Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#41: Desafios da inovação em Grandes Escritórios de Advocacia - c/ Victor Cabral Fonseca

March 04, 2020 Freelaw Season 2 Episode 21
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#41: Desafios da inovação em Grandes Escritórios de Advocacia - c/ Victor Cabral Fonseca
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#41: Desafios da inovação em Grandes Escritórios de Advocacia - c/ Victor Cabral Fonseca
Mar 04, 2020 Season 2 Episode 21
Freelaw

Quais são os desafios da inovação em grandes escritórios de advocacia? 

Como funciona um programa de inovação de um grande escritório de advocacia?

Como encontrar a solução ideal para o seu escritório? 

O que um advogado precisa saber para continuar a ser relevante nos próximos anos? Quais livros e conteúdos os advogados devem buscar?

Um advogado precisa de aprender programação?

O que é o direito da tecnologia? Como as usinas nucleares e os elevadores podem ensinar os operadores do direito a encontrarem soluções jurídicas para tecnologias como os carros autônomos?

No episódio #41 do #lawyertolawyer, Gabriel Magalhães entrevistou o Victor Cabral Fonseca.

"Novos problemas não precisam necessariamente de novas soluções". 


Victor Cabral Fonseca - Especialista de Inovação e advogado na área de Tecnologia & Inovação em TozziniFreire Advogados, Victor é responsável por coordenar o ThinkFuture, o primeiro programa de inovação estruturado por um escritório full-service brasileiro. 

Como advogado, atende clientes de base tecnológica, grandes empresas interessadas em open innovation e startups. 

É graduado em Direito pela FDRP-USP (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo), mestre em Direito dos Negócios e Desenvolvimento Econômico e Social pela FGV-SP, certificado em Inovação Exponencial pela Singularity University (EUA) e professor de Direito em Startups no Insper (SP). 

Coautor de “Direito das Startups”, primeiro livro-doutrina sobre o tema no Brasil, publicado em 2018 pela Editora Saraiva, Victor também escreve diversos artigos sobre as interações entre Direito, Tecnologia e Inovação. 

É mentor do Legal Geek (Reino Unido) e do programa Law Without Walls (University of Miami)

Escute o episódio e compartilhe com seus colegas! Aproveite!

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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

Quais são os desafios da inovação em grandes escritórios de advocacia? 

Como funciona um programa de inovação de um grande escritório de advocacia?

Como encontrar a solução ideal para o seu escritório? 

O que um advogado precisa saber para continuar a ser relevante nos próximos anos? Quais livros e conteúdos os advogados devem buscar?

Um advogado precisa de aprender programação?

O que é o direito da tecnologia? Como as usinas nucleares e os elevadores podem ensinar os operadores do direito a encontrarem soluções jurídicas para tecnologias como os carros autônomos?

No episódio #41 do #lawyertolawyer, Gabriel Magalhães entrevistou o Victor Cabral Fonseca.

"Novos problemas não precisam necessariamente de novas soluções". 


Victor Cabral Fonseca - Especialista de Inovação e advogado na área de Tecnologia & Inovação em TozziniFreire Advogados, Victor é responsável por coordenar o ThinkFuture, o primeiro programa de inovação estruturado por um escritório full-service brasileiro. 

Como advogado, atende clientes de base tecnológica, grandes empresas interessadas em open innovation e startups. 

É graduado em Direito pela FDRP-USP (Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo), mestre em Direito dos Negócios e Desenvolvimento Econômico e Social pela FGV-SP, certificado em Inovação Exponencial pela Singularity University (EUA) e professor de Direito em Startups no Insper (SP). 

Coautor de “Direito das Startups”, primeiro livro-doutrina sobre o tema no Brasil, publicado em 2018 pela Editora Saraiva, Victor também escreve diversos artigos sobre as interações entre Direito, Tecnologia e Inovação. 

É mentor do Legal Geek (Reino Unido) e do programa Law Without Walls (University of Miami)

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Gabriel:   0:16
as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito. Meu nome Gabriel Magalh��es Bem vindo ao Loyalty Esse pode querer foi oferecido pela Frilot a forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da habilidade do ponto frio ponto ou enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo. E a�� s�� aguarda mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes. Para o advogado, ela advogado, seja bem vindo, seja bem vindo a mais um lote de arte loira Frilot Estamos come��ando epis��dio quarenta e um do leite longa. �� um prazer estar aqui com voc��s novamente o nome Gabriel Magalh��es. E hoje eu tive o prazer de receber um dos maiores especialistas e de tecnologia e inova����o �� aplicada. Advocacia eu conversei com Victor Cabral Fonseca. Ele �� especialista de inova����o e ele, advogado coordenadora, e do projeto Fique Fit! Do TozziniFreire Advogados, que �� o primeiro programa de inova����o estruturado por um escrit��rio. Funcionava vice brasileiro. Como advogado, Vitor atende clientes de base tecnol��gica, grandes empresas interessadas em O Pino, Lixo e tamb��m de startups. �� graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Ribeir��o Preto da Universidade de S��o Paulo. Ele �� mestre em Direito dos Neg��cios e Desenvolvimento Econ��mico e Social pela FIFA em S��o Paulo, que ele tem certificado pela Singularity University em Inova����o, ex policial. Al��m disso, e professor de Direito em startups do Insper em S��o Paulo e, por fim, o Victor tamb��m. Ele �� coautor do livro Direito das Startups, que provavelmente v��rios de voc��s j�� viram. O primeiro livro, Doutrina sobre o tema no Brasil foi publicada em dois mil e dezoito pela editora Saraiva e o V��tor. Tamb��m escrevi v��rios artigos sobre as intera����es entre Direito, tecnologia e inova����o, ele tamb��m no entorno, lig�� la do Reino Unido e tamb��m do programa logo e volte aos da Universidade de Miami. Epis��dio Hoje est�� incr��vel, s�� pelo pela descri����o a Hydro, um pouquinho da trajet��ria do trabalho do Vitor j�� dar certamente da vontade para executar o epis��dio at�� o final, mas contextualizando um pouquinho que a gente tratou hoje, Victor falou muito sobre os desafios de inova����o em grande escrit��rio, advocacia. Ent��o ele foi realmente muito aberto, muito colaborativo e falou, Compartilhou conosco que informa����es que certamente outro escrit��rio advocacia teria omitido, queriam provavelmente queriam deixar tudo em sigilo. Ent��o ele explicou como que funciona o programa de inova����o do TozziniFreire E ele trouxe dicas pr��ticas para atingir o dar encontrar a solu����o ideal para o seu escrit��rio advocacia. E a�� ele ainda traz v��rias v��rias provoca����es. E para voc�� colega divulgado ent��o ser�� que voc�� precisa de aprender E nos pr��ximos anos, para que voc�� continue sendo relevante no mercado? Quais livros e conte��do voc�� deve buscar? Ser�� que ser precisa de aprender sobre programa����o? E o que �� o direito da tecnologia? E em tempos de carros aut��nomos? O que que as usinas nucleares e os elevadores podem ensinar a�� os operadores de direito encontrarem solu����es jur��dicas para solu����es complexas, com tecnologias parecidas com os carros aut��nomos? Tratou de tudo isso? O epis��dio de hoje est�� muito bacana. Tem certeza que voc��s v��o gostar e eu j�� vou sair daqui para esta vacina logo, com o epis��dio para voc��s conhecerem mais sobre a trajet��ria do V��tor, aproveitou At�� l��, evitou Seja bem vindo ao Oeste loira, um prazer estar recebendo aqui. Voc�� �� um dos maiores nomes do Brasil, que se trata de inova����o na advocacia. Estou duro para conhecer mais sobre os projetos que voc�� est�� liderando sobre o fim, que tem certeza que voc�� vai agregar bastante para os colegas advogados que est��o executando Gabriel,

