do seu aprendizado. E uma coisa que vai come��ar a ser discutido, inclusive s��o, mas s��o muito fortes na Esc��cia da Inglaterra, os escrit��rios n��o est��o mais abertos a investir nessa lo, nesse profissional no come��o da carreira, Porque muito da nossa forma����o, da de conv��vio no escrit��rio, da aprendizagem, da pr��tica profissional, no direito, isso se d�� muito nesses primeiros anos. Ent��o, e fazendo essas demandas repetitivas, enfim, se come��a com coisas mais simples e, no momento que s�� automatizado, interna tecnologia, para quem que vai Esse custo da forma����o, ent��o, tem lugar dos que j�� est�� discutindo, al��m de um se passar no voc�� vai ter que fazer um ano de curso para aprender a lidar com a sina, cada das tecnologias etc. Para da�� ter uma qualifica����o, outra para da�� poder ir para o escrit��rio. Ent��o essa discuss��o de ter essa pir��mide n��o vai sim. Vai se modificar bastante tamb��m na base a�� por esses estudantes. A�� �� isso que a gente est�� muito preocupado e olhando tamb��m faculdade de Direito, como que a gente pode a quem que vai suprir isso Tem que ser no ambiente do ensino da faculdade, como pode suprir. Ent��o, todos, Se essa forma����o inicial, que os escrit��rios, empresas, ��rg��os n��o est��o querendo mais gastar dinheiro, investe nesse sentido. E a�� uma coisa que a gente pensou muito nesses ��ltimos tr��s anos foi feita uma reforma no curr��culo para poder tamb��m. A gente sempre teve um ensino muito centrado no aluno clandestinamente, sen��o participativa, uma metodologia muito diferentes, tamb��m da metodologia de ensino tradicional. A gente come��ou a tamb��m tem espa��o para trabalhar dentro da grade, com projetos, projetos multidisciplinares com atores diferentes, com uma realidade com afetado justamente para expor esse aluno aluna, para todas as regula����o em todos esses desafios, que essa nova realidade da tecnologia, das mudan��as, eles imp��em. Ent��o, um exemplo que trabalhou em uma das disciplinas cada sobre internet crian��a. Foi, justamente por exemplo, mirins, que �� algo muito, muito popular e que as crian��as muito dinheiro fazendo o v��deo da d��cada. Mas qualquer limite disso, como que a gente regula esse tipo de situa����o, a trabalho educativo n��o �� esse presidentes, Ent��o s��o discuss��es muito dif��ceis a�� dessas novas tecnologias que surgem, e a�� o estudante. O advogado tamb��m disse estar muito preparado para aprender a aprender para tudo Vai mudando muito r��pido. Ent��o, como voc�� tem um racioc��nio jur��dico muito para o fundo, para conseguir construir regula����es de todos esses esses movimentos, a�� seja um po��o pela internet, seja por uma cidade inteligente, �� mudar a forma como usa o transporte p��blico. Cinco diante

Gabriel:   38:34
Eu acho que o problema �� que investem no Brasil. Aqui assim s��o como voc�� disse isso, salvo engano, mil e quatrocentas faculdades de direito. Talvez mais do que isso e o problema que grande parte delas n��o s��o boas. E a�� acaba que existem profissionais preparados que n��o entendem o b��sico, que deveriam saber o direito, muito menos de tecnologias e outros m��todos, e mais efetivas para resolver os problemas dos seus futuros clientes. E isso tem um mercado de pessoas mais preparadas e, de outro lado, com esse n��mero de faculdades, investir um n��mero cada vez maior de advogados que v��o estar se formando e nos pr��ximos anos, e v��o estar integrando esse mercado de trabalho em um cen��rio que a gente tem gente que fala do rob�� que vai acabar com a produ����o do advogado e tem gente Paulo com o mercado est�� muito saturado. Voc��s enxerga isso de uma forma otimista, pessimista, que voc�� acha ainda vale a pena fazer direito. Existe espa��o ainda nesse mercado vol��til e tamb��m competitivo.

Marina:   39:46
Isso �� muito importante. Est�� colocando porque nunca vi. Foi em tantas palestras que os pais estavam preocupados. Assim, Mais ser�� que vale a pena meu filho investir em direito, j�� que somos um pa��s com trocentos advogados, muitas faculdades de direito, como navegar? Como encarar isso de uma maneira que possa garantir que �� seguro e e a grande quest��o aqui sempre tem espa��o para pessoas boas pessoas qualificadas. O cuidado que tem que ter �� justamente preparar em universidades que s��o s��rias, enfim, n��o o curso de direito. �� um curso muito, muito barato. Ent��o, ele precisa de um professor e de carteira barato para as institui����es. Ent��o, ele �� um posto que �� f��cil construir assim, nesse sentido. Ent��o a gente, a gente precisa pensar muito. Ser�� que de fato esse acesso �� universidade tem qualificado como que a gente pode melhorar esse acesso, que �� t��o importante? A gente d�� acesso, mas d�� acesso aqui, tipo de ensino no ensino de qualidade, a gente est�� vendendo um sonho, uma profiss��o que nunca vai desistir, foi justamente por n��o ter uma qualidade boa, a institui����o de ensino, ent��o o mercado de direito. De fato, a gente n��o consiga mais advogadas, ele est�� se apurado. A gente tem muitas muitas advogadas, mas a gente sempre sempre tem espa��o para pessoas boas. �� o princ��pio da n��o s�� no mercado da advocacia, mas no Judici��rio, no minist��rio p��blico, a gente precisa de pessoas qualificadas. Pessoas que est��o pensando a institui����o est��o pensando em construir uma sociedade melhor e assim por diante. Ent��o tem um pre��o, sempre tem espa��o para esses bons profissionais.

