Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#36: O que escritórios de advocacia podem aprender com empresas de outros segmentos? - c/ João Guerra

January 28, 2020 Freelaw Season 2 Episode 16
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#36: O que escritórios de advocacia podem aprender com empresas de outros segmentos? - c/ João Guerra
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Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#36: O que escritórios de advocacia podem aprender com empresas de outros segmentos? - c/ João Guerra
Jan 28, 2020 Season 2 Episode 16
Freelaw

Por que os escritórios de advocacia falham?

O que escritórios de advocacia podem aprender com empresas de outros segmentos?

O que é o Customer Development e como essa metodologia pode ajudar advogados?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista João Guerra.

João Guerra é advogado formado na UFMG, com pós graduações em Contratos e Direito Desportivo. Trabalhou em escritórios e na Falconi Consultores de Resultado, depois foi sócio do AppProva, startup que foi incorporada pela SOMOS Educação. Lá foi Product Manager e gerente de soluções digitais para o Ensino Superior, cuidando de soluções que ajudaram milhões de pessoas e centenas de instituições de ensino no Brasil. Hoje faz parte do time fundador da Trybe, escola do futuro que forma pessoas para as profissões digitais mais procuradas pelo mercado.

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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

Por que os escritórios de advocacia falham?

O que escritórios de advocacia podem aprender com empresas de outros segmentos?

O que é o Customer Development e como essa metodologia pode ajudar advogados?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista João Guerra.

João Guerra é advogado formado na UFMG, com pós graduações em Contratos e Direito Desportivo. Trabalhou em escritórios e na Falconi Consultores de Resultado, depois foi sócio do AppProva, startup que foi incorporada pela SOMOS Educação. Lá foi Product Manager e gerente de soluções digitais para o Ensino Superior, cuidando de soluções que ajudaram milhões de pessoas e centenas de instituições de ensino no Brasil. Hoje faz parte do time fundador da Trybe, escola do futuro que forma pessoas para as profissões digitais mais procuradas pelo mercado.

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Gabriel:   0:13
r��pido Voc�� EST�� Ouvindo como Melhores Pr��ticas de Gest��o, Inova����o e Tecnologia nenhum Direito Meu Nome Gabriel Magalh��es Bem vindo Paulo- ISSO PODE that E oferecido Pela Frilot uma forma Mais segura para that o Seu Escrit��rio de advocacia contrata advogados on-line e solu��o demanda. Eusei Que TALVEZ r��pido Voc�� Nunca pensou nessa possibilidade, Mas ��gora r��pido Voc�� PODE Realizar Parcerias com advogados Especializados em QUALQU��R ��rea fazer Direito, da Acordo com a SUA necessidade. �� s�� entrar no site da vida a habilidade do ponto frio ponto ou enviar uma descri����odo servi��o que precisa ser deputado, como orienta����es, ou prazo. E a�� est�� t��o aguardar mais acontecer e voc�� pode visualizar como propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente ou portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes.����

Gabriel:   1:22


Gabriel:   1:22
Ol�� advogado, ELA advogada SEJA bem vindo, SEJA bem vinda a Mais hum lowyer o advogado da FreeLaw.����

Gabriel:   1:29
Meu nome �� Gabriel Magalh��es. �� um prazer estar aqui com voc��s novamente . No Epis��dio de Hoje eu tiva o prazer de entrevistar o Jo��o Guerra. ELE E advogado Formado Pela UFMG e ELE TEM p��s gradua����es em Contratos de Direito Desportivo. Ele trabalhou em ����escrit��rio de advocacia na ��Falconi Consultoria de resultado. Depois ele foi s��cio do Appprova. ��Startup Que foi Incorporada Pelas Somos Educa����o. L�� N��o E prova, ELE foi pra e diferente de Solu����es Digitais para o ensino superior, o Jo��o. Ele �� uma pessoa incr��vel, porqueprimeiro que ele trilhou uma carreira muito bem sucedida no Direito. DEPOIS de prova, ELE conseguiu impactar Milh��es de PESSOAS E TAMB��M centenas de Institui����es de ensino n��o Brasil. Hoje ELE Faz parte do tempo Fundador da that E Uma Estar etapa de Belo Horizonte,Que eu also Admiro Muito, e B��sicamente ELES S��o Uma escola fazer futuro, that forma PESSOAS para como profiss��es de such Mais procuradas cabelo Mercado. No In��cio fazer Epis��dio de Hoje, o Jo��o compartilha tudo �� SUA Trajet��ria Acad��mica e Profissional, e ELE Realmente falaQue ELE fez Durante a faculdade, Como Que ELE conseguiu trilhar o Sucesso na Advocacia e o Que moveu ELE a buscar Outros Desafios para o SUA vida Profissional. E a��, sas Novos Desafios, ELE Teve Que Aprender Novas Habilidades e ELE Conta Quais Habilidades wereessas that essas Habilidades PODEM apresentar para OS Operadores fazer Direito. ELE apresenta here um Metodologia fazer Pr��xima de vela, o cometa ENT��O um Metodologia Que se Ajuda a conhecer Melhor OS SEUS Clientes also E CRIAR Metodologias para that they se sintam Cada vezMAIS satisfeitos AI em Seu Escrit��rio de Advocacia EST�� Muito legal. Tanto para quem �� estudante de direito , o advogado que quer conhecer mais sobre uma carreira jur��dica diferente e da mesma forma para escrit��rio. Advocacia que deseja utilizar metodologias de empresas digitais dentro doDireito. Espero Que, nessa altura r��pido Voc�� J�� EST�� bastante animado para ESSE Epis��dio de Hoje. Fica At�� o final, de Certeza Que r��pido Voc�� N��o vai se arrepender. At�� logo seria bem vindo ao leite. Gl��ria Muito obrigado por ter aceito o nosso convite e sei queESSA Hoje E Muito corrida e Que foi bem Dif��cil tivesse that Conosco. Mas estou Muito animado Previs��es de Hoje, Porque Primeiro, that r��pido Voc�� �� Uma das Coisas Que eu Mais Admiro MESMO, E UM Exemplo Para Mim, aumentou Muito Importante a gente e Uma dasPESSOAS Que Sairam fazer Direito para revolucionar um Outros Mercados, e Hoje vai Contar UM POUCO da SUA Hist��ria also. Conceitos e f��runs do direito que podem ser aplic��veis . Advogados tem certeza de que vai agregar todos os colegas, muito obrigado pela sua presen��a? Gabriel Eu That

Jo��o :   4:35
agrade��o pelo convite, Eu admiro bastante trabalho da fria l��gica. Tem acompanhado a�� algum tempo e tamb��m gosto muito de pode, Quer , ent��o acho que as artes, uma experi��ncia um pouco nova para mim. Eu acho que agrega muito conhecimento das pessoas , principalmenteque tem uma rotina mais complicada, e ent��o muito obrigado pelo convite. Espero estar �� altura do desafio de compartilhar um pouco de conhecimento para todas as nossas colegas que nos ouvem.

Gabriel:   5:08
Como era na Faculdade de Direito, ��voc�� ��gosta da faculdade? Porque se Saiu QUANDO UM pouquinho Dessa Trajet��ria, Porque se fez Direito TAMB��M?