Victor:   5:13
Tudo bem. Eu que agrade��o a oportunidade de poder conversar com o p��blico, dan��ar com voc��, participado pode fechar. Eu acompanho h�� um bom tempo, espero poder contribuir e assim a gente faz um trabalho que possa

Gabriel:   5:27
construir conjuntamente o ecossistema de inova����o no direito. Obrigado. Victor conta um pouquinho para gente. Como que voc�� come��ou a se envolver com a inova����o? Voc�� sempre, Desde o in��cio da advocacia, se considera se considera inovador

Victor:   5:42
me considerar inovador. Eu n��o sei se eu sou a pessoa que poderia julgar isso, mas a gente tenta dar um pouquinho do meu hist��rico, como que optarem por seguir carreira especificamente nesse sistema. Comecei l�� atr��s com o pesquisador do Sistema de Direito estatal entendendo e quais eram os desafios jur��dicos dessas empresas fica se enfrentavam no seu dia a dia dos empreendedores branco brasileiros podiam ou precisavam se preocupar para prosperar como a maior seguran��a ali. Eu ainda n��o estava advogando. Dava na parte acad��mica fazendo pesquisa, fazendo publica����es. Escrevendo sobre o tema. Iniciei o mestrado tamb��m dando continuidade essa linha de pesquisa, ele era especificamente sobre estar em algum momento a gente que votou para um tempo mais relacionado �� tecnologia e o ensino do direito. E naturalmente, ao assumir uma fun����o aqui no escrit��rio de advogado do ecossistema de startups, eu sou um generalista no sul especialista, nenhum tipo de direito, nenhuma ��rea do direito espec��fica, como Tex, como trabalhista como eu sou Janeiro A lista dos principais desafios que est�� a TAP se enfrentam no seu dia a dia. E, aos poucos, eu tamb��m fui assumindo de uma maneira natural a fun����o de um agente de inova����o dentro da organiza����o em que eu trabalhava o trabalho at�� hoje, que �� o tozzinifreire em julho de dois mil e dezoito. As hist��rias acabam se confundindo minha hist��ria, hist��ria do escrit��rio, porque a gente opta ali naquele momento, em julho de dois mil dezoito, por estruturar um programa de inova����o espec��fico para o escrit��rio, que foi oficialmente lan��ado em setembro, no mesmo ano de dois mil dezoito. E eu fui convidado a trabalhar como o coordenador desse programa. �� um momento ali que eu deixo de atuar fortemente como advogado de etapas e passo a ser, de fato algu��m que est�� se dedicando a inova����o interna do escrit��rio. Ent��o, meu hist��rico ele passa por uma fase de primeiro, um contato como acad��mico, com o ambiente de tapes. Depois, como advogado de etapas e agora, como algu��m que busca aprender com o sistema, eles tacapes formas de inovar e transformar a nossa profiss��o. �� por isso que hoje eu estou aqui fazendo esse trabalho no escrit��rio, n��o s�� a ��nica pessoa que faz isso aqui. Estou �� frente do nosso programa, mas a nossa ideia de fazer para a organiza����o como um todo, inclusive o pr��prio sistema como um todo. Apesar do nosso programa ser um programa de inova����o interna, ele tem uma atua����o muito forte e �� um dos seus objetivos principais. Inclusive �� contribuir para o desenvolvimento mais seguro do empreendedorismo da tecnologia e da inova����o no Brasil. Ent��o, isso �� um pouco do meu hist��rico que apesar de ter come��ado mais no meio acad��mico que no profissional hoje me hist��ria, acabou se confundindo um pouco da trajet��ria do tozzinifreire nessa tem��tica e nos trouxe at�� onde a gente est�� neste momento em que a gente est�� conversando,

Gabriel:   8:57
ligar o que voc�� passou por diferentes diferentes cen��rios, primeiro na vida acad��mica e inova����o. Depois, realmente se tornar advogado de startups e agora liderando realmente um programa de inova����o, o que me chama aten����o, a magnitude que �� o TozziniFreire, Nenhum escrit��rio tem mais mil advogados, em S��o mil advogados mil pessoas, se tornou um dos maiores cantores do Brasil e lidera a inova����o. Nenhuma estrutura t��o grande como essa,

Victor:   9:29
Um pouco do hist��rico do escrit��rio, a gente completa este ano, quarenta e tr��s anos de exist��ncia. A gente tem, sim, mais de mil pessoas trabalhando aqui de ingressas mil pessoas, aproximadamente metade, um pouco mais da metade. S��o advogados de forma����o e atuantes realmente que trabalham nos casos. Participou no dia a dia, de grandes opera����es e tal. E somos funcion��rios, o que significa que a gente est�� em todas as ��reas do Direito. A gente �� capaz de prestar o servi��o em todas as ��reas do direito com a excel��ncia que nos trouxe at�� aqui. S�� que ao mesmo tempo que �� um escrit��rio n��o muito recente e um escrit��rio de grande porte no Brasil, a gente tamb��m tem uma afinidade muito grande com temas, assuntos e estrat��gias inovadoras. Desde sim, eu n��o estou falando s�� de iniciativas relacionadas ao nosso programa de inova����o ou que fazem parte ali da estrat��gia espec��fica de inova����o do escrit��rio, mas alguns movimentos pioneiros que fizeram parte da hist��ria do escrit��rio at�� ent��o. Ent��o, se a gente for olhar para toda a trajet��ria do TozziniFreire, a gente encontra primeiro escrit��rios e cinco por cento ou pequenos pa��ses. Desde dois mil e seis aqui a gente tem um ambiente que �� cem por cento dos pa��ses. N��s somos tamb��m o primeiro escrit��rio a ter uma ��rea espec��fica para atendimento de estatal, porque inova����o isso l�� em dois mil e dezesseis e come��o de dois mil e dezessete. Ent��o, algumas atitudes que a gente tomou, algumas iniciativas que a gente conseguiu implementar ao longo dos nossos quarenta e tr��s anos de exist��ncia, n��o somente a funda����o do programa de Inova����o, tornou a tarefa de inovar nessa realidade atual. N��o diria que vai se confortado mais mais natural para o escrit��rio como o nosso. Ent��o a gente conseguiu reunir elementos de excel��ncia de uma hist��ria bem desenvolvida, n��o muito recente, de muito tempo no mercado e, ao mesmo tempo tamb��m ter um olhar mais criterioso, mais atencioso, porque a gente precisa fazer para continuar nesse n��vel de excel��ncia, por todo o tempo de exist��ncia do escrit��rio, se preparar n��o s�� para o futuro, mas para diferentes possibilidades de futuro. Ent��o, trazer um programa de inova����o para o escrit��rio, como muitos de Freire, tem desafios, tem toda inova����o, ela �� cheia de desafios que precisam ser superados de todas as naturezas, e depois eu posso at�� contar um pouquinho de como que a gente tenta resolver esses desafios. Mas mesmo assim, apesar de ter muitos desafios, �� uma coisa que foi muito natural para a gente que sai muito bem. O fluxo aqui de trabalho permite esse tipo de trabalho, esse tipo de iniciativa, esse tipo de atividade que �� realmente comportar que dentro de um escrit��rio tradicional brasileiro, o programa de inova����o dedicado a planejar essas diferentes perspectivas de futuro, eu

