Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#31 - O que os departamentos jurídicos esperam dos escritórios de advocacia? - c/ Matheus Nasser

December 25, 2019 Freelaw Season 2 Episode 11
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#31 - O que os departamentos jurídicos esperam dos escritórios de advocacia? - c/ Matheus Nasser
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Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#31 - O que os departamentos jurídicos esperam dos escritórios de advocacia? - c/ Matheus Nasser
Dec 25, 2019 Season 2 Episode 11
Freelaw

Quais são os segredos do 3º Melhor Departamento Jurídico do Brasil?

O que os departamentos jurídicos esperam dos advogados e dos escritórios de advocacia?

Como você pode se tornar um parceiro de uma empresa como essa?

Como funciona o processo de tomada de decisão de um departamento jurídico?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Matheus Nasser.

Matheus Nasser é Gerente Jurídico do Olé Consignado e, junto do seu time, conquistaram o prêmio de 3º Melhor Departamento Jurídico do Brasil pela Intelijur. Ele é advogado, graduado pela PUC-MG e pós-graduado pelo IBMEC, com especialização em gestão jurídica e de contencioso. O Matheus também possui especialização em liderança e gestão de pessoas pela Escola Conquer.

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Música utilizada no Podcast: www.bensound.com

Show Notes Transcript

Quais são os segredos do 3º Melhor Departamento Jurídico do Brasil?

O que os departamentos jurídicos esperam dos advogados e dos escritórios de advocacia?

Como você pode se tornar um parceiro de uma empresa como essa?

Como funciona o processo de tomada de decisão de um departamento jurídico?

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Matheus Nasser.

Matheus Nasser é Gerente Jurídico do Olé Consignado e, junto do seu time, conquistaram o prêmio de 3º Melhor Departamento Jurídico do Brasil pela Intelijur. Ele é advogado, graduado pela PUC-MG e pós-graduado pelo IBMEC, com especialização em gestão jurídica e de contencioso. O Matheus também possui especialização em liderança e gestão de pessoas pela Escola Conquer.

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Gabriel:   0:13
voc�� est�� ouvindo as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito Meu nome Gabriel Magalh��es Bem vindo paulo- isso pode que �� oferecido pela Frilot a forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito, de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da vida a habilidade do ponto frio ponto ou enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo. E a�� s�� aguarda mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes. Para o advogado, a advogada sejam bem vindos a mais um lote articulou. Era frilot, hoje �� Natal vinte e cinco de dezembro e propositalmente enfim, n��o parou os epis��dios porque porque tinha que �� realmente fazer a diferen��a. Tem que ter consist��ncia, Acredita muito nisso e fica o convite para todos voc��s a�� que produzem conte��do tamb��m, para que voc��s sejam consistentes, porque isso no longo prazo faz muita diferen��a e o epis��dio de Natal de hoje, com o nosso querido convidado Mateus nascer o Mateus nascer. Ele atuou em um departamento jur��dico no Ol�� Consignado. E n��o �� um departamento jur��dico qualquer. O Matheus foi um dos respons��veis em um dos principais respons��veis por fazer com que o Ol�� consignado recebem suprema e de terceiro melhor departamento jur��dico do pa��s E para os muitos ouvintes a�� que j�� me pediram em algumas oportunidades que a gente entrevista. Se algu��m que trabalhava em empresa, voc��s a�� certamente est��o recebendo um presente de Natal, que voc��s v��o gostar bastante. Mateus Ele compartilhou a hist��ria toda do Ol�� consignado. Tamb��m contou um pouco da sua pr��pria trajet��ria profissional. Ele disse dicas valiosas para o escrit��rio de advocacia que empresas como ela �� consignado. Esperam do escrit��rio de advocacia que os escritores fazem de errado, que os escrit��rios fazem de certo para essas empresas como que voc�� pode se tornar um parceiro de uma empresa como essa? O processo de tomada de decis��o dessa empresa realmente dissecou aqui. Uma ateus realmente compartilhou de dileo os maiores desafios e Turquia espera dos dos advogados. O Mateus, al��m de tudo isso e de toda a experi��ncia profissional que o trouxe que entre domingo Matheus tamb��m. Ele tem um lado muito acad��mico. Ent��o ele, professora, j�� tive a oportunidade de assistir a algumas palestras do Mateus. Ele tem forma����o em lideran��a e gest��o de pessoas pela escola com que e. Tamb��m �� p��s graduado pelo Ibmec Gest��o Jur��dica e de Contencioso, E ele se graduou pela PUC de Minas Gerais. Aproveite o epis��dio. Est�� incr��vel! Conhecer Pisa, que voc��s v��o gostar muito. No final, envia para a gente suas cr��ticas e sugest��es que se voc�� estivesse portando, principalmente se for Natal marca Fil��, e nas redes sociais para mostrar que est�� aproveitando bem seu essa hist��ria, um abra��o e at�� logo em Mateus seja bem vindo ao leite, n��o �� um prazer em servir aqui conosco.