Gabriel:   41:58
Muito obrigado, marinas que muito muito bacana, conversa com voc��. Voc�� trouxe muitos dados, nem sempre gosta de ressaltar aqui na frente, logo que a gente confia nos dados. No resto, s�� em Deus que a gente pode confiar, ent��o �� muito bom caminho. Tem uma pessoa que conversou com tanto escrit��rio de advocacia e realmente conhece esse mercado de forma emp��rica mesmo. Eu queria saber se voc�� tem algum recado final, tanto para os advogados mais jovens. Eventualmente, os estudantes que est��o nos escutando quanto tamb��m para os para o escrit��rio de advocacia, tanto os pequenos quanto os grandes.

Marina:   42:37
Eu acho que a quest��o at�� fazer esse coment��rio de Ai voc��, pessimista, �� otimista com a tecnologia, que depende muito de como voc��. Enquanto pessoa. Eu sou uma pessoa otimista. Logo, tamb��m consigo ver coisas positivas, mas isso tem que ter uma vis��o muito cr��tica sobre a tecnologia tamb��m. Ent��o, eu acho que �� um pouco isso de n��o se desesperar. A gente est�� num raio. Vamos assim se o uso de tecnologia e um tanto quanto perdido, com rela����o a isso. Mas acho que a melhor forma, entendendo o mercado gostar o m��ximo de informa����o, conversar o m��ximo poss��vel da sua troca de experi��ncia e agregar um movimento muito legal que a gente viu tamb��m na pesquisa, �� que os escrit��rios pequenos tamb��m est��o se associando para poderem coletivamente colaborativamente. Investe em tecnologia de um jeito interessante. Ent��o, isso tamb��m �� um movimento de venda ilegal assim do mercado. Essa colabora����o enfim poder��. Por isso acho que quanto mais a gente conhece, menos medo as incandescentes

Gabriel:   44:01
sobre isso. O escrit��rio de escrit��rios pequenos gente v�� muito isso na free lota, porque o nosso modelo de trabalho �� o perfil majorit��rio dos nossos clientes. Atualmente, tiver muitos escrit��rios pequenos se associando uns aos outros e buscando realmente colaborar e aumente, conseguir crescer, aumentar o portif��lio e servi��o que oferece aos clientes conseguir serem ser mais competitivo comparado aos grandes. Porque v��rios pequenos unidos eles conseguem ter uma estrutura maior, consegue usar tecnologia de uma forma mais assertiva, conseguem captar mais clientes e uma estrutura enxuta que v��o ter custos mais baixos e, naturalmente, o cliente final acaba ganhando. Acredito muito nesse modelo.

Marina:   44:48
A data tamb��m.

Gabriel:   44:50
Muito obrigada de novo Marina. Gostei muito de conhecer mais o seu trabalho de novo. Muito obrigado pela disponibilidade. Est�� falando com a gente. Eu sei que foi dif��cil conseguir uma agenda e assim agrade��o muito pela generosidade, pela humildade de compartilhar todas as cidades conosco. Tem certeza e que esses dados a�� v��o v��o contribuir muito para futuras pesquisas. Eu espero que voc��s �� que est��o executando epis��dio. Se quiserem se inscrever, fazer mais pesquisas sobre o mercado, acho que o mercado precisa. Ent��o voc�� j�� tem aqui v��rios dados, que voc��s podem se embasar na descri����o do epis��dio. A gente vai deixar tudo os relatores completos todas essas pesquisas aqui que a Marina citou durante o epis��dio e, certamente podem ser ��teis para voc��s. E fora isso. Na pr��xima quarta feira a gente volta com mais um convidado especial. Espero que voc��s tenham gostado de epis��dios. Estiverem gostado, compartilhem com mais algum colega advogado est�� pr��ximo

Marina:   45:50
da minha parte, chega a Deus! Agrade��o imensamente o convite de voc��s serem criou negras tamb��m discutir todas essas mudan��as de uma maneira transparente e a nossa escola em Quinta- de Portas abertas para receber todos os ouvintes do programa para discutir, debater Quinta- ideias tamb��m de pesquisa de como a gente pode sempre qualificar esse debate, que �� o nosso papel, enquanto a academia tamb��m. Ent��o, agrade��o

Gabriel:   46:20
muito muito oportunidades