Gabriel:   12:28
acho, ele gosta. Trazendo isso porque a gente est�� vivendo uma bolha E hoje todo mundo falando sobre transforma����o digital e realmente tem que se falar sobre isso, porque �� preciso que os escrit��rios se preparem para essa nova realidade. S�� que a verdade �� que a inova����o vem muito antes disso. Ent��o, voc�� trouxe se desde dois mil e seis escrit��rios. Est�� pensando de pens��o em realmente otimizar o trabalho interno e otimizar fazer realmente pr��ticas inovadoras como o pr��prio pa��s fez. Depois, quando chega ��s novas tecnologias, talvez o processo �� bem mais f��cil. Do contr��rio, nesse escrit��rio nunca pensou em nada antes. E agora voc�� agora quer implementar novas tecnologias. Talvez o desafio vai ser muito maior. N��o sei se voc�� concorda,

Victor:   13:15
eu concordo, mas vamos primeiro fazer um panorama. Eu n��o posso de associar, Eu acho correto a gente associar tecnologia, inova����o como sin��nimos. Eu considero as duas coisas diferentes uma boa parte do meio profissional e acad��mico espec��fico de inova����o tamb��m considera essa N��o sei se uma ci��ncia mais uma ��rea �� parte, que para de p��, sozinha em troca j�� falava disso. Schumpeter falou disso. Turistas, inclusive, que morreu recentemente, agora est�� gravando esse epis��dio. Em fevereiro de dois mil vinte, morreu agora, faz algumas semanas. Ent��o a inova����o ela para de p�� sozinha, sem sem a necessidade de se associar a tecnologia, claro, o desenvolvimento tecnol��gico, o surgimento de novas tecnologias. Ele teve uma rela����o muito ��ntima com o que a gente chama de inova����o. �� uma grande parte da inova����o tamb��m envolve tecnologia, mas eles n��o podem ser considerados sin��nimos, mas usando o exemplo. Agora, assim, como exemplo a tecnologia e o direito n��o �� uma rela����o nova. �� isso que a gente precisa entender nesse momento. Por exemplo, muito do que a gente leva hoje, o que a gente tem contato de material hoje dia, considera um momento sem precedentes, inclusive chamam isso de advocacia quatro ponto zero, que �� um tema que Eu, particularmente n��o gosto muito. N��o gosto muito desse nome porque uma tentativa de estabelecer fases, quando, na realidade a gente tem todo um hist��rico vai sendo constru��do ao longo do tempo. E tamb��m fica dif��cil. A gente se vira a chave. Para quando vai ser a cinco ponto zero, nunca sei se a gente ainda est�� na quarta posi����o para assim, quando a gente sabe da treze de estar a tr��s e meio, ent��o eu prefiro colocar ali como uma intera����o entre inova����o e direito, que hoje vive um momento diferente. Mas n��o �� algo recente, est��o gosto de trabalho para, com dois exemplos, n��o vou pegar. E a quest��o da tecnologia para poder ilustrar esses exemplos. A primeiro ponto disso, o que eu chamo de direitos da tecnologia, que n��o �� uma ��rea espec��fica do Direito, mas, basicamente, a sociedade se transformando, gerando desafios para o profissional do direito que envolvem tecnologia. Um exemplo Hoje, fala se muito de carros aut��nomos. �� um novo elemento numa nova tecnologia que vem sendo introduzido aos poucos na sociedade. Que isso gera uma s��rie de discuss��es jur��dicas, movimento legislativo regulat��rio que objetiva dar as respostas a esses desafios jur��dicos. E isso �� um exemplo do que eu chamo de direitos da tecnologia. Isso n��o �� novidade porque n��o �� novidade, porque desde que o mundo �� mundo, o ser humano desenvolveu novas tecnologias. Quando, l�� atr��s, a gente levantou um, Machado entendeu que ele tem diferentes aplica����es, inclusive algumas homicidas, por exemplo, na sociedade. A gente proporcionou, estudou, e proporcionou e resolveu quais eram as respostas jur��dicas para essa nova tecnologia. Ent��o, n��o �� a primeira vez que surge uma nova tecnologia. Certo? A gente teve. Em algum momento, carros foram inventados, introduzidos na sociedade. Desafios jur��dicos Um elevador foi inventado, introduzido no ataque na sociedade Desafios Jur��dicos. Ou seja, desde sempre a humanidade desenvolveu novas tecnologias e o direito teve que estudar e oferecer respostas legislativas. Outra mesmo jur��dicas no estrito senso. Para essas, para essas novas tecnologias, um outro aspecto dessa intera����o �� o que o brinco, mas na verdade existe um fundo de ci��ncia nisso, que a tecnologia do direito, que �� o uso de ferramentas tecnol��gicas na pr��tica jur��dica. E tamb��m n��o h�� novidade porque eu poderia falar n��o, mas nunca existiu biotec. Agora existe, concordo. Agora est�� dando o nome de Lotex, mas a tecnologia j�� utilizada no direito h�� muito tempo, desde sempre. Um exemplo um artigo muito interessante que foi publicado h�� uns vinte, trinta anos, que analisava ali a consolida����o do mercado jur��dico norte americano e coloca no surgimento da introdu����o da sociedade, das tecnologias como o telefone, como m��quina de escrever, como um aumento do n��vel de investimento que grandes escrit��rios de advocacia tiveram que ter. Surge ali o movimento associativo que hoje s��o a Sociedade de advogados. Ent��o, para compartilhar os custos de voc�� ter um telefone que era car��ssimo na ��poca. Hoje �� obsoleto, mas na ��poca de ponta voc�� se associavam o outro advogado, Voc��s compartilhavam o custo e passavam ali a prestar o servi��o conjunto. Ent��o a tecnologia j�� �� utilizada no direito h�� muito tempo. A gente n��o usou editor de texto desde sem preju��zo maior para escrever no primeiro, a pena em papel, depois, papel e caneta depois m��quina de escrever agora, onde? Ent��o os editores de texto s��o um exemplo de tecnologia e meio? Lembro? Conversei com v��rios advogados que come��aram a trabalhar, essas pessoas ainda est��o no mercado. Hoje come��aram a trabalhar no momento em que n��o havia, nem ent��o sem a exist��ncia de um e mail, voc�� precisava buscar formas alternativas de se comunicar. Um dia pareceu um email que, hoje em dia, o e mail inerente faz parte do dia a dia de todo advogado. Ent��o algu��m me pergunta Voc�� est�� dizendo que tem essa vis��o de continuidade, que a gente n��o est�� vivendo um momento diferente do que os outros? N��o disse isso. O que eu disse aqui, a tecnologia e o direito como exemplo de inova����o aplicada ao direito sempre existiram. A diferen��a �� que hoje as coisas acontecem mais r��pido hoje de uma tecnologia que ela �� introduzida agora no mercado. Ela pode ser aperfei��oado em quest��o de meses em quest��o de semanas. Ela pode desistir, fazer fazer com que outra tecnologia deixe de existir logo. A gente estava vendo o momento em que as intera����es entre tecnologia direitos s��o mais din��mica, s��o mais r��pidas. Essa �� a ��nica diferen��a pelo que a gente viveu at�� agora, o que n��o �� por si s�� suficiente para a gente instaurar um discurso de acabou a profiss��o. Vamos falar s�� de substitui����o, como para as colinas que a advocacia acabou. N��o �� isso. A gente s�� precisa fazer o que a gente sempre fez estudar e oferecer as respostas nesse processo. Esse processo desculpa precisa ser mais r��pido para poder acompanhar as mudan��as que v��o acontecendo na sociedade e no mercado. Ent��o, o que estou querendo dizer at�� para, para sintetizar o pensamento �� que n��o �� o momento de desespero. �� um momento de estudo, aperfei��oamento, oferecimento das respostas e acima de tudo de percep����o das oportunidades, onde que a gente vai poder trabalhar. O que a gente vai precisar fazer para que essas oportunidades sejam identificadas e aproveitadas pelo profissional do direito.