Matheus:   4:05
Obrigado a abrir o prazer �� todo meu. Espero que seja um momento produtivo, que a gente �� de conte��do pessoal.

Gabriel:   4:12
Tenha certeza. Na terceira f��brica, admiro muito seu trabalho, de assistir a algumas palestras de voc��. Voc�� falou para mim uma vez sobre o mundo Vulc��o tem certeza que vai ter muito agregar que hoje e eu queria que voc�� falasse um pouquinho mais da sua trajet��ria profissional tem que ser chegasse hoje no banco alem��o hoje. Recentemente voc��s foram premiados como terceiro melhor departamento jur��dico do Brasil. Parab��ns pela conquista. Sei que n��o deve ter sido nada f��cil, mas eu queria tamb��m que voc�� falasse como que voc�� se tornaram esse quinze de sucesso desde volta l��, desde seus tempos atual. Vida da faculdade, at�� que voc��s tenham transformado no banco. Como �� que foi tudo isso

Matheus:   4:52
colocar aceit��vel perguntando de um tema que eu amo falar? Porque apesar dos cabelos brancos, eu tenho apenas vinte e nove anos e acho que a gente j�� tem muito a agregar com tudo que a gente viveu nesse mercado banc��rio. Bom voltar l�� para a faculdade, a minha cabe��a mudou muito desde que entrei no direito, entre um direito, por influ��ncia da fam��lia, como noventa por cento das pessoas que entram direito hoje, e eu tinha o sonho de seja isso, de fazer concurso, de entrar para a magistratura e seguir essa carreira. E at�� ent��o, era s�� um sonho, inspirado em outras pessoas e n��o no que eu gostava. Quando eu entrei, o comecei a fazer est��gio volunt��rio na Justi��a Federal. Fiquei l�� por dois anos e meio seis como volunt��rio, depois, dois com efetivado. E conhece tudo sobre o mundo p��blico. E ali houve. Eu vi que realmente eu precisava mudar meu objetivo, porque n��o era aquilo, de que o que eu sabia buscando, mas ainda n��o sabe o que eu tava buscar. E a�� eu tive uma oportunidade no banco, com sucesso. Entrei l�� como estagiar no final de dois mil e onze de um colega que trabalhava comigo na Justi��a Federal, que me fez querer entrar l��. E quando entrei era um mundo completamente diferente de servi��o p��blico. Era um servi��o muito ma��ante, muito pesado. Todo mundo falava do mercado banc��rio, mas �� s�� quando voc�� entre, voc��, consegue entender um pouquinho do que acontece. E de l��. At�� hoje, cara, passei por uma s��rie de transforma����es, tanto de mais sete Conto de objetivos. E quanto de desenvolvimento destaca algumas refer��ncias. Na minha jornada, tive uma l��der que foi a primeira a apostarem que ela me ajudou a conhecer um lado que nem eu mesmo me conhece, quer esse lado gestor, esse lado inovador de conseguir pensar coisas fora da caixa dentro de um mundo que viveu dentro da caixa por tanto tempo? que �� o mundo jur��dico e a gente veio do Bonsucesso e o processo de dois mil e onze at�� dois mil e catorze teve evolu����o gigante no modelo de gest��o. Aplicou gerenciamento da rotina a todos esses metros, hoje j�� bem conhecidos. S�� que at�� ent��o, numa vis��o de melhoria de gest��o, apenas de criar indicadores, tem uma vis��o melhor dos n��meros etc. Em dois mil e quinze, quando o Bonsucesso fez a parceria com o Santander numa vive, a gente teve um choque de culturas muito grande. Santander trouxe uma imposi����o or��ament��ria, que at�� ent��o a gente n��o tinha