Jo��o :   5:18
Bom, Acho that when a gente E Mais novo, Primeiro Que a gente TEM Que Tomar ESSA decis��o Muito Cedo na vida de Escolher hum curso superior. Acho Que ESSA mentalidade EST�� Mudando Cada vez Mais, mas a gente AINDA TEM Aquela pressao para Escolher UmaCarreira com dezessete, Dezoito anos, that r��pido Voc�� vai Exercer para o resto da SUA vida, ��em tese. N a ��poca em that eu fiquei between Direito. Economia ali, Porque como PESSOAS Que eu admirava OS Grandes, TALVEZ estadistas OU PESSOAS Que causaram hum Impacto Grande naRealidade Que a gente leu Nos Livros de Hist��ria, aqueles cursos, de Alguma Maneira se conectavam com uma Trajet��ria daquelas PESSOAS e eu tinha Uma Vontade Muito grande de causar Algum Impacto nenhum mundo e Mudar a Realidade para Melhor de Alguma forma. Ent��o, odireito eu vi como um caminho potencial para fazer isso. E a��, Ao Longo da faculdade eu fiz de tudo hum POUCO Los Angeles, na Faculdade de Direito da UFMG, ENT��O M��s ficou Inicia����o Cient��fica, monitoria Centro Acad��mico, o Jornal da Faculdade Associa����o Atl��tica, grupo deestudo Direito Internacional. No final, caminha para o Direito Desportivo E ASSIM foi Uma forma de eu Conseguir me Conectar com varias Experi��ncias para SO poucos, Descobrir o Que eu, cabelo Menos o Que eu N��o quer��a. E ASSIM uma Coisa foi acontecendo na Minha Vidae eu also tiva Experi��ncias n��o Setor P��blico e Privado e acabei me Formando e advogando Durante Quatro ano A��, logotipo apos eu me Formar.

Gabriel:   7:08
E o primeiro que assim �� muito legal. ASSIM Que r��pido Voc�� TEM UM mega curr��culo, inclui ciclo de invejar a�� QUALQU��R advogado desinformado. E voc�� provavelmente estava sendo bem sucedido. E h�� Direito, Como Que foi ESSA decis��o de Sair? Porque se tomou essa decis��o dede busca outro rumo e com dificuldade foi tomar esse tipo de decis��o,

Jo��o :   7:33
Bom de novo. Eu Acho Que o Que a gente vai Descobrindo Ao Longo da Vida, de that Quanto Mais uma gente SABE, Menos a gente SABE, mas r��pido Voc�� TEM Raz��o. Eu estava At�� Caminhando bem n��o Escrit��rio de Advocacia fazer qua Fazia parte e apareceu UmaOportunidade de um Outro tocar o jur��dico de Uma Empresa. Entao Acabou that AINDA nenhum Direito POR POR Mais Que eu tenha ficado ELE Como advogado. Durante Quatro ano eu tiva Experi��ncia em Escrit��rio de Advocacia e jur��dico de Empresa e eu me deparei Diante deuma decis��o dif��cil. TALVEZ Uma das Mais dificeis Que eu J�� tomei that

Jo��o :   8:19
foi Uma Oportunidade Que ��surgiu de Empreender, com amigos de col��gio ��, that tinham fundado h�� Algum ritmo Uma startup Chamada ��Approva. E les queriam Contar com Algu��m para desenvolver hum modelo de Neg��cios fazer appprova, �� Que �� Uma startup de Educa����o, focada em Avalia����o, para o ensino superior,e especificamente para um PREPARACAO n��o Exame da OAB.����

Jo��o :   8:44
Entao eu N��o entendia Quase nada de empreendedorismo, Gest��o e etc. �� OU Produtos Digitais , Que foi o Que eu acabei Caminhando para me especializar de Alguma forma.����

Jo��o :   8:59
Tive Que Tomar ESSA decis��o, e Confesso Que foi Uma ��decis��o�� Muito Mais de brilho n��o Olho e paix��o fazer that de Convic����o ��Que era o Caminho Certo para MIM. ����

Jo��o :   9:09
Entao, retomando Aquilo Que me fez L�� Atr��s, Escolher o�� Direito, MESMO SEM sabre Muito Que ��ISSO ��significaria, na Minha Vida. ��Eu via que, por mais que estava fazendo um bom trabalho no escrit��rio de advocacia e depois na empresa. E u Sentia that um Minha Energia, poderia ser direcionado para causar mais impacto na vida das pessoas .

Jo��o :   9:33
E ESSE Convite para Trabalhar com Educa����o me fez despertar ��Uma Vontade de conhecer algo novo e de me aventurar nenhum momento da vida�� em that AINDA PODIA me dar Ao luxo de assumir ESSE Risco.

Gabriel:   9:49
Vejo que voc�� fala ��muito de prop��sito. Eu Acho Que ESSA Nova Gera����o ISSO E Mais Cada vez Mais Importante para ESSA Nova Gera����o Que TEM Entrando no Mercado de Trabalho e ��s vezes s��cio dos Escrit��rios, e enguias N��o conseguem Compreender ISSO. Eles acham que talvez oDIREITOS E Dif��cil, uma Rotina E Dif��cil, S�� Que a gente TEM Que lidar com ISSO Porque a gente Precisa Ganhar o ��Nosso ��Dinheiro. ��S EMPRE foi ASSIM e sempre vai Ser ASSIM, Que n ��o Existe vida F��cil. ��J�� escutei�� muitas pessoas falando assim.

Gabriel:   10:18
Que modo vezes uma ��Quest��o de e Outra, as vezes a gente ��Precisa de hum Trabalho Que vai Fazer com Que OS NOSSOS Olhos brilhem.����

Gabriel:   10:25
E a�� eu Vejo Que grande parte dos Escrit��rios N��o conseguem proporcionar ISSO para OS advogados. E principalmente, os mais jovens�� ali da base. A caba tendo um conflito de conflitos.

Gabriel:   10:35
Eu n��o sei se voc�� vivenciou isso em algum lugar . Mas�� conhece algu��m que tamb��m passou por isso?

Jo��o :   10:42


Jo��o :   10:42


Jo��o :   10:42


Jo��o :   10:42
Sim, sem d��vida! a forma como eu enxergo isso �� a seguinte.��Acho que se��voc�� pensar a grosso modo,��eu sou bem obcecado com o tempo��e para mim, o bem mais precioso que a gente tem��na vida�� �� o nosso tempo. Voc��s ai na Freelaw, desenvolvendo a empresa etc. Sabem����que a prioriza����o do que��Voc�� Faz com o seu tempo���� muito relevante para a vida e para Voc�� Obter Sucesso E querendo OU N��o a gente, a gente passa grande parte do Nosso tempode vida Trabalhando. Ent��o pode��Ser Muito frustrante ��Voc�� Trabalhar com algo que��Voc�� N��o EST�� minimamente Conectado com o resultado que��Aquilo gera na vida das PESSOAS. ENTAO ����Poss��vel enxergar o Prop��sito na advocacia e no exercicio do��Direito, em n����Carreiras ,Sejam P��blicas OU Privadas. E o��Que a gente PODE extrair��de Mais positivo Disso ������Que, At�� para o Sucesso de um Escrit��rio , ou��de QUALQU��R�� Profissional, ��Voc�� se Conectar com o resultado ��que��Aquele Trabalho gera para a sociedade e para o��mundo, faz as pessoas trabalharem, inclusive melhor. Entao, eu pelo menos quando��eu vivi Situa����es de Sentir Que eu estava Entrando no Trabalho e Virando Uma chave Saindo fazer Trabalho Virando Uma chave para Ser Outra pessoa na vida Pessoal, diferente daquilo que eu��era noTrabalho.��Aquilo querendo OU N��o mexe com o psicol��gico da pessoa. Entao, ASSIM eu Acho Que E Poss��vel a gente Conseguir Conectar o Prop��sito e o Trabalho, mas N��o E trivial N��o querendo OU N��o, E Uma arte, e claro that TODO mundo TEM Que buscasucesso financeiro, etc. Quando voc�� consegue aproximar essas duas coisas? O Prop��sito Trabalhar com algo Que te FA��A brilhar. O Olho e Que te deu hum retorno Financeiro E o Melhor dos mundos. Eu Acho Que E o Que Todas quanto Empresas Escrit��rios deveriam buscarpara si e para os seus colaboradores, com certeza

Gabriel:   12:59
muito bacana. E r��pido Voc�� ENT��O encontrou Seu Prop��sito, ELE Pessoal e para that r��pido Voc�� alcan��asse o Seu Sucesso Profissional, r��pido Voc�� Teve Que se aventura em em ��reas ELE that r��pido Voc�� N��o Sabia Direito N��o prepara advogados para saber Sobre Gest��o Sobre empreendedorismo Eu Acho QueQuase Nenhum curso prepara PESSOAS para liderar e Equipe de Produtos Digitais, Como foi o Seu Caso, Como o Que foi aprendido tudo ISSO Como that Quase foi desafio, ASSIM Teve Algum momento that r��pido Voc�� acha Que r��pido Voc�� N��o ia Conseguir Aprender Como that r��pido Voc�� conseguiuapreender isso faz zero?