Gabriel:   19:54
Liga Victor! Concordo bastante com voc��. Tem outros dois que esses aqui da Deloitte. Sempre fala que antes de buscar alguma tecnologia muito importante, que voc�� entendeu muito bem, qualquer problema que o escrit��rio tem, como que voc�� vai resolver esse problema, ou seja, antes busca inovar. Ainda que seja com uma planilha do Excel para que depois voc�� busca algo mais mais automatizado, algo mais robusto para aquele problema. Se n��o voc�� est�� gastando mais dinheiro. �� um problema que voc�� poderia ter resolvido de uma forma mais simples isso. V��rios escrit��rios, eu acho que t��o pequeno! Por isso que est��o buscando muitas tecnologias, mas na verdade, eles est��o com problemas b��sicos, estruturais de gest��o, de cultura e da do escrit��rio, e eles est��o ali, realmente buscam, n��o apenas a pontinha do iceberg, para resolver o problema dele. Previs��o de comboios falando,

Victor:   20:43
eu concordo cem por cento com isso est��, Eu vou explicar a realidade. Isso n��o �� um problema exclusivo do direito. O problema dessa quest��o de identifica����o de desafios para a proposi����o de solu����es �� um problema que ele existente e pertencente a qualquer grande organiza����o que quem inova. Ent��o a gente tem uma vontade muito grande de entrar em contato com solu����es. A gente tem uma curiosidade pelas solu����es maior do que a nossa curiosidade, pelos problemas, isso para um projeto de inova����o para o programa de inova����o para uma uma iniciativa de inova����o aberta ou fechada em grandes organiza����es. �� bastante sintom��tico. Eu costumo brincar uma vez estava dando uma aula e a�� eu pedi para as pessoas abrirem um buscador de la na internet digital, Lotex e abre a aba de not��cias do buscador. Todas as not��cias da primeira p��gina e olha que nem foi para a segunda. Mais todas as a primeira p��gina resultaram em reportagens sobre as solu����es que estavam sendo dispon��veis no mercado e n��o sobre processos e os problemas que essas solu����es buscavam resolver, ou seja, hoje o foco das empresas, o foco das organiza����es, o foco e a�� acerto, ampliando a linha de racioc��nio para al��m do direito pela solu����o, quando na verdade ela tem que ser um problema, mas s��o os problemas que essas organiza����es enfrentam e que devem ou podem ser resolvidos com tecnologia, com ferramentas ou com a contrata����o de uma estatal de uma ligou TEC de alguma outra empresa para resolver aquela quest��o. Ent��o, baseado nisso, a gente j�� pode ter uma no����o muito r��pida do que o mercado Hoje quero renovar, Quer renovar, quer inovar, est�� cheio de ligar at�� que a gente abra um radar de abril, dois anos, que �� um baita exemplo disso cresce exponencialmente essa encerrada. A gente v�� cada vez mais empresas Alice, credenciando se, associando o que significa que um n��mero crescente de Lotex que v��o surgindo no mercado e a pouco trabalho no sentido de identifica����o das dos problemas que voc�� tem, um dos desafios que voc�� tem para s�� depois buscar solu����es. Esse �� um erro crasso de qualquer programa, qualquer projeto de inova����o, n��o s�� jur��dico. Estamos falando de inova����o em grandes organiza����es, seja inova����o aberta ou inova����o fechada. A gente precisa olhar para os problemas antes de olhar para solu����es

Gabriel:   23:08
liberal. Victor. E, pegando esse seu olhar assim sobre inova����o e sobre essas lotex sobre as tecnologias no mercado, como o que voc�� est�� liderando esse programa de voc��s e de inova����o, poder compartilhar como que mais aumentou sua rotina o seu dia a dia como o que voc�� acha que outros escrit��rios tamb��m podem estar buscando por essas novas tecnologias de uma forma mais assertiva.

Victor:   23:34
Vamos l��, Vamos falar primeiro sobre a primeira pergunta �� queda especificamente como que a gente resolveu oferecer a resposta que o curioso porque eu vou falar agora �� que muitas vezes pode ser confundido como voc�� est��o abrindo a estrat��gia de voc��s N��o. A nossa estrat��gia foi pensada para fazer uma conex��o com a fala anterior para os desafios que a gente encontrou dentro da nossa organiza����o. Ent��o, eu nosso programa era pensado de uma forma personalizada, porque a gente precisa resolver aqui dentro para buscar isso antes de propor como seria o programa de inova����o ideal. Eu fui conversar com s��cios, eu fui conversar com os diretores, conversar com todos os profissionais do escrit��rio com que pude, tem acesso para identificar o que deixou de demanda, o que ele chama de desafio para s�� depois a gente estruturar um programa personalizado para resolver essas quest��es. E a�� surge tem que filtrar o nome do nosso programa em setembro de dois mil dezoito, com uma proposta que pode ser sintetizada em dois grandes trabalhos mudan��a de cultura e transforma����o digital. N��s n��o somos um programa com uma ��rea que objetiva e busca substitu��vel para sair de opera����es alguma ��rea jur��dica. A gente quer trabalhar em conjunto com elas para identificar o que o escrit��rio tem de demanda e oferecer as melhores respostas. E basicamente todas essas respostas. Elas podem ser agrupadas no que a gente chama de eixos de transforma����o. Ent��o, hoje tem que Filinto tem seis estes de transforma����o. Por falar o nome inglesa, traduzindo aos poucos eventos, eventos nesses pa��ses, espa��os que �� o de tecnologia, parte na institui����o, parcerias acad��mico. �� um ambiente acad��mico, a quest��o da cultura. Ent��o, o que a gente oferece de resposta? Todas as nossas a����es, elas s��o enquadradas em um meio desses eixos de transforma����o. Por isso o meu dia a dia �� incerto. Tem dias que eu vou trabalhar muito fortemente com uma quest��o tecnol��gica e a�� eu vou ter como suporte o nosso departamento de TI. Tem dias que eu vou trabalhar com uma quest��o cultural. Essa quest��o cultural obviamente, vai ter que ter um suporte da ��rea de aragao de algum s��cio do escrit��rio que esteja enfrentando alguns desafios espec��ficos. Ent��o, a gente brinca que se estrutura do tempo �� um sistema de pesos e contrapesos. A gente encontra problemas e resolve com os excessos de transforma����o e ��s vezes, a resposta para um est�� em outro. Ent��o, por exemplo, �� um grande desafio que a gente tem qualquer pessoa, qualquer organiza����o que querem implantar uma solu����o de tecnologia tem �� garantir a usabilidade. Certo. Ent��o, como �� que meu advogado vai usar aquela solu����o que a gente quer trazer? Domic��lio vai usar. O fato da solu����o ser ��tima n��o significa que ele j�� vai naturalmente. Substituiu que ele fazia antes para usar aquela parte nova, que aquela ferramenta nova. E a�� para buscar a resposta para isso, as vezes voltar no eixo Tec, ��s vezes a gente possa, para estar no eixo de cultura, v��o precisar trazer treinamento sob a press��o. Mostrar para ele a relev��ncia daquilo, entendesse aquilo faz parte do dia a dia dele trabalhar com a batida colocada no lugar dele, para saber como �� que ele faz o trabalho dele para saber se realmente precisa daquela tecnologia. Ent��o, a resposta para um problema tecnol��gico n��o necessariamente est�� no eixo tecnol��gico. Fazer est�� no eixo cultural. Por isso trazer um programa que vou independente aqui no escrit��rio que ele tem acesso ��s ��reas jur��dicas administrativas que ele se conecta com todo mundo que consegue ali, de uma forma muito livre de uma forma muito natural, espont��nea, propor solu����es criativas e diferentes para resolu����o de problemas. Foi um dos pontos chave que o nosso programa, ele n��o �� nem jur��dico e administrativo do escrit��rio, ele n��o �� uma ��rea dentro do que ele �� do escrit��rio como um todo, o time do time, um time, por esquadros a gente muito seus quadros, a depender do projeto que a gente quer implementar e sempre com a ��tica de uma que se imunizar ali, o uso das pessoas que a gente j�� tem aqui dentro. Porque muito do que se fazer uma grande organiza����o �� vou abrir um departamento de inova����o, vai trazer um time de inova����o e est��mulo �� inova����o. Vai trabalhar ali diversa daquela entre aspas, especial, da autonomia para essa entidade, dentro da organiza����o, que n��o vai conversar com o jur��dico. N��o vai conversar com o financeiro que vai conversar com a pagar ainda, vai conversar com o que vai acontecer. Vai ser uma baita ��rea inovadora que vai inovar para assim, e n��o para a empresa. A gente n��o quer isso. A gente quer ter um programa de inova����o que vai se conectar com todo mundo. Vai trazer os profissionais dessas outras ��reas para trabalhar nos nossos projetos e a partir da��, promover os objetivos principais. Eu tenho que a mudan��a de cultura, de transforma����o digital