vivido isso. Se o seu olhar para tr��s e dizer qual foi o fator determinante para que a gente tenha conquistado tanta coisa, foi o que a gente recebeu. Uma press��o que a gente soube encarar de forma positiva, muito sucumbem �� apreens��o quando ela vem muito pesada. S�� que a gente optou por por crescer com isso. N��o �� da boca para fora que eu falo. Ent��o desde dois mil e quinze para cada ano, a gente foi evoluindo sempre com o objetivo de gerar efici��ncia e gerar rentabilidade. Eu sempre ouvi la no in��cio que o jur��dico a vice com uma ��rea de gastos jur��dico. �� um funil de desperdi��ar dinheiro. Isso me incomodava muito, mas n��o sabia como resolver porque, de fato, enxergava assim. Ent��o, quando foi come��ar a entender que n��s ��ramos t��o parceiros do neg��cio quanto o comercial, quanto uma controladoria contra um financeiro, quanto um atendimento ao cliente, eu comecei a comprar a ideia de que n��s poder��amos ser melhor e associando isso ao mundo atual, tecnologia, dados. E foi a�� que a gente teve o pulo do gato. Em dois mil e dezessete, quando eu assumi o jur��dico de forma mais ampla, de forma mais completa, com todas as ��reas, o contencioso, a recupera����o de cr��dito judicial trabalhista. O meu diretor me deu um desafio muito grande que foi Matheus. A gente precisa ter as informa����es do tempo que a gente �� perguntado, porque ele me perguntaram at�� as contas entradas de novos processos desse m��s. Eu n��o faz a menor ideia de como responder, diz Mateus. Quais s��o as principais causas de perda que n��s estamos tendo? Aquilo n��o aconteceu, porque quem est�� perdendo tanto dinheiro eu tamb��m tinha alguma no����o. Tinha algumas algumas conclus��es, mas nunca de forma r��pida. Nunca de forma ampla. E a��, cara, na ��poca, a gente trouxe um consultor, Eu j�� estou entrando na hist��ria da ��rea estiver adiantado. Se medida interrompido,

Gabriel:   9:11
uma conversa com a dor, mais

Matheus:   9:14
contar essa hist��ria,

Gabriel:   9:15
s�� uma interrup����o. S�� porque voc�� est�� trazendo assim muitos conceitos assim que para principalmente geralmente o departamento jur��dico do vinho mais avan��ado e gest��o, porque o restante da empresa tamb��m utiliza essas pr��ticas, mas geralmente escrit��rio, advocacia n��o utilizam v��rias dessas quest��es, como atesta. Est�� trazendo aqui, ent��o, pedisse a criar procedimentos. Agora ele est�� falando muito sobre m��tricas. Isso a�� j�� ficam v��rios alertas para voc��s que n��o est��o executando, portanto, que isso �� importante,

Matheus:   9:44
sem d��vida isso tudo. Hoje a gente j�� fala de uma forma t��o natural. Mas, de fato, quem n��o se inseriu? Quem n��o entendeu ainda a import��ncia disso? Est�� na hora de correr atr��s, porque hoje isso �� o b��sico, �� como inglesa hoje por um profissional e n��o �� mais um diferencial regi��o b��sica. Ent��o, a mesma coisa �� um modelo de gest��o, m��todo m��trica. Acho que isso �� o b��sico, n��o �� mais diferencial. Mas ent��o, voltando onde estava, a gente trouxe uma pessoa para o nosso time jur��dico, que n��o era de jur��dico. Ele era um consultor de processo porque eu trouxe essa pessoa. Na ��poca, eu n��o tinha or��amento para trazer

Gabriel:   10:20
quando se fala o consultor, consultor de processos e consultor de procedimentos,