Jo��o :   13:36
Bom, ENT��O retomando UM POUCO da Trajet��ria e Que eu Acho Que eu N��o Falei de forma completa. Eu me formei em direito, advogadas, advogadas em escrit��rio e n��o jur��dico de empresa de uma grande empresa e foi empreendedora com amigos na prova E a�� nessaTrajet��ria Gente, eu passei a vivenciar Desafios para OS Quais UE N��o foi Formado e uma gente aprende Muito COM OS PROPRIOS Erros. De Certa forma a gente busca Aprender com OS Erros dos Outros TAMB��M EM mentorias, etc. E D�� Cara a tapa, Encarar odesafio e Aprender N��o E um MESMA Coisa de novo, mas a gente busca also de se capacitar. Eu busquei Muito Conhecimento ASSIM me APOIAR Nos ombros de gigantes sempre, ENT��O, buscar o Que TEM de Melhor nenhuma mundo, Sobre Aquele Determinado tema that a genteestava enfrentando. E ASSIM uma cultura fazer appprova na ��poca, foi sempre Uma de desenvolver como PESSOAS e uma Equipe. Porque a gente acreditava na m��xima de that PESSOAS Excelentes, Diante de Desafios Complexos, ELAS conseguiriam, independentemente da Forma����o, encarar Esse capacitar paraconseguir resolver esses problemas. Entao, eu passei a trabalhar H�� nenhum ramo da Educa����o empreendendo e o Que dava a Energia para a gente Seguir em frente? Por Mais Que empreendem, SEJA Uma Montanha R��ssia, a gente vivencia Desafios, OS Recursos, Sejam escassos, ESSA Energiade that r��pido Voc�� EST�� de Fato, Levando algo para de positivo para a sociedade, para que PESSOAS e o PR��PRIO desafio, Ensina. R��pido Voc�� resolver hum Problema TEM um Satisfa����o de ver Que a Empresa EST�� crescendo com o Empreendimento. Est�� dando certo. De alguma forma, Aquilote D�� Energia para dar o Pr��ximo Passo

Gabriel:   15:41
muito legal. E ��gora, com Toda ESSA Experi��ncia that r��pido Voc�� conseguiu Ao Longo de Toda SUA Trajet��ria Profissional. QUANDO r��pido Voc�� Olha para o Mercado jur��dico ASSIM, qua r��pido Voc�� acha Que S��o OS MAIORES e Mais ASSIM, Que o Escrit��rio de Advocacia e also that OSadvogados, ali, that ��s vezes N��o S��o S��cios dos Escrit��rios, estao cometido. Atualmente,

Jo��o :   16:04
POR Exemplo, o Acho Que Uma das principais Raz��es Pelas Quais quanto Empresas em Geral falham, e a�� ISSO uma gente PODE Incluir hum Escrit��rio de Advocacia TAMB��M, Porque Acho Que o advogado advogada Que resolve abrir Seu Escrit��rio advogar nada Mais de e fazer Que humempreendedor de coragem tamb��m, n��? Uma das principais Raz��es Pelas Quais quanto Empresas falham como startups em Geral TAMB��M POR N��o atender Uma necessidade de Mercado clara, o Que nada Mais E fazer that resolver hum Problema de Fato, Que como PESSOAS tenham. Ent��o, muitasvezes a gente V�� PESSOAS COM UM sonho de abriu hum Escrit��rio e advogar. E ELAS MUITAS vezes investem ritmo e Energia Construindo SEJA uma Estrutura fazer Escrit��rio, SEJA contratando PESSOAS, SEJA estruturando o Que vai Ser Aquele Empreendimento sem pingos Testar e conhecer oPERFIL fazer Seu Cliente e de Quem o Problema Que Aquele Escrit��rio Quer resolver com pingos de Fazer Esse Investimento. Entao MUITAS vezes E um MESMA Coisa de r��pido Voc�� dar hum tiro sem escuro, Porque Hoje como Coisas MUDAM Muito R��pido. A gente est�� num contextode Mudan��as Muito aceleradas, SEJA POR Conta de Tecnologia OU POR Conta de Solu����es Novas Que surgem e desaparecem com Muita Velocidade. E eu Vejo Como essencial QUALQU��R empreendedor e aqu��, inclu��ndo OS Advogados e Advogadas, ter hum Conhecimento profundo Do Seu Cliente efazer Problema das dores Que ELE TEM Antes de Tomar hum grande Passo e Investir mundos e fundos a�� para Come��ar o Seu Escrit��rio. Entao Acho Que para responder �� pergunta, hum dos Primeiros Erros TALVEZ SEJA N��o Realizar Pesquisas, Entrevistas e TEM UM ConhecimentoMais profundo da SUA persona, daquela pessoa that r��pido Voc�� pretende atender e fazer Problema Que o Seu Escrit��rio EST�� se propondo a resolver.

Gabriel:   18:28
Eu Acho Que ASSIM pegando hum pouquinho da Nossa Realidade Aqui na Frilot, that also J�� cometeu V��rios Erros, Ma��s em hum momento Espec��fico para a gente soubesse ASSIM se manifestava Mais OU Menos nenhum Caminho Certo. Ainda tinha que ver com Coquinho era o nossoconcorrente, QUALQU��R TAMANHO Daquele Daquele Mercado e a�� Fazer Conta se eu sei Que Advogados N��o r��pido Gosta de Conta. Eu tiva dificuldade NAS Contas, mas a gente conseguiu Fazer DEPOIS de Aprender. Mas when r��pido Voc�� Faz C��lculos, TAMANHO fazer Mercado, r��pido Voc�� Realmente Faz Pesquisacom poss��veis clientes, para entender se eles possuem ou n��o aquele problema jur��dico que voc�� quer resolver. E voc�� tamb��m analisa licite! Existem muitos ou poucos concorrentes? Fica mais f��cil de saber se voc�� est�� a�� nadando no mar Vermelho, Mar azul conceito e queMUITAS PESSOAS dizem ENT��O Acho Que TALVEZ E Melhor r��pido Voc�� Faz Esse Dever de Casa bem Feito. R��pido Voc�� consegue se posicionar Melhor e Diminuir SEUS Riscos. E a�� eu n��o preciso de mesa, de m��rmore bonito, de cart��o, de visita, de uma sede pr��pria, de pagar aluguel,contratar funcion��rios? Sim, SABE se o Aquele Cliente foi E NAO.

Gabriel:   19:43
Hoje no��mundo se a gente for ver,��Na contram��o Disso as��Empresas Que Mais crescem no mundo. Elas sempre Cresce de Uma forma Mais enxuta, reduzindo o��M��ximo de gastos Poss��veis. Eu acho que startup,����voc��s tamb��m, provavelmente, eram assim na ��poca, a gente TEM pouqu��ssimos custos, Tudo Que a gente pode reduzir, a gente reduz. E agora, advogado. Geralmente quando��abre Escrit��rio, ELE J�� contrata Arquitetura, contrata tudo sem saber se tem algum Cliente.

Jo��o :   20:10
Eu Acho Que ISSO Que Voc�� mencionou toca em Dois Pontos de Fundamentais��da vida do��empreendedor. O que �� o foco e o conhecimento do mercado.��Entao a Inova����o ELA S�� surge e����o Sucesso de um empreendimento, de um Escrit��rio S�� VEM QUANDO��Voc�� Atende um Mercado que tenha aquela demanda, principalmente no Direito Que a gente v�� um N��mero Muito grande de Escrit��rio, salvo engano gira em torno de cem mil Escrit��rios no��Brasil e MUITOS cursos de Direito e advogados Sendo formados de forma Recorrente��em grandes volumes grandes

Jo��o :   20:56
O Escrit��rio Precisa se posicionar de forma a atender Uma real��necessidade de Mercado. Acho que solu����es tradicionais, que solu����es jur��dicas tradicionais, que ��s vezes obt��m sucesso.h�� vinte, trinta anos, TALVEZ ELAS N��o consigam Mais,TEr��Espa��o Nesse mundo��em que as transforma����es s��o muito aceleradas.