Gabriel:   28:12
s�� tinha uma quest��o que eu acho que o legal destaca isso que eu queria, convidar os colegas advogados a perceberem a forma sist��mica que o Victor analisa o escrit��rio dele o tempo inteiro. Ent��o, analisa Cultura, analisa O processo, analisa tecnologia, analisa pessoas e ele percebe que, ��s vezes o problema vai estar no treinamento, diz. O problema vai estar realmente na cultura, ou avisa a tecnologia. E a outra quest��o �� que ele n��o est�� buscando uma bala de prata. Ele est�� ali realmente entendendo os problemas deles, fazendo com que a inova����o aconte��a de dentro para fora, e de muitos escrit��rios, buscando um consultor de marketing para ajudar um consultor de inova����o, algu��m de outra ��rea, achando que essa pessoa vai ser o salvador da p��tria. S�� que, na maioria das vezes, na realidade, n��o sei se concorda,

Victor:   29:01
eu concordo. Eu acredito que o papel do Inter, empreendedor aquela pessoa que vai puxar a inova����o dentro das organiza����es. Ele foi trabalhado muito bem por isso, sem pelo Eric iguais, que s��o te��ricos de inova����o bem conhecidos a�� no mercado. Inclusive, posso dar algumas associa����es, de obras deles. Mas ele �� fundamental, do ponto de vista organizacional para poder ser aquela pessoa que vai centralizar e fomentar a inova����o dentro de uma grande organiza����o. Aqui, no caso de um grande escrit��rio ter uma pessoa que vai ser o catalisador dessas informa����es, a pessoa que vai estar sempre olhando para a inova����o e o detalhe precisa ser de forma dedicada, ou seja, n��o pode acumular muitas fun����es paralelas �� Mundial, se acumule nenhuma. Na verdade, al��m da inova����o, �� fundamental. Por outro lado, essa pessoa como voc��, bem bem marcou, n��o �� o salvador da p��tria para ele, Para fazer o trabalho dele, ele precisa de subs��dios, subs��dios que eu at�� brinco. Parece m��sica de samba l�� de cima para baixo, baixo para cima, que basicamente �� um apoio do cinema americano, do escrit��rio, da organiza����o, no caso, diretoria. Ou no caso do comit�� executivo, um conselho administra����o, no caso humano, uma empresa, esse tipo de coisa ele precisa ter o apoio dessa gest��o do escrit��rio, dos tomadores de decis��o e ao mesmo tempo, isso tamb��m um desafio. Voc�� possa garantir um engajamento dos executores. O que �� quem vai ser de fato, impactado por aquelas mudan��as no seu dia a dia? Ouvi los aceitar as ideias, trabalhe como um funil de ideias. Ent��o, apesar de voc�� ter uma pessoa ou algumas pessoas dedicadas �� inova����o, d�� uma grande estrutura. Essas pessoas, esse time dedicado a inova����o precisa olhar a organiza����o de uma forma muito transversal n��o restringir a compra de atividade, salvo se a inova����o foi dedicada a um tema espec��fico, por exemplo. Prender inova����o em perder s��o coisas muito parecidas, mas n��o s��o sin��nimos. Mas vamos por n��o pegar uma organiza����o que tem um departamento de inova����o voltado ao lan��amento de novos produtos. A�� ele precisa focalizar focar o trabalho dele no lan��amento de novos produtos �� obrigat��rio. Voc�� tem esse foco Naquele caso do exemplo? Sim, mas geralmente n��o. No nosso caso, a gente n��o est�� aqui s�� dedicado a pensar em novos produtos. A gente est�� dedicado a pensar em efici��ncia, em cultura e flexibilidade, em aux��lio para carregar para a reten����o de talentos para a atra����o de talentos para ser um escrit��rio que o mercado enxerga de uma forma mais amig��vel, mais aberto a novas ideias, a constru����o de um ecossistema, tudo isso ent��o n��o tem essa limita����o de escopo de foco. A gente acaba trabalhando realmente para o projeto e de uma forma plugada os outros departamentos, as outras ��reas do escrit��rio. Nosso objetivo ��, realmente, n��o ter mais objetivos. Se a gente for ser filos��fico aqui, no nosso objetivo �� algo t��o natural, um canal t��o t��o natural de recep����o, de ideias, de pensamento, de poss��veis futuros que em breve, se o tempo estiver em pleno funcionamento, que ele se prop��e a ter com com a completude de desafios, j�� ter formado j�� entregues j�� realizados, o que vai significar que a gente n��o vai precisar de um programa de inova����o aqui dentro do escrit��rio a gente j�� vai ter isso em resultado, Todo mundo j�� vai estar buscando essas novas alternativas. Essas novas ideias, essa adequa����o ��s diferentes probabilidades de realidade que a gente tem

Gabriel:   32:35
Eu sei que voc�� tamb��m trabalha Apertura, o pessoal. Da�� se a gente acompanhando eles de uma forma bem pr��xima e eu lembro de um, pode querer deles que eles falaram que assim a gente n��o tem que ter uma ��rea de inova����o. N��s temos que ser a inova����o. Todos t��m que ser a inova����o. Se a gente tem uma ��rea s�� da inova����o, talvez a gente tem um problema e o movimento de voc��s buscarem, de fazer com que a ��rea, a ��rea de inova����o sul se transforme em todo eu, acho que simplifica muito isso.