Matheus:   10:25
Ele era o cara, disse Pascini. Chama dos consultores processos hoje que eu conhe��o, mas, �� ��poca fazer assim. Eu preciso de algu��m que transformem as nossas ideias aqui, em realidade, quando eu pensar nosso, podia ter uma vis��o desse jeito, Dos meus processos Eu n��o sabia fazer isso. Eu n��o tinha recurso, eu n��o tinha or��amento. Ent��o, ao focar a beleza, entendo que se precisa alvar��. O meu diretor voc�� j�� mencionei, mas ele era com ele que eu trocava, bate, essa bola, colocar��, eu sei que voc�� precisa disso. Mas junto em como agregar o or��amento agora, ent��o eu abri m��o de uma parte. Eu fiz uma substitui����o de pessoas que eram da ��rea do direito por para trazer essa pessoa, quem tem de tudo, de que seu ele era o cara fera, de que seu ele me mostrou que o MEC ser�� capaz de fazer coisas que ningu��m imagina. Eu, quando vi as coisas que ele construiu, colocaram um bocado, porque n��o conhece isso antes. E quando ele chegou tamb��m chama Gabriel. Deixar�� quando ele chegou e fez uma transforma����o, porque eu tinha v��rias ideias, j�� tinha planejado muitas coisas como time, e a gente sabe. A gente �� de uma vis��o de onde a gente queria chegar, do que a gente precisava enxergar para isso, mas a gente n��o conseguia tangibilizar. Ele chegou cara construindo um monte de ferramentas no c��u. Ele transformou os nossos dados padronizados porque pertence a um dos conceitos, a padroniza����o de processos e, consequentemente, dados, e transformou os nossos dados em conhecimento. Quando ele criou uma s��rie de dez boas, uma s��rie de vis��es importantes que me permitiam tomar decis��es mais r��pidas. E a�� a gente come��ou a gerar valor como jur��dico. A�� a gente come��ou a mostrar que n��s poder��amos, sim, participar do neg��cio. Efetivamente corrigir a rota de neg��cios que poderia estar dando problema na esfera judicial e n��o mais brigar para ganhar um processo sem resolver o problema de um cliente ou perderam menos dinheiro do que deveria. Ent��o, acho que um pouquinho da nossa hist��ria foi foi nesse sentido

Gabriel:   12:22
isso que est�� trazendo me lembro muito de um relat��rio da Deloitte citou algumas vezes no pode Queixe tamb��m alguns ativos do piloto, que eles dizem que o departamento jur��dico est�� cada vez mais deixando de ser um centro de custos e est�� come��ando a ser felizes. Portas ent��o parceiros de neg��cios, ent��o realmente participando mais ativamente �� uma tend��ncia cada vez maior para o mercado,