Jo��o :   21:19
Entao, conhecer o Mercado e ComoVoc�� Disse Fazer��Conta ,��entender�� qual �� aquele mercado ��Que eu estou me propondo a resolver.��Quantas PESSOAS no��Brasil, na Minha Regi��o costumam ter ESSE��problema.

Jo��o :   21:35
QUANTOS POR cento desses��potenciais Clientes OU Desse Mercado endere��ado Eu estou me propondo atingir em��Curto Prazo,

Jo��o :   21:45
Fazer essas Contas �� indispens��vel para que��Voc�� n��o navegue em��mar Desconhecido

Jo��o :   21:51
e ASSIM Como o Ponto do��foco .��Eu tamb��m��Acho Que aprendi ISSO a��duras penas DEPOIS do Approva.

Jo��o :   22:04
Approva, na Verdade, foi INCORPORADO Pela somos��Educa����o, que na ��poca era��a Maior Empresa de Educa����o B��sica fazer Brasil.

Jo��o :   22:10
Dona de v��rias editoras, inclusive da Editora Saraiva, que������bem forte no��Direito.

Jo��o :   22:15
E��eu me vi no��desafio de ter que��Equilibrar a Gest��o e, obviamente, o desenvolvimento, o��Processo de Melhoria e a��Obten����o de Receita de Diversas Solu����es e diversos produtos,.ISSO Como o Nosso recurso. E sempre ASSIM o recurso finito E escasso, E menor do��Que uma gente gostaria Que tivesse para Investir NAS Melhorias Desses Produtos OU Solu����es.

Jo��o :   22:45
A��gente VIU que N��o conseguiria��sem dar um foco.��OU SEJA, Tentando Olhar para Todas as��Solu����es ao��MESMO tempo.��

Jo��o :   22:54
Nenhuma delas conseguia��melhorar a ponto de resolver bem��OS Problemas do��Seu Respectivo P��blico Alvo.

Jo��o :   23:03
Ent��o, eu imagino que isso seja uma realidade tamb��m��dos escrit��rios.��Porque muitas��vezes,��com receio de perder um ou outro cliente ou��alguma coisa nesse sentido.

Jo��o :   23:17
O escrit��rio passa a querer ser muito generalista e dar��conta de todas as especialidades.

Jo��o :   23:26
O tempo, como eu falei, �� um s�� para todo o mundo no mundo.��NINGUEM TEM Mais tempo��Que ninguem.

Jo��o :   23:31
Ent��o��provavelmente isso pode��ter a��consequ��ncia de um escrit��rio n��o conseguir atender bem aqueles clientes.

Jo��o :   23:40
O��foco tamb��m ����fundamental para que voc�� defina um p��blico- alvo, um nicho.

Jo��o :   23:46
E se voc�� tem vontade de expandir,��tudo bem.��Mas primeiro se certifique de que est����resolvendo de fato os problemas daquele grupo��de pessoas��que voc�� j�� atende.

Jo��o :   24:00
Porque��MUITAS vezes no PR��PRIO o curr��culo do��Direito, Como a gente��aprende ele.�� As demandas Hoje S��o Muito interdisciplinares.��

Jo��o :   24:10
ENT��O ����Muito Dif��cil voc����dissociair��o tribut��rio do��trabalhista ou do��empresarial. Mas com foco naquilo Que r��pido Voc�� Faz Melhor.��

Jo��o :   24:20
e isso se����conecta at�� com��uma proposta de valor da Freelaw��.

Jo��o :   24:24
Eu Acho bem interessante, que��permite que o��advogado e a��advogada tenham��foco naquilo que resolve bem.��Que satisfa��a os��clientes com aquilo que ele��sabe resolver��e eventualmente, se uma outra demanda que��aparecer, for de��uma especialidade que ele n��o domina.��Voc�� possa ser conectado a��um bom profissional,��de confian��a��que possa ajudar em uma demanda espec��fica sem ter que��criar��uma estrutura no seu escrit��rio��e obviamente despender muito investimento e��custos��para mante-la.

Jo��o :   25:00
Ent��o, no desafio��Que eu tive. Enquanto a gente N��o Tomou��Uma decis��o��dr��stica de focar em uma ou duas solu����es, diante de varias que a gente tentava��equilibrar.����

Jo��o :   25:14
N��o conseguimos��engrenar nenhuma delas.�� E isso pode ser um problema

Gabriel:   25:19
Grande parte dos��escrit��rios de��advocacia que falam��conosco, n��o conseguem definir esse cliente ideal��.

Gabriel:   25:25
Acham��que v��o perder��clientes e que ����muito dif��cil voc�� dizer n��o para algumas ��reas, especialmente advogados que atuem no interior.����

Gabriel:   25:35
��s vezes julgam��imposs��vel n��o ser��generalistas. Acham que n��o v��o conseguir��clientes suficientes��para sobreviver.

Gabriel:   25:43
O que voc�� acha disso?

Jo��o :   25:46
Bom o que eu��enxergo �� que��as solu����es hoje��tendem a SER CADA Vez MAIS Espec��ficas e��detalhadas.

Jo��o :   25:58
Eu acho que complexa n��o �� a��melhor palavra. Mas no sentido��de��uma pessoa que tem conhecimento muito profundo sobre determinada demanda.��

Jo��o :   26:10
Naturalmente, vai ter mais chances de sucesso naquele problema que����outra�� que��det��m��um conhecimento mais superficial.��

Jo��o :   26:19
Eu acho que tudo entra na quest��o do tempo. Se a gente estivesse tempo��infinito para se especializar.��Estudar, se tornam especialistas de��v��rias ��reas, tudo bem.��

Jo��o :   26:28
Mas isso n��o �� realidade. Ent��o, quando��o escrit��rio se prop��e a ter uma gama muito diversificada, e��n��o tem a��estrutura necess��ria para ter especialistas em todas as����reas.

Jo��o :   26:44
Pode estar dando um tiro no��p��, no af�� de��atender a tudo aquilo que o cliente precisa, de forma ampla e restrita.

Jo��o :   26:57
Falta de foco est�� nas pesquisas no TOP 5 de raz��es pelas quais os empreendimentos falham.

Jo��o :   27:00
Ent��o, muitas vezes a ades��o �� dif��cil, mas procurar��alternativas para resolver esse��problema e n��o perder o��foco, ����fundamentais para que voc�� tenha sucesso.

Gabriel:   27:18
Eu acho��tamb��m que, no��m��nimo, voc�� tem��que fazer o seu dever de casa antes de falar que n��o da��para��focar��em uma ��rea espec��fica.��

Gabriel:   27:27
Voc�� j�� calculou o tamanho��de mercado dessa ��rea espec��fica?�� Voc�� j����calculou o tamanho��de mercado de cada��uma dessas ��reas?����Voc�� j�� identificou qual �� a��maior dor�� que voc����pode��realmente resolver?

Gabriel:   27:39
Se voc�� n��o tiver feito seu��dever de casa,��voc�� ainda n��o sabe��o tamanho desse mercado. N��o consegue prever��se da ou��n��o para sobreviver nele.

Gabriel:   27:46
Ent��o, acho que tudo vem��de uma disciplina ali que grande parte das pessoas n��o tem. E que a grande maioria continuar�� a n��o ter.��Porque ����dif��cil executar tudo isso��na pr��tica.

Gabriel:   0:00
Falar��de definir o cliente ideal, falar de foco, falar de encontrar um problema �� f��cil, mas encontrar de verdade �� dif��cil.��E�� muitas��vezes ����contra intuitivo.