Victor:   33:05
Isso n��o pode ser confundido. Gabriel por outro lado, com uma aus��ncia de estrutura, est��, ��s vezes eu falo disso. Algumas discuss��es s��o atribui. A gente n��o tem que ter uma ��rea de inova����o n��o. A gente tem que ter um grande escrit��rio, uma grande organiza����o precisa ter algo estruturalmente falando que vai ser dedicado a pensar, planejar, promover e fazer a inova����o acontecer. Sete por outro lado, o que estou querendo dizer essa ��rea de inova����o, ela tem que ter uma conex��o forte. Envolver as outras ��reas tamb��m �� um pouco diferente. Para a inova����o funcionar, ela precisa de uma estrutura interna. Tem um artigo muito interessante que eu posso compartilhar para voc�� para voc�� tamb��m de calibre para os ouvintes um artigo de uma diretora de inova����o de um escrit��rio global com com sede nos Estados Unidos que ela fala al��m dos desafios de se estruturar, uma iniciativa de inova����o dentro de um escrit��rio, para que os projetos consigam sair do papel de fato acontecer, ent��o a transversalidade. Essa quest��o de se prolongar as diferentes ��reas e departamentos do escrit��rio n��o pode ser confundida com uma aus��ncia de estrutura. Essa estrutura necess��ria voc�� precisa ter um time dedicado a isso. �� importante que seja um time cem por cento dedicado a isso. Noventa e nove por cento dedicado a isso. Para que a gente n��o tem ali confus��es de prioridades, ou seja, a vota����o. Time que precisa ter a inova����o como prioridade, seja ela com o objetivo, ela tiver dentro da organiza����o, Mas �� um time que precisa ter portas abertas e conex��o com a organiza����o, como um todo ou com outras ��reas, a depender do seu principal objetivo.

Gabriel:   34:49
Acho que n��o adianta voc�� ter s�� uma cultura inovadora se os procedimentos ele n��o est��o fomentando inova����o, quinta- tudo integrado, pegando tudo isso, como que se acha que o escrit��rio pode criar algum programa de inova����o? E grande parte dos ouvintes aqui que est��o nos escutando tem escrit��rio fazer bem menores do que o tozzinifreire. �� dif��cil ter uma equipe exclusiva para isso. A maior parte deles, inclusive me relata que eles precisam se desdobrar entre a advocacia. Audi��ncias, a rotina bin desgastante da advocacia e tamb��m buscar a inova����o como o que eu acho que eles podem vencer esse desafio.

Victor:   35:29
O primeiro passo �� voc�� olhar para dentro de voc��. Se voc�� for um escrit��rio menor no escrit��rio, but it um escrit��rio m��dio, ��s vezes um time dedicado, cem por cento inova����o, n��o faria sentido. Concordo porque primeiro �� mais um direito, �� mais f��cil, mas o escrit��rio que tem um porte menor mais f��cil de voc�� mudar a dire����o, �� mais f��cil de voc�� colocar ali novos projetos, novas iniciativas e at�� mesmo mudar completamente. A estrat��gia, sem necessidade de uma movida muito grande tecnologia famosa do que �� mais f��cil, servir�� no mar um submarino, um transatl��ntico transatl��ntico, demora mais? Precisa de mais pessoas trabalhando. Submarino. Voc�� gosta de uma pessoa ali? Duas girar o volante voc�� vira na mesma hora, Por outro lado, voc�� precisa olhar para dentro da inova����o. �� muito trabalho de diagn��stico resposta, dizendo n��s resposta muito menos do que voc�� olhar s�� para o mercado para olhar para solo parado, para tentar buscar solu����es, ent��o sempre de uma maneira cr��tica e anal��tica ver onde voc�� pode melhorar. E a partir do momento que voc�� identifica as demandas de melhora, a�� sim voc�� busca solu����es, voc�� n��o precisa no escrit��rio menor, no escrit��rio m��dio, ent��o o time para isso �� uma a����o pessoal. Voc�� pode ser inovador olhar para o seu dia a dia, Ent��o s��o advogados de contencioso que faz audi��ncia todo dia, que faz um trabalho repetitivo a esse �� o meu corpo, �� o n��cleo do Maraj�� se como que nesse meu dia a dia consigo melhorar? Padronizar minuta, fazer audi��ncia online, tanta usar videolog para poder diminuir meu tempo de conversa de com o juiz Prev�� tamb��m mais r��pido que eu preciso no memorial, no despacho. Enfim, tem v��rias estrat��gias que voc�� pode ter. Se voc�� precisa de uma organiza����o como um todo, olhar para a pr��pria pr��tica. Isso voc�� faz um escrit��rio pequeno, escrit��rio m��dio, no escrit��rio grande, no escrit��rio global, independente do porte, isso �� poss��vel de ser feito. Ent��o o primeiro passo �� sempre olhar para dentro E, segundo, n��o se pode esperar olhar como eu falei antes, para esse momento, com o aumento de oportunidades, se voc�� focar ali, na quantidade de not��cias que falam da substitui����o da m��o de obra, que falam que a profiss��o est�� acabando e entra em desespero e passa a dar tiros para todos os lados e tudo que desesperado o resultado tende a n��o ser, �� muito bom trabalhar com precis��o a tecnologia existe a lata e a inova����o existe. Ela est�� a��, ela vai impactar na profiss��o de alguma forma. Como eu me preparo para isso. As respostas podem ser diversas. Muita gente vai levantar v��o, falar, aprende a programar, aprende a tecnologia. Eu n��o vou resumir as estrat��gias, as iniciativas do espa��o que voc�� tem que dar. H�� uma receita, algo j�� pronto, algo pr��mio, dado o que a gente precisa fazer o que eu preciso fazer diante da minha realidade e, ��s vezes, a programa����o tendo ela como exemplo n��o �� a melhor estrat��gia. Tem outras coisas que voc�� pode aprender a fazer o que voc�� pode trazer para o seu dia a dia, que s��o t��o ou mais relevantes de uma t��cnica de programa����o? Eu trabalho com tecnologia, por exemplo, costuma brincar que nunca escreveu uma linha de c��digo e mesmo assim eu consigo conversar com o programador conseguiu, entendeu que ele precisa na hora de dar as respostas e, ao mesmo tempo us�� lo para dar as respostas produtivos. Advogados trabalhando, imunizando as linguagens, humanizando os conselhos sem precisar programar para isso. Ent��o, como exemplo, as pessoas geralmente falam a identifiquei esse essa lacuna do meu trabalho. Preciso buscar a soft skills. As habilidades suaves softs que os que o pessoal brinca costumam ser a resposta do momento para a sua adequa����o profissional �� nova realidade. Eu penso al��m. Primeiro, quais ofereceu s��o essas. E ser�� que s��o realmente ou s��o v��rias iniciativas pessoais que voc�� pode ter, que tamb��m significam? Prepara uma realidade mais din��mica rodar executadas duas coisas primeiro, dentre essas famosas soft skills, repito a quest��o da programa����o, mas vou falar tamb��m de gest��o de projetos, por exemplo, gest��o financeira, contabilidade s��o outras habilidades. Marketing enfim, s��o outras habilidades que advogados podem ter, que s��o a depender do seu dia a dia, da sua pr��tica, da organiza����o em que voc�� trabalha t��o ou mais importantes que a programa����o sete Ent��o eu n��o digo a voc�� precisa aprender a programar se n��o, voc�� vai ser um advogado de relevante no futuro. O advogado relevante no futuro, vai ser aquele que n��o sabe identificar o que ele precisa fazer. O que vai ser relevante �� o que o que identifica, o que faz. Esse �� o primeiro ponto. E a�� eu tenho que dar a organiza����o que voc�� trabalha, como �� o seu dia a dia. O que voc�� faz? Eu, por exemplo, se tem um exemplo, n��o aprendeu ainda, n��o tem planos da programar e at�� hoje para mim n��o me faz falta. Se n��o, j�� teria buscado algo assim. Mas hoje, no meu dia a dia no trabalho, n��o precisa aprender a programar. Enquanto n��o precisar eu n��o vou fazer. E tem obviamente centrado nas quest��es de talento e tal. E um outro ponto �� o que especificamente um advogado precisa fazer ou saber, ou melhor, o que ele precisa ser para se para continuar relevante, com essa realidade diferente, uma din��mica mais r��pida, mais tecnol��gica que a gente, v�� hoje. E a�� n��o �� s�� a habilidade, abriu, a gente est�� falando de outras coisas tamb��m. Toda a dan��a e a intelig��ncia emocional, empatia. Foco no cliente s��o um monte de coisas que a gente v�� hoje, sendo discutidas a inova����o como um todo, que podem ser utilizadas por advogados. Ou melhor, elas devem ser utilizados para advogados. E o pior, isso, voc��, Medicina, isso voc�� n��o aprende no curso. Isso voc�� aprende trabalhando dentro de si. O que voc�� precisa fazer? Ent��o? Volta de n��mero da estrada que foi sobre tecnologia e ensino jur��dico. Ali gente identificou que o principal problema que as faculdades de Direito tem hoje, justamente como preparar pessoas para o mercado de trabalho e quando fomos no mercado de trabalho, n��o estou falando s�� do mesmo profissional. �� o acad��mico tamb��m, como preparar profissionais e acad��micos que sejam tolerantes ao euro, Que consigam trabalhar com outras pessoas, que consigam pensar em praticamente no outro lado pensar aquilo que vai ser um interlocutor. O que quem a sua decis��o afeta? Seja ela passou um cliente seja um r��u, caso voc�� seja juiz, ou seja, um leitor de um artigo acad��mico. A quest��o da empatia fundamental, Porque isso n��o basta voc�� trazer no curr��culo uma mudan��a super inovadora, trazer uma disciplina para ensinar a intelig��ncia emocional n��o se ensina. Com exemplos voc�� ensina botando a pessoa para trabalhar, voc�� ensina, incentivando a participa����o desse indiv��duo desse aluno em outros lugares. Ent��o, o desafio da transforma����o do direito. Hoje ele passa assim por ferramentas, estilos e habilidades. Mas ele tamb��m passa pela forma, pelo famoso preparo pessoal que a pessoa tem que ter para ser atuante nesse dia a dia, porque se voc�� n��o tiver isso em pior, advogados normalmente n��o t��m. Esse tipo de preparo, vai ser muito mais dif��cil para voc�� sobre essa realidade. Fica em uma outra dica tamb��m ao n��vel da professora Michelle Stefano ela, da Universidade de Miami e tamb��m do sentido ��rvore. Ela tem um livro que ela coloca o Delta das habilidades dos advogados. E, curiosamente, ela coloca o conhecimento jur��dico como base da pir��mide. Ou seja, �� algo que todos t��m que ter hoje n��o �� um diferencial. L��gico, voc�� tem um conhecimento mais profundo, mais t��cnico, que diferencia em alguns casos, mas como a difus��o de conhecimento e os diferentes meios, universidades, v��deos, internet, livros, bucks, enfim, hoje n��o �� mais poss��vel um advogado. N��o tenho conhecimento jur��dico. Est�� a�� ele come��a a se diferenciar com o primeiro. As famosas soft que entender a programa����o Marketing, gest��o de projetos com a tecnologia, enfim, entender diferentes ��reas numa interdisciplinaridade, e o diferencial de fato come��a com quest��es como a simpatia, intelig��ncia emocional e acima de tudo. No topo da pir��mide est�� a capacidade de voc�� n��o v�� com foco n��o s�� na sua organiza����o, no seu destinat��rio, que �� quem vai receber aquele servi��o, seja essa pessoa um cliente, uma outra parte que vai estar em contato com voc�� de fato, trabalhar com inova����o, com foco no cliente. Foco no servi��o s��o as duas os dois, lamento que est��o no topo da pir��mide Michel da cidade foram prop��e. Ent��o, o desafio �� grande, mas n��o �� poss��vel, mas a terceira unidade. Muito estudo que d��, que �� poss��vel se preparar