Matheus:   12:46
exatamente vou. Voc�� est�� rapidamente dois quinze e muito legais que a gente teve, entre outros um deles. A gente chamou de corre����o de rota e quando a gente implantou esse quinze esse projeto de onde ele surgiu, a gente come��ou em determinado momento da nossa evolu����o, a fazer an��lise conclusiva das nossas perdas que queira isso. Falei, puxa todo o processo que eu perco, Eu tenho uma condena����o. Eu preciso fazer uma an��lise para destrinchar aquele processo, desde o momento em que eu fiz a venda para o cliente e a�� cada um vai adaptar o seu neg��cio, claro. Mas desde o momento onde eu comecei uma rela����o de consumo at�� o momento, onde o recebido subs��dios da minha ��rea de neg��cio, depois, como o meu escrit��rio parceiro, atuou naquele processo. Depois, como o Judici��rio entendeu todo o meu processo de atua����o todo meu modelo de venda para entender qual era a causa raiz de cada processo que eu perdi e a gente foi identificou uma s��rie de coisas que antes a gente n��o sabia. Por exemplo, come��a a identificar que a maior parte desse processo que estava perdendo, que estava sendo condenado eram em decorr��ncia da falta de conhecimento do Judici��rio sobre o nosso produto, Ent��o, isso n��o adiantava obrigar, como ��reas de neg��cio para esse ponto precisava conversar com essa galera. Da�� surgiu o novo projeto do di��logo legal e voc�� j�� foi? Foi dito algumas vezes em nessas palestras, essas nos pr��mios tamb��m que a gente participou, que foi Olha, vamos tirar a bunda da cadeira e para de esperar que o juiz quer entender o meu produto, n��o se est�� me incomodando, ele n��o entender. Deixa eu explicar para n��o para mudar o entendimento dele, mas para que ele consiga fundamentar melhor que ele consiga receber melhor os processos em lote que ele recebe e consigo jogar de uma forma mais assertiva. E al��m disso, a gente come��ou a haver tamb��m uma s��rie de oportunidades dentro das nossas ��reas neg��cios. Ent��o, quando eu ia destrinchando uma perda e vi que uma das perdas era por causa de uma falha numa rota de neg��cio banc��rio, precisa avisar para o gestor daquela ��rea que pode ter alguma coisa, seja o estado l��quido. Est�� gerando um problema e a gente criou a corre����o de rota que a corre����o de rota mensalmente a gente pega essas an��lises de perda classifica a elas de acordo com com causas em comum e traz as tr��s, quatro maiores, que tiveram maior impacto financeiro de neg��cio por uma sala com os gestores respons��veis por cada rota j�� previamente informados para discutir as a����es de melhoria. Ent��o aliados come��aram a chegar puxa vida jur��dico, tamb��m provocando a mudar uma rota de neg��cio. Eu n��o, provoquei, porque eu queria apontar eu de ningu��m. Por isso que chama de corre����o de rota. N��s estamos aqui para apoiar o banco, uma corre����o de rota, esta falha, o que pode ser melhorado. Ent��o, esse foi um caso legal que a gente come��ou a mostrar para a empresa. A gente poderia agregar valor nas rotas de neg��cios e o segundo foi a intelig��ncia de entradas.

Gabriel:   15:24
Desculpa, claro, manter os meses. Acho que nesse primeiro que voc�� traz aqui hoje com um ��timo exemplo para escrit��rios em que atuam com um contencioso. E tem uma oportunidade gigante, ele de oferecer alguma consultoria? Lina para a empresa e n��o oferecem. Porque se voc�� est�� atuando, um contencioso de ainda quais s��o os problemas. Ele jur��dicos que est��o judicializados, come��a a conseguir quantificar mais ou menos as perdas da empresa. Eventualmente voc�� pode propor um tipo de melhoria. Isso vai ter muito mais valor do que s�� defende a empresa. N��o tem certeza que o pr��ximo quinze tamb��m vai ser o ��ltimo. Um outro exemplo de como que voc��s podem oferecer consultoria? Eu vejo muitos advogados querendo atuar como consultores, mais poucos conseguindo implementar isso na pr��tica,