Gabriel:   28:45
Porque se a gente cria um��portf��lio, por��exemplo do��escrit��rio. A��gente criou��aquele��portf��lio, porque acredita que ele �� o melhor para ��pessoas. Se�� a gente n��o acreditasse nisso,�� n��o ter��amos criado.

Gabriel:   28:45
Acontece que talvez os nossos clientes v��o pensar de uma forma diferente. Por isso que �� sempre bom que discutemos a nossa opini��o com a opini��o das outras pessoas.

Gabriel:   28:45
E s��o v��rios os conceitos. Vou dar exemplo de um que�� eu aprendi, inclusive com voc��, e com outros professores.

Gabriel:   28:45
De manter algumas ferramentas que nos ajudem a entender os nossos clientes de uma forma mais profunda.

Jo��o :   28:46
Pois ��, essa��metodologia��realmente mudou a minha forma de pensar solu����es digitais e neg��cios,��de uma forma geral. E��acredito que ela��possa��ser aplicada a realidade dos escrit��rios tamb��m.

Jo��o :   29:05
A gente costuma falar que��precisa sair do��Escrit��rio.

Jo��o :   29:10
A��Informa����o e��a realidade, ��est��o l�� fora. O��que est����na nossa cabe��a s��o s�� hip��teses que precisam ser validadas. Para que��a gente minimize��o risco daquele empreendimento.

Jo��o :   29:23
Ent��o tentando materializar melhor,��se voc�� tem um sonho de ter seu escrit��rio de uma especialidade��"x". Por enquanto aquilo est�� na sua cabe��a.����

Jo��o :   29:40
E se voc�� n��o for para a��"rua" entrevistar��pessoas, conhecer melhor��seus potenciais clientes.��

Jo��o :   29:48
T��m um conceito que est�� dentro do empreendedorismo em geral e desse processo de Customer��Development, que �� o conceito de��early adopters.

Jo��o :   29:58
Ent��o, provavelmente, voc�� vai ter��no in��cio do��escrit��rio pessoas que confiam em voc��. De alguma forma est��o dispostas a��feedback��sobre os seus seus produtos ou servi��os.

Jo��o :   30:10
Que est��o dispostas a testar se o que voc�� est�� propondo, a minuta de contrato que voc�� est�� propondo ou��a solu����o jur��dica que voc�� oferece��resolve o problema.

Jo��o :   30:24
E esse est��gio inicial ele �� indispens��vel para que voc�� conhe��a o seu cliente, tanto do ponto de vista da demanda que ele est�� trazendo, quanto do ponto de vista de h��bitos que ele tenha.����

Jo��o :   30:39
Vou��dar um exemplo. Recentemente eu contratei um advogado para resolver um problema empresarial familiar, para mim. Eu fiz quest��o de alinhar com ele a forma como eu gostaria de me comunicar com ele.����

Jo��o :   30:57
Porque muitas vezes voc�� vai queimar o����filme do seu escrit��rio, porque voc�� ��manda mensagem todos os dias para o seu cliente.����

Jo��o :   31:08
Voc�� conversou com ele para saber se ele prefere��se comunicar por e-mail ou��por telefone? Com que frequ��ncia?

Jo��o :   31:15
Ent��o hoje se fala muito na experi��ncia da pessoa e n��o s�� no que ela vai obter ao final, com aquela demanda.����

Jo��o :   31:22
Ter uma boa experi��ncia���� essencial para que aquele boca a boca positivo seja gerado.��Para que ela indique para outras pessoas.����

Jo��o :   31:32
Porque se voc�� resolver um problema e a experi��ncia de ter aquele servi��o prestado foi boa no geral.����Ent��o acho que vai muito��por esse lado. O��Customer Development ��tamb��m est�� muito alicer��ado na m��xima da gente obter dados que sejam suficientes para indicar o que voc�� est�� resolvendo um problema, que aquele problema vale a pena ser resolvido.��No sentido de que as pessoas v��o pagar�� pela resolu����o daquele problema, antes de voc�� se preocupar em fazer marketing, captar clientes em massa e etc.

Gabriel:   0:00
A demanda que mais recebemos aqui na Freelaw , o pedido de ajuda que a gente mais recebe ��: Quero captar mais clientes, que quero conseguir mais clientes, quero fazer marketing.

Gabriel:   33:55
Eu preciso de algu��m para cuidar das minhas redes sociais, me indica algu��m. Preciso de come��ar um blog .

Gabriel:   33:55
E a gente sempre fala: calma, me explica melhor.�� Quem �� o seu cliente ideal?

Gabriel:   33:55
E nenhum escrit��rio que�� conversou com a gente at�� hoje, querendo demanda de marketing, j�� tinha feito o dever de casa anterior.

Gabriel:   33:55
Se voc�� ainda n��o entendeu quem �� o seu cliente. Talvez vai estar desperdi��ando dinheiro no marketing digital.

Gabriel:   33:55
Vai estar focando a estrat��gia em um cliente errado. E voc�� n��o conhece aquele cliente que voc�� est�� focando a estrat��gia.

Gabriel:   33:55
Ent��o, provavelmente, os conte��dos que voc�� produzir n��o ser��o t��o assertivos assim.

Gabriel:   33:55
�� um dever de casa b��sico, que precisa ser feito para gente entender bem quem s��o os seus clientes.

Gabriel:   33:55
Uma outra quest��o que eu me lembro dessa sua fala. �� que grande parte dos escrit��rios de advocacia reclamam dos seus pr��prios clientes.

Gabriel:   33:55
Eles dizem que os clientes s��o chatos, que cobram muito retorno e que vem no escrit��rio todos os dias.

Gabriel:   33:55
Mas ser�� que o problema �� realmente do cliente? Ou ser�� que o problema �� do escrit��rio?

Gabriel:   33:55
Porque se o seu escrit��rio que tivesse conhecido bem seu cliente antes, voc�� teria feito um alinhamento de uma forma diferente.��Voc�� teria criado uma experi��ncia diferente para esse cliente.

Gabriel:   0:00


Gabriel:   33:55
Porque voc�� que define ali o seu nicho de atua����o,��o sentido de��que as pessoas v��o pagar ��pela��resolu����o daquele problema.�� Antes de voc�� se preocupar em fazer marketing, captar clientes em massa e etc.����

Gabriel:   33:55


Jo��o :   33:56
Exatamente, acho que todo mundo j�� se deparou com alguma situa����o em que algu��m est�� querendo vender ou anunciar uma coisa.��

Jo��o :   34:08
E aquilo mais��te��enche a paci��ncia do que��d�� vontade��de consumir aquele determinado produto��ou servi��o.

Jo��o :   34:16
Ent��o isso que voc����citou��est�� perfeito.�� As��vezes querem investir demais em��Marketing, sem que voc�� tenha conhecido seu cliente, identificado o p��blico alvo e at�� ter testado��se a sua solu����o vai resolver um problema de fato.��Pode ser passar o carro na frente dos bois e at����fazer com que a sua marca perca valor.����

Jo��o :   34:44
Porque voc�� t�� querendo muitas vezes empurrar um produto ou servi��o para algu��m que n��o est�� querendo consumir.����

Jo��o :   34:50
Ent��o eu acho que esse entendimento da necessidade��vem muito com ferramentas que o Custumer Development��traz .

Jo��o :   34:57
Que �� de entrevistar para entender a realidade daquele��cliente.��Em que redes sociais ele est��.��O que ele valoriza.��O��que ele n��o tolera.

Jo��o :   35:09
Porque��tudo que est�� no entorno daquela sua persona pode ser levada em considera����o na hora de voc�� desenhar a sua solu����o.

Jo��o :   35:17
Querendo ou n��o,��essa vai ser a experi��ncia que��o cliente��vai ter com voc��.

Gabriel:   35:20
Ser�� que poderia dar um exemplo? De uma poss��vel entrevista que algum colega��advogado ou advogada poderia fazer com seus clientes?

Jo��o :   35:29
Bom, acho que vou come��ar por um dos maiores problemas que pode acontecer.

Jo��o :   35:34
Muitas vezes as solu����es jur��dicas ou a demanda que um cliente vai trazer.����N��o tem uma solu����o r��pida.��Seja na parte consultiva��ou��contenciosa.����Muitas vezes ela n��o vai vim imediatamente.����

Jo��o :   35:50
Ent��o o que eu enxergo que pode ser um problema grande, e nada mais �� do que um problema que est�� ligada �� comunica����o tamb��m.����

Jo��o :   36:01
Que������, eu posso demandar a um escrit��rio��um determinado servi��o. E��depois de meses, ou at�� anos o escrit��rio entrega a solu����o. Seja a conclus��o de um processo, seja um parecer, seja um contrato.

Jo��o :   36:20
E��ele ficou esse per��odo todo sem ter��nenhuma intera����o, ou��muito pouca intera����o com o cliente.��Para obter��feedback��sobre se ele estava indo no caminho certo.

Jo��o :   36:33
Esse mindset��, que vem muito dessa realidade nova de startups. Prega��que a gente tenha mais agilidade e ciclos curtos de feedback��sobre aquele servi��o que est�� sendo prestado.����

Jo��o :   36:52
Ent��o, acho que a primeira coisa seria isso.��De voc��, com os clientes atuais��por exemplo, n��o deixar de ter conversas peri��dicas.

Jo��o :   37:04
Obviamente na medida da disponibilidade desses clientes. Que tentem entender o que naquela jornada de intera����o com o seu escrit��rio.��Est�� indo bem ou n��o. n��o.����

Jo��o :   37:19
Para que voc�� possa fazer mudan��as ao longo da jornada.����Ent��o, esse �� o primeiro ponto.

Jo��o :   37:23
Um segundo ponto, �� voc�� reservar um tempo na agenda junto a esses clientes para entender um pouco mais do perfil deles.��Porque isso pode direcionar, no futuro��suas estrat��gias de marketing e��a forma como seu escrit��rio e se posicionam se organiza.����

Jo��o :   37:45
A gente tem na��metodologia do��Customer Development,��entrevistas que s��o para validar um problema. O que significa, advogado��ou a advogada pode conduzir determinadas perguntas junto aos seus clientes ou potenciais clientes.����Para entender se ele tem um problema e o que �� que circunda aquele problema.��

Jo��o :   38:13
Isso �� fundamental para voc�� validar, se aquela ideia��ou sonho que voc�� tinha inicialmente do seu escrit��rio, do que ele ia resolver, existe ou n��o.

Jo��o :   38:23
Esse sonho que voc�� tem,��essa��ideia que voc�� tem, do que seu escrit��rio pode oferecer, precisa dar um met com o que voc�� identifica nessas entrevistas das pessoas.����

Jo��o :   38:37
N��o significa voc�� perguntar se a pessoa��te��contrataria, obviamente. Essas pessoas que v��o��ceder��tempo para conversar com voc��, podem se sentir coagidas a responder��que��te��contrataria,��porque voc�� oferece um ��timo servi��o, etc.��Isso n��o faz sentido.����

Jo��o :   38:58
Ent��o, as perguntas t��m que ser mais abertas e explorat��rias para entender o que est�� em torno daquele problema que ela est�� oferecendo.��Sem antes voc�� oferecer qualquer tipo de solu����o��ou servi��o para aquele problema.����

Jo��o :   39:13
Ent��o esse seria o primeiro bloco das entrevistas que a gente chama de descoberta.

Gabriel:   39:17
E dando um exemplo dessas��entrevistas de descoberta. Como a gente��tem feito aqui na Freelaw.��Perguntas assim:��"como que a sua rotina?"�� "Voc�� usa��algum sistema?"�� "Quais s��o seus maiores problemas no escrit��rio?"����"Como que a divis��o de tarefas?" "Como������a estrutura organizacional?"����

Gabriel:   39:37
E depois em que perguntava: "Qual ����o maior desafio��do seu escrit��rio?"����

Gabriel:   39:43
Ent��o tudo aberto. E��depois��que a gente��fez as perguntas explorat��rias.����A gente teve��um trabalho, que foi��grande.������Mas meios de encontrar padr��es nas respostas abertas.����

Gabriel:   39:54
E��com base nisso, a gente come��ou a perceber que��X%��dos entrevistados tinham determinado problema.����Y%����tinha um outro problema.

Gabriel:   40:03
Uma quest��o que pode ser relevante tamb��m, quando voc�� for fazer esse tipo de entrevista,��voc�� j�� pode ter uma ideia de quem���� um poss��vel cliente. E��talvez tamb��m de quem n��o �� um poss��vel cliente. E voc�� j�� consegue focar nos dois sentidos.

Jo��o :   40:19
Perfeito. Exatamente.��As entrevistas qualitativas��v��o te dar insumo.

Jo��o :   40:24
E, obviamente, a gente tem que gastar tempo e trabalho nisso mesmo.��At�� para voc�� entender��os problemas��que��voc�� n��o vai resolver.

Jo��o :   40:34
O��que voc�� busca nessas entrevistas �� muito��entender��o dia a dia.����

Jo��o :   40:39
Ent��o, complementando as perguntas voc����citou��tem perguntas��como:����"Na sua semana me cite��momentos em que voc�� ficou estressado com alguma coisa��que voc�� n��o conseguiu resolver."

Jo��o :   40:53
Ou ent��o:��Qual �� o��seu objetivo?�� Qual a��sua meta?����E��o que mais est����te impedindo de atingir��esse��objetivo?

Jo��o :   41:06
Obviamente tem um script,��mas��a entrevista deve��ocorrer mais livremente.��Para a pessoa��ir��se abrindo e����relatando onde que est����dor, para voc�� conseguir��identificar.

Gabriel:   41:16
E eu acho que o destaque ����que al��m de entender exatamente as necessidades jur��dicas daquela pessoa, �� importante que voc�� v�� al��m.

Gabriel:   41:23
Porque��se voc�� entender todos os h��bitos ��e o dia-a-dia dela, vai te da��inside��depois para eventuais parceiros que voc�� pode buscar para atingir esse tipo de cliente.��

Gabriel:   41:33
Quais eventos��a pessoa pode frequentar, quais redes sociais utilizarem em estrat��gias de marketing.����

Gabriel:   41:39
Por isso que �� importante, que voc�� realmente entenda o que ela faz, o que ela come, como que ela dorme.��Entender��o m��ximo poss��vel��dessa pessoa.

Jo��o :   41:48
Exatamente.�� Depois de realizar esse panorama geral sobre a realidade da pessoa.

Jo��o :   41:57
Como voc�� falou,��de X��pessoas que entrevistei,��Y mencionaram que tem essa dificuldade ou esse problema.��E��muitas vezes, o problema que voc�� achou que voc�� resolveria��atinge s�� 5% das pessoas que responderam.��������

Jo��o :   42:13
E isso j�� vai te fazer colocar um ponto de interroga����o,��se voc�� deveria realmente oferecer aquele tipo de servi��o.

Gabriel:   42:18
Se estou querendo advogar em direito previdenci��rio, ��fiz uma pesquisa com potenciais clientes. Vi que o maior problema���� de d��vida tribut��ria, talvez voc�� est����indo��para o nicho errado.

Jo��o :   42:30
Exatamente. ����

Jo��o :   42:33
Um segundo tipo de entrevista, que pode ser feita em��uma etapa posterior, �� a entrevista����para voc�� validar a solu����o.����

Jo��o :   42:43
Ent��o essa primeira entrevista explorat��ria ����para voc�� entender melhor o perfil daquela pessoa.

Jo��o :   42:48
Depois fazer esse met do problema��que voc�� ��se prop��e resolver, com a��dor existente.

Jo��o :   42:57
��Voc�� validar se aquela dor, aquele problema existe ou n��o.

Jo��o :   43:00
Na entrevista��para validar a solu����o, ��j�� traz um pouco do que voc�� oferece como servi��o.����

Jo��o :   43:12
Ent��o elas conecta com que eu falei no in��cio, sobre voc�� acompanhar o desenvolvimento daquele servi��o e verificar.��Se o que voc�� est�� propondo em contrato��est�� adequado���� realidade que est�� vivendo.

Jo��o :   43:25
Se a�� forma como estou��conduzindo o processo est�� satisfazendo as necessidades.�� Se era aquilo que voc�� imaginava no in��cio.

Jo��o :   43:32
E n��o s�� esperar que a solu����o proposta d����errado, no final e o cliente termine��insatisfeito e voc�� n��o atinge o objetivo.

Gabriel:   43:40
Eu acho que esse tipo de pesquisa responde uma das maiores��quest��es que��os advogados��levantam. Se��vale a pena ou n��o cobrar por consulta.����

Gabriel:   43:49
Muitos advogados acham��que��tem que cobrar para��valorizar a nossa profiss��o.����

Gabriel:   43:55
Na minha opini��o, n��o �� bem assim. A gente tem que entender o que o nosso cliente quer. Dentro da realidade econ��mica dele. E��o que vai ser mais vantajoso para o seu escrit��rio.����

Gabriel:   44:06
E voc�� s�� vai saber isso fazendo v��rias pesquisas e tamb��m analisar os seus dados.����

Gabriel:   44:10
Voc�� tem que ver��a taxa de convers��o de consultas em clientes reais.��Se grande parte das consultas gratuitas estiver��em resultando em clientes, est�� valendo��a��pena.��Porque a consulta��est�� dentro��do seu processo de��vendas para o seu cliente.����

Gabriel:   44:26
Se n��o h����uma taxa alta de convers��o, realmente, ��o seu custo de aquisi����o de clientes est�� muito alto. �� melhor que voc�� mude sua estrat��gia,.

Jo��o :   44:35
e fazer um bom trabalho. Nada mais �� do que resolver o problema do cliente N��o vai ter uma regra geral que fale como resolver. Acho que isso �� especialidade a expertise que cada escrit��rio vai desenvolvendo. Mas o ponto �� voc�� tem que conseguir verificar se aquele problema foi resolvido da maneira que o cliente esperava. E a�� entra nessa distin����o que voc�� citou bem entre, pois vou cobrar por uma consulta ou n��o. No final, as pessoas elas pagam para terem problemas resolvidos. Elas n��o pagam, elas n��o compram um produto, Aquele produto est�� resolvendo algum problema que elas t��m. Ent��o, o que eu pago por um fone de ouvido, por exemplo, eu n��o estou pagando para o objeto ensina. Eu estou pagando por aquele problema que ele vai resolver na minha vida. Ent��o, muitas vezes, a consulta como forma de entendeu o problema do cliente e, ��s vezes, e j�� direcionar para o que �� a potencial solu����o, pode virar na verdade, um custo de aquisi����o mesmo, ou se ela j�� for em si a resolu����o do problema. Talvez o escrit��rio deve se come��ar a pensar em cobrar mesmo.

Jo��o :   0:00
O sonho realmente de todo mundo �� ter aquela indica����o espont��nea por que voc�� fez um bom trabalho.�� E fazer um bom trabalho nada mais �� do que resolver o problema do cliente.

Jo��o :   0:00
N��o vai ter uma regra geral que fale como resolver. Acho que isso �� especialidade a expertise que cada escrit��rio vai desenvolvendo.

Jo��o :   0:00
Mas o ponto ���� que voc�� tem que conseguir verificar se aquele problema foi resolvido da maneira que o cliente esperava. E a�� entra nessa distin����o que voc�� citou bem entre, cobrar por uma consulta ou n��o.

Jo��o :   0:00
No final, as pessoas pagam para terem problemas resolvidos. Elas n��o compram um produto.

Jo��o :   0:00
Aquele produto est�� resolvendo algum problema que elas t��m. Ent��o, o que eu pago por um fone de ouvido, por exemplo, eu n��o estou pagando para o objeto em si. Eu estou pagando por aquele problema que ele vai resolver na minha vida.

Jo��o :   0:00
Ent��o, muitas vezes, a consulta �� uma forma de entender o problema do cliente, e nela voc�� direciona para o que �� uma potencial solu����o. Pode ser um custo de aquisi����o.

Jo��o :   0:00
Mas se ela j�� for em si a resolu����o do problema. Talvez o escrit��rio deve se come��ar a pensar em cobrar.

Gabriel:   0:00
Exatamente. ��Sonho realmente todo mundo de ter aquela indica����o espont��nea, porque voc�� fez um bom trabalho e fazer um bom trabalho. Nada mais �� do que resolver o problema do cliente N��o vai ter uma regra geral que fale como resolver. Acho que isso �� especialidade a expertise que cada escrit��rio vai desenvolvendo. Mas o ponto �� voc�� tem que conseguir verificar se aquele problema foi resolvido da maneira que o cliente esperava. E a�� entra nessa distin����o que voc�� citou bem entre, pois vou cobrar por uma consulta ou n��o. No final, as pessoas elas pagam para terem problemas resolvidos. Elas n��o pagam, elas n��o compram um produto, Aquele produto est�� resolvendo algum problema que elas t��m. Ent��o, o que eu pago por um fone de ouvido, por exemplo, eu n��o estou pagando para o objeto ensina. Eu estou pagando por aquele problema que ele vai resolver na minha vida. Ent��o, muitas vezes, a consulta como forma de entendeu o problema do cliente e, ��s vezes, e j�� direcionar para o que �� a potencial solu����o, pode virar na verdade, um custo de aquisi����o mesmo, ou se ela j�� for em si a resolu����o do problema. Talvez o escrit��rio deve se come��ar a pensar em cobrar mesmo.

Gabriel:   46:23
A peti����o �� um meio para resolver aqui aquele problema do cliente. Ent��o, por mais que voc�� diga que seu escrit��rio �� por ti que atuou de uma forma personalizada, escreve as peti����es de uma forma muito adequada, talvez. Ainda assim, voc�� n��o est�� resolvendo o problema do seu cliente porque ele espera outras quest��es. Voc�� ainda espera uma comunica����o efetiva, ele ainda espera mais transpar��ncia e algumas algumas quest��es. Por isso que �� importante a gente entender nosso cliente porque, sem d��vidas, se voc�� j�� faz o b��sico que �� muito importante que tem que ser feito, que as atividades jur��dicas, voc�� j�� est�� um passo �� frente, todo mundo. Mas s�� com isso talvez voc�� ainda ter�� problemas com os clientes

Gabriel:   0:00
A peti����o �� um meio para resolver aqui aquele problema do cliente. Ent��o, por mais que voc�� diga que seu escrit��rio �� boutique, que atua de uma forma personalizada, escreve as peti����es de uma forma muito adequada, talvez. Ainda assim, voc�� n��o est�� resolvendo o problema do seu cliente porque ele espera outras quest��es. Voc�� ainda espera uma comunica����o efetiva, ele ainda espera mais transpar��ncia e algumas algumas quest��es. Por isso que �� importante a gente entender nosso cliente porque, sem d��vidas, se voc�� j�� faz o b��sico que �� muito importante que tem que ser feito, que as atividades jur��dicas, voc�� j�� est�� um passo �� frente, todo mundo. Mas s�� com isso talvez voc�� ainda ter�� problemas com os clientes

Gabriel:   0:00
faz bastante sentido e acho que o que mais me chama aten����o na sua fala �� que, assim, o produto final que o seu cliente espera n��o �� uma peti����o. Ele, a peti����o �� um meio para resolver aqui aquele problema do cliente. Ent��o, por mais que voc�� diga que seu escrit��rio �� por ti que atuou de uma forma personalizada, escreve as peti����es de uma forma muito adequada, talvez. Ainda assim, voc�� n��o est�� resolvendo o problema do seu cliente porque ele espera outras quest��es. Voc�� ainda espera uma comunica����o efetiva, ele ainda espera mais transpar��ncia e algumas algumas quest��es. Por isso que �� importante a gente entender nosso cliente porque, sem d��vidas, se voc�� j�� faz o b��sico que �� muito importante que tem que ser feito, que as atividades jur��dicas, voc�� j�� est�� um passo �� frente, todo mundo. Mas s�� com isso talvez voc�� ainda ter�� problemas com os clientes

Gabriel:   47:20
as se voc�� fizer esse tipo de valida����o a cada momento, voc�� consegue desde melhorar o seu processo de aquisi����o de clientes.����Como��tamb��m��melhorar o processo de comunica����o com o seu cliente para fazer��a experi��ncia ser��melhor, e��fomentar o boca a boca.Exatamente. ��Sonho realmente todo mundo de ter aquela indica����o espont��nea, porque voc�� fez um bom trabalho e fazer um bom trabalho. Nada mais �� do que resolver o problema do cliente N��o vai ter uma regra geral que fale como resolver. Acho que isso �� especialidade a expertise que cada escrit��rio vai desenvolvendo. Mas o ponto �� voc�� tem que conseguir verificar se aquele problema foi resolvido da maneira que o cliente esperava. E a�� entra nessa distin����o que voc�� citou bem entre, pois vou cobrar por uma consulta ou n��o. No final, as pessoas elas pagam para terem problemas resolvidos. Elas n��o pagam, elas n��o compram um produto, Aquele produto est�� resolvendo algum problema que elas t��m. Ent��o, o que eu pago por um fone de ouvido, por exemplo, eu n��o estou pagando para o objeto ensina. Eu estou pagando por aquele problema que ele vai resolver na minha vida. Ent��o, muitas vezes, a consulta como forma de entendeu o problema do cliente e, ��s vezes, e j�� direcionar para o que �� a potencial solu����o, pode virar na verdade, um custo de aquisi����o mesmo, ou se ela j�� for em si a resolu����o do problema. Talvez o escrit��rio deve se come��ar a pensar em cobrar mesmo.O legal �� f��cil, faz bastante sentido e acho que o que mais me chama aten����o na sua fala �� que, assim, o produto final que o seu cliente espera n��o �� uma peti����o. Ele, a peti����o �� um meio para resolver aqui aquele problema do cliente. Ent��o, por mais que voc�� diga que seu escrit��rio �� por ti que atuou de uma forma personalizada, escreve as peti����es de uma forma muito adequada, talvez. Ainda assim, voc�� n��o est�� resolvendo o problema do seu cliente porque ele espera outras quest��es. Voc�� ainda espera uma comunica����o efetiva, ele ainda espera mais transpar��ncia e algumas algumas quest��es. Por isso que �� importante a gente entender nosso cliente porque, sem d��vidas, se voc�� j�� faz o b��sico que �� muito importante que tem que ser feito, que as atividades jur��dicas, voc�� j�� est�� um passo �� frente, todo mundo. Mas s�� com isso talvez voc�� ainda ter�� problemas com os clientes

Jo��o :   47:22
perfeita. Acho que isso que voc�� mencionou, toca num ponto numa frase que eu gosto muito, que �� de um tamb��m um grande conhecedora e do mundo do empreendedorismo que chama este maioria que ele fala, o que voc�� deve amar o problema e n��o a sua solu����o. ��s vezes, o advogado, advogado, ap��s estar extremamente apegado, aquela peti����o maravilhosa que ele ou ela escreveu com todos os requintes, mas n��o resolveu o problema do cliente.����

Jo��o :   47:53
le vai indicar quem ele vai indicar o escrit��rio que tiver de fato resolvido com a solu����o que tenha trazido a melhor experi��ncia para ele e no final resolver o problemamuito bacana. Jo��o Epis��dio completo Aqui tivemos a oportunidade de conhecer que sua trajet��ria profissional e acad��mica desde o in��cio, assim, talvez sair do direito quinze n��o significa que a gente sempre tem que continuar. Eu acho que fica o alerta. E para para os colegas advogados que eventualmente est��o insatisfeitos, por que n��o buscar outras ��reas? Pode sim fazer sentido. E da mesma forma, por que n��o buscar conhecimento fora do direito para estar para estarmos aplicando dentro de direito? Isso �� uma tend��ncia cada vez maior em todos os mercados. E tem certeza que se voc�� n��o quiser deixar seu escrit��rio Moe nos pr��ximos anos voc�� tem grandes refer��ncias aqui nesse epis��dio para aplicar j�� no seu escrit��rio a partir de amanh��, se voc�� quiser v��timas algum recado final de um conselho

Jo��o :   48:59
le vai indicar quem ele vai indicar o escrit��rio que tiver de fato resolvido com a solu����o que tenha trazido a melhor experi��ncia para ele e no final resolver o problemamuito bacana. Jo��o

Gabriel:   48:59
Epis��dio completo Aqui tivemos a oportunidade de conhecer que sua trajet��ria profissional e acad��mica desde o in��cio, assim, talvez sair do direito quinze n��o significa que a gente sempre tem que continuar. Eu acho que fica o alerta. E para para os colegas advogados que eventualmente est��o insatisfeitos, por que n��o buscar outras ��reas? Pode sim fazer sentido. E da mesma forma, por que n��o buscar conhecimento fora do direito para estar para estarmos aplicando dentro de direito? Isso �� uma tend��ncia cada vez maior em todos os mercados.

Gabriel:   48:59
E tem certeza que se voc�� n��o quiser deixar seu escrit��rio morra nos�� pr��ximos anos voc�� tem grandes refer��ncias aqui nesse epis��dio para aplicar j�� no seu escrit��rio a partir de amanh��, se voc�� quiser v��timas algum recado final de um conselho

Jo��o :   49:01
Bom, eu acho��que��eu diria a�� �� que eu enxergo uma similaridade muito grande, como eu falei no in��cio, entre o empreendedor empreendedora e quem se prop��e a advogar��. E���� necess��rio muita coragem��mesmo, resili��ncia,.Mas conhecer o seu cliente e ter foco �� fundamental para que voc�� obtenha sucesso em qualquer das ��reas.����

Jo��o :   49:29
E essa realidade ela �� t��o apaixonante que, depois de ter essa trajet��ria no direito e em startups, depois em grande empresa, eu resolvi empreender de novo.����

Jo��o :   49:41
Ent��o, eu acho que �� s�� tamb��m um voto de confian��a e admira����o por todo mundo que est�� nos ouvindo A�� de que n��o �� f��cil v��o?

Jo��o :   49:51
N��s vamos ter momentos de altos e baixos, mas no final, saber que voc�� est�� trazendo algo que contribui para a vida das pessoas resolve. O problema das pessoas �� muito gratificante.����

Jo��o :   50:05
Ent��o s�� queria deixar meu agradecimento a�� e um parab��ns a todo mundo que est�� enfrentar essa realidade, porque �� muito louv��vel essa essa

Gabriel:   50:15
atitude. Muito obrigado. Jo��o Obrigado, colega, advogado, colega, advogado, aqui n��o escutou at�� o final. Esse �� um epis��dio sem d��vidas inspirador, e tamb��m deve deixar v��rios de voc��s. Bastante inquieta. Talvez muitos conceitos novos, mas o convite �� que se aprofundem mais dos conceitos, executem os pontos que registrou se aqui o Jo��o de Sete Zika, Estrutura dispon��vel que, se quiserem, podem falar com ele nas redes sociais, os contatos dele estar aqui dispon��vel na descri����o do epis��dio. Al��m disso, qualquer d��vida pode falar com a gente aqui na frente, logo porque se voc�� acredita nesse novo modelo de advocacia, n��s temos obriga����o atingida. Sempre gosta de falar isso, mas n��o custa ressaltar. Fora isso, ainda se v�� novamente, na pr��xima quarta feira, com mais um convidado especial. Espero que voc��s gostem. Muito obrigado, e at�� logo.