Gabriel:   44:31
Victor de um ano. O v��deo que voc�� voc�� dizendo que tem algumas quest��es que talvez n��o vai aprender com o livro, vai ser conviv��ncia como empatia, algumas habilidades mais emocionais e de outro. Voc�� j�� citou aqui diversos livros aqui que os colegas advogados podem estar estudando? Queria saber se voc�� tem alguma indica����o de curso, alguns conte��dos que voc�� critica, que os advogados precisam de estar consumindo e o mais r��pido poss��vel.

Victor:   44:58
Primeiro vou tentar separar em algumas algumas esferas est�� a quest��o do conhecimento jur��dico. Ela n��o deve deixar de existir. Ent��o o primeiro primeira dica de curso, Leituras que eu posso dar enquanto advogado. O que voc�� precisa saber para o seu dia a dia? Do ponto de vista t��cnico e jur��dico? Muitas respostas, os desafios tecnol��gicos da atualidade est��o em respostas jur��dicas que a gente j�� tem gente j�� deu quando um exemplo, em um artigo muito bom, que analisa a minha parte de ve��culos aut��nomos, ele fala com os ve��culos aut��nomos no mercado. Essa �� uma tecnologia que tem dia, torna o tr��nsito mais seguro. Logo, ela tem que ser incentivada, s�� que ela n��o vai ganhar escala. Enquanto a gente n��o resolver os problemas regulat��rios e jur��dicos que ela traz. Ent��o, identificado esse problema, ele come��a a propor solu����es de uma das solu����es que ele prop��e como mais ideais. �� uma resposta dada pela dos Estados Unidos para o problema das usinas nucleares na d��cada de cinquenta, que tamb��m eram tecnologias que deveriam ser incentivadas, que tamb��m tinham problemas regulat��rios de responsabiliza����o por causa de acidentes tipo de coisa. E ali foi feito uma estrat��gia de fundo, como se fosse um seguro. Enfim, para poder responder a essa necessidade, que essa nova tecnologia quer a usina nuclear trouxe para a sociedade, Enfim que os ve��culos aut��nomos, al��m de todos, j�� foram um desafio para o ser humano atr��s, quando, por exemplo, a gente admitiu um elevador de um elevador. Ele �� um ve��culo aut��nomo que acontece o elevador caiu, em que vai ser responsabilidade, vai ser o fabricante do pr��dio da pessoa que n��o soube operar, se tinham as san����es. Se n��o tinha do cabo que estava sendo desgastada, ningu��m viu. Enfim, essas respostas elas foram estudadas, elas foram dadas. Ent��o, a gente s�� precisa fazer o mesmo agora, ent��o, estudar o direito de estudar o b��sico significa perceber que novos problemas n��o necessariamente precisam de novas solu����es. Quando estava ali no dia a dia, com as estatais trabalhando no dia a dia do jur��dico delas, eu percebia que as respostas ��s vezes era um problema, porque a pessoa apresentava. Era um programa totalmente novo, que a gente nunca tinha visto levava. Para alguns s��cios que est��o aqui no escrit��rio h�� mais de trinta, quarenta anos, eles tamb��m nunca tinham visto. S�� que na hora de buscar essas possa, estava no c��digo no artigo do C��digo Civil, Ent��o, ��s vezes, novos problemas, eles, muitas vezes novos problemas, n��o precisam de novas solu����es. S�� a gente s�� precisa de estudo e fazer o que n��s, enquanto advogados, fomos treinados a fazer, que �� resolver problemas na propor����o dos feitos certo. Isso faz parte do nosso treinamento trazer l��gica jur��dica no dia a dia da tecnologia e da inova����o. Ent��o essa �� a primeira dica que eu dou, do ponto de vista de estudo, de material sim, voltar para o b��sico do direito, entender como direito funciona. Isso �� fundamental hoje em dia, porque a gente tem esse estigma de que um novo faz a gente esquecer o antigo. Mas a gente n��o precisa disso, voc�� construir um novo voc�� precisa de uma base. E essa base ��s vezes, est�� no que j�� �� praticado h�� muito tempo que est��. E o segundo �� sempre olhar para as outras ��reas, o que as outras ��reas podem nos ensinar para o nosso dia a dia, como advogados. A hist��ria do sozinho com a inova����o, com o nosso conduta, em que a gente tem que lembrar, por exemplo, que ela surge, entre outros fatores, de um contato muito mais pr��ximo quando esta etapa a gente optou por seguir um programa de inova����o independente, dentro estruturado. Dentro, justamente ap��s ver como estatal precisa, operavam como elas ofereceu as respostas aos problemas que ela tinha. Como que era essa cultura din��mica de pilotagem, de trabalho empreendedor, para depois pensar num programa de inova����o, ou seja, absorve seus conte��dos. Quando esta etapa, nesse dia a dia, entender como o treinador pensa, opera e funciona, foi fundamental para a gente planejar o nosso. E a mesma coisa que a gente, que eu sugiro para quem quer estar buscando cursos, est�� buscando leituras. Hoje, vai dar uma chance para o livro de tecnologia, d�� uma chance p��blico de marketing, da Marcha, dos livros de Contabilidade. ��s vezes voc�� vai descobrir respostas, al��m de coisas que voc�� enfrenta no dia a dia, que voc�� nunca ia ver se voc�� n��o tivesse dado essa chance, essa barreira loira, hoje no local onde ela tem que deixar de existir, ela tem que parar de ser uma regra. No mercado, hoje a todas as ��reas tem seu valor, a transversalidade �� fundamental e n��o basta apenas voc�� trazer o novo, voc�� precisa tamb��m se preparar com o que voc�� j�� aprendeu a fazer