Matheus:   16:14
sem d��vida, cara at�� antes de falar do pr��ximo. Que eles pegando a seu gancho os escrit��rios parceiros hoje e que atendem grandes empresas, n��s do lado de c��. Esperando justamente isso o escrit��rio efetivamente se veja como um parceiro de neg��cios enquanto os escrit��rios ainda tiverem a concep����o de que eles se sustentam, com o aumento de entradas do banco da empresa que eles atendem. Eles. Nunca um servi��o, como passeios, neg��cio. Eles nunca v��o apontar. Olha melhor essa rota e para voc�� evitar que novos processos sabendo que l�� fora n��s temos um mercado muito grande de advogados e muito grande oportunidade. S��o criados a todo tempo. Um parente SAP est�� chegando ao GP de agora. Perdeu um mar de oportunidades. �� um assunto novo, ent��o quanto os advogados est��o se especializando nesse ponto, enquanto as empresas ainda est��o fr��geis, e isso vai gerar um novo leque de demandas. O que eu falo muito, com os passos que a gente tem hoje ��, Vejam o neg��cio, a parceria que n��s temos como para o neg��cio, e n��o como vou defender voc��s da melhor forma poss��vel, quem s�� defende ou quem s�� ataca, nunca chega no consenso, nunca chega num equil��brio e n��o �� isso que a gente busca, pelo menos, com uma empresa. Ent��o voc�� falou cert��ssima, E ser�� ao que a gente esperava que todos os parceiros fizessem chegasse ao final de cada m��s, eles conseguissem nos apresenta? Olha cada show que mostra o que aconteceu este m��s, voc�� teve fins, perdas no valor financeiro de tanto com determinadas causas, Essas aqui n��s podemos ajudar porque o problema t�� l�� na ponta, Essa que eu sugiro, voc��s revejam a sistema de neg��cio. Isso aqui pode ser ajustado para evitar novas piadas etc. Voc�� tem toda raz��o escrit��rio cada vez mais pr��ximo do neg��cio. Conhecendo as rotas internas, mais facilidade. Ele vai ter para se colocar como consultor. Ia entrando no segundo caso que estava falando, que foi justamente o que nos deu o pr��mio de terceiro melhor departamento esse ano. Inteligente, porque foi uma satisfa����o enorme. A gente participou do pr��mio por outras tr��s oportunidades, outras duas, essa foi a terceira e nas outras duas a gente ficou entre os dez melhores. Mas n��o conseguimos subir ao p��dio. Este ano a gente subiu no p��dio, foi super legal. E o que as intelig��ncias entradas e o projeto ele decorreu da an��lise conclusiva. O legal �� que tudo que a gente foi construindo uma coisa, puxa a outra uma coisa ou outra, que e qual era, assim, como a gente estava sabendo, porque ele estava perdendo. Tudo chegam, no momento que posso estar sabendo falar para a empresa, todas as rotas que precisa melhorar, o que a gente tem que fazer e a gente come��ou, assim como da puxa vida, Para o ��nico problema disso �� que eu s�� sei depois que eu perco, como que a gente pode ter uma an��lise assertiva, estrat��gica no momento que o processo chega e olha que n��o �� suficiente o ideal que isso aconte��a l�� na ponta, na jornada do cliente, mas n��s vamos chegar l�� ainda. Ent��o a gente criou a intelig��ncia de entradas, que tamb��m foi uma ferramenta desenvolvida em aqueceu com venda, Ent��o, nada de recurso, nada de tecnologia muito cara, muito sistema muito avan��ado. Nada disso. Pegamos nossos dados. Estruturamos os nossos dados e constru��mos uma ferramenta que simplesmente gera alertas di��rios s��o todos os dias. Ela l�� o que o cadastro no dia anterior, no sistema e gerar alertas de comportamentos fora do padr��o. Ent��o, eu tenho as vis��es principais que eu j�� sei que geram problemas UFF, advogado contr��rio, objeto, ou seja, a alega����o do cliente conv��nio, tudo tudo que eu j�� sei que s��o indicadores que podem me mostrar problemas. Deu para me trazer para todos os dias aquela ferramenta de falar pessoal, alerta, n��o �� fishes. Nos ��ltimos noventa dias, ela teve uma entrada de tr��s por dia. Hoje ela teve uma entrada de catorze. Algu��m. Vai l�� avaliar esses catorze? �� um problema novo. Foi uma forma algo comum que no dia que pouco mais problemas j�� conhecidos. E isso fez com que a gente conseguisse descobrir coisas novas na entrada do processo. A gente teve aquele super legal no Rio de Janeiro, voc�� tem um nome, mais uma advogada, encontrou uma oportunidade de fato no nosso neg��cio e ela come��ou a chover de a����es com o mesmo. Com a mesma alega����o que se eu n��o olhasse na entrada todos os meus pareceres da ��rea de neg��cio falariam que o cliente tinha raz��o. Eu ia mandar tudo para acordo e a fazer acordo com a maior satisfa����o do mundo sem entender que tinha um problema. Quando a gente identificou esse alerta e fomos estudar o problema, a gente viu que a gente poderia evitar sacudir, com alinhamento, com o despacho pessoal, com o juiz, e logo j�� corrigiu a nossa rota. N��s conseguimos mais de noventa por cento de proced��ncias nas causas dessa advogada. Ela parou de entrar, ent��o foi a demonstra����o de que simples alertas, com base em dados estruturados, permitir uma agente atuasse, evitasse uma perda grande para a empresa e que se prolongasse perdas pequenas, pequenas, pequenas dentro do todo, o que poderia se tornar grande do futuro

Gabriel:   20:57
muito bacana. A minha cabe��a est�� com muitas em sites aqui tem certeza que v��rios colegas tamb��m j�� aprenderam muito muito que se trouxe que Matheus. Agora voc�� j�� come��ou a falar um pouquinho dos escrit��rios. Eu queria entender um pouquinho mais assim, que valoriza o escrit��rio, que se espera um escrit��rio de advocacia. Voc��, voc��s leem as peti����es, Voc��s valorizam portugu��s essas quest��es. O que voc��s esperam dos advogados que prestam servi��os para voc��s?

Matheus:   21:28
Legal cara, antes de falar da atua����o ofensiva. Falar da abordagem com que n��s, gestores de departamentos jur��dicos, de empresas, esperamos que o escrit��rio dos abortos para apresentar o trabalho para apresentar o servi��o, Eu acho que �� uma opini��o pessoal. Me desculpem os quinze e os que discordarem, mas a gente est��, numa ��poca onde n��o faz mais sentido um escrit��rio de se apresentar falando que tem uma sede muito bonita, bem localizada. Porque uma experi��ncia de mais de vinte e cinco anos de mercado que atua nos ramos de direito empresarial, direito civil, direito de trabalho de sete, sete sete e pensar que com isso n��s vamos, vamos seguir em frente. N��s temos tantos desafios hoje t��o complexos no mundo. Voca como Voc�� mesmo disse cada de um problema novo, focado no neg��cio. O nosso pr��prio neg��cio muda a cada dia. Ent��o o m��nimo que a gente espera quando o escrit��rio vem nos apresentar o servi��o �� primeiro que ele conhe��a a fundo em que qualquer neg��cio, porque o lixo, quais s��o os principais problemas. Todo mundo tem acesso aos meus processos. Hoje, ent��o, se o para casa inicial, o b��sico escrit��rio j�� vem, vou falar no meu caso e se aplica a cada um. Eu sou um banco que trabalha exclusivamente com consignado. N��o faz sentido. O escrit��rio vive apresentar o servi��o ouvindo. Pediu uma oportunidade, sendo que n��o sabe o que �� o consignado. N��o faz sentido o escrit��rio de falar. E na reuni��o, fala assim. E quais s��o os principais problemas que voc�� tem? O consignado, Aquilo que desconto em folha cara, A�� a gente fica com receio com que conseguiu pegar um parceiro para tratar de algo que internamente eu sou t��o cobrado por resultado, sendo que ele vai ter um processo ainda de conhecer junto com amigos meus problemas. Acusou Isso tem que acontecer antes, ent��o que eu falo muito, que a gente espera que o escrit��rio j�� vem preparado. Conhecendo nosso neg��cio, sabemos principais problemas e oferecendo solu����es. Quando a gente recebe, algu��m espera que a pessoa veio, a surpresa fala cara, eu vi que voc�� tem um problema que te d��i muito. Eu tenho uma solu����o para ele. Esse cara vai chamar a aten����o e fica curioso para saber a solu����o que ele pensou que eu n��o pensei ainda? Ent��o o primeiro ponto da abordagem? Acho que fica uma dica isso �� fazer um para casas de bem preparado de para surpreender. O nosso tempo �� curto, nem s�� meu, mas de todo o mundo. Ent��o que a gente espera que algu��m venha como informa����o, cara, esse cara trouxe algo diferente. Deixou vir em que ele vai me surpreender e depois que est�� aqui conosco, a parceria est�� afirmada, a gente vai fazer um trabalho al��m do que, eu j�� falei de se ver com o parceiro do neg��cio, n��o s�� de defender, mas o bom portugu��s sempre �� muito valorizado, segundo ponto pe��as longas n��o existem mais. N��o existe mais a possibilidade de ter uma pe��a extremamente prolixa ou com tantas jurisprud��ncias, mais de sete oito p��ginas.

Gabriel:   24:20
Voc��s t��m orienta����es jur��dicas assim, padr��o, mais ou menos par�� escrita que os valores assim

Matheus:   24:25
tempo a gente implantou no in��cio de dois mil dezoito. Uma regra a gente �� muito projeto de cinco barra sete. Para ajuizar especial, n��o precisa de contesta����o acima de cinco p��ginas E para a Justi��a, como n��o precisa de contesta����o