Gabriel:   49:43
executando limpeza de algumas frases. N��o se lembra exatamente do autor, mas tem gente que fala que inova����o �� voc�� combinar coisas de coisas que j�� existem em um contexto diferente. Ent��o, vou pegar ��s vezes uma solu����o jur��dica que j�� existe v��o aplicar a um contexto diferente, como aplicar alguma metodologia utilizada por outro mercado. E agora vou utilizar aqui para os advogados e uma outra quest��o que o que eu acho que �� muito v��lido de colegas, advogados buscarem inspira����o em outros mercados, porque, em geral os outros mercados est��o mais avan��ados e inova����o do que o mercado jur��dico, porque, em geral, os outros mercados s��o menos conservadores do que o nosso mercado, ent��o �� como se voc�� tivesse as vezes, uma bola de cristal e da inova����o. ��s vezes voc�� consegue ver algumas para a treze, j�� est��o sendo utilizadas pelas maiores empresas de tecnologia do mundo e que poucos escrit��rios est��o utilizando. Se voc�� se atenta isso antes e come��a a aplicar antes, talvez o seu diferencial competitivo aumentar perante seus concorrentes. Voc�� tem algum recado final? Victor Acho que esse epis��dio muito rico, com muitas muitas refer��ncias bibliogr��ficas citadas aqui durante o epis��dio. Todo esse epis��dio est�� transcrito tamb��m no blog da Fil��. Voc��s podem acessar todas as refer��ncias aqui que o Victor citou durante o epis��dio tamb��m ler esse epis��dio. Caso voc�� prefira que vai estar aqui na descri����o de onde voc�� vem executando

Victor:   51:08
no mercado final, �� n��o n��o tomar a inova����o como algo que amedronte olhar isso com um senso de oportunidade de perceber que n��o h�� um momento melhor para se ser para ser um advogado. Hoje em dia, o n��mero de desafios �� crescente. S��o desafios complexos. A gente precisa de advogados preparados para resolver esses desafios. S��o desafios de fato, alguns at�� mesmo sempre acidentes. Alguma quest��o de cripto ativo, por exemplo, que transcende fronteiras que transcende di��rias, vai da parte de seguros at�� a parte do setor financeiro. Por outro de xer��m, mobili��rio, enfim, s��o situa����es que cotidianas que v��o ser mais recorrentes. E, para resolver as a gente precisa de advogados preparados, Ent��o olhar com esse senso de oportunidade �� fundamental para o dia de hoje. Al��m disso, claro sempre trabalhar de uma forma colaborativa. A gente tem que entender que temos um ecossistema de inova����o hoje em dia n��o h�� inova����o, n��o vai ser feita em quatro paredes. Ela precisa ser feita de forma conjunta, de forma colaborativa. N��o �� porque temos ligou Tex, que escrit��rios v��o deixar de ser relevantes. N��o �� porque algumas jurisdi����es aceitam aquelas estruturas alternativas. CPIs como empresas jur��dicas propriamente dita, que os escrit��rios n��o deixa de ser relevante. Se ent��o a gente s�� constr��i o futuro juntos, precisa validar a m��o, fazer projetos conjuntos, entender que cada um tem sua esfera do mercado e elas trabalham com intersec����es. Entender que tem espa��o para todo mundo, mundo, enorme quantidade de tecnologias dispon��veis no mercado hoje �� maior ainda e a partir da�� tem muita oportunidade para a constru����o. E essa constru����o ela tem que ser conjunto, ela tem que ser colaborativa, est�� ent��o. Esses s��o os dois recados que eu dei e ainda como parte da iniciativa do segundo, convido a quem quiser conhecer um pouco mais do nosso programa do tempo, o filme da hist��ria do TozziniFreire Amigo com a inova����o pode entrar no nosso site tozzinifreire ponto com ponto br ou at�� mesmo no site do pr��prio. Um link l�� �� um site espec��fico do nosso programa de inova����o, que tem as informa����es l�� e acaba transportado com a gente, sugeriu. Projetos A gente est�� sempre aberto a novas discuss��es e eu estou sempre aberta a novas discuss��es ao olhar para o mercado. REALMENTE com essa ideia de que temos um mundo de oportunidades. E a gente vai saber aproveitar elas melhor.

Gabriel:   53:37
Se fizemos todos juntos, ent��o esse �� um recado final. Muito obrigado. Victor Mais primeiramente sim. Queria muito agradecer pela sua generosidade e abertura em compartilhar a�� um projeto que para alguns escrit��rios talvez poderia ser sigiloso. V��rios escrit��rios talvez n��o gostariam de compartilhar diversas das informa����es que voc�� trouxe aqui para realmente agregar valor para os outros colegas advogados que est��o nos escutando. Eu acho que essa postura diz muito sobre advocacia colaborativa que a gente precisa cada vez mais os dias de hoje. E eu acho que isso que leva inova����o, escrit��rio de democracia. Por isso a�� que voc��s s��o em uma das maiores refer��ncias do pa��s, no que se trata de tecnologia e inova����o. Aplicador direito n��o �� �� toa, tamb��m Gostaria muito. Agradece a todos os colegas advogados aqui que est��o presentes novamente. Se voc�� gostou desse epis��dio, deixa um envio para a gente no player de ��udios, escutando N��o se esque��a tamb��m se cadastrar para que voc�� receba as notifica����es para os pr��ximos epis��dios do Loire. Foi. A gente se v�� novamente na pr��xima quarta feira, com mais um convidado especial. At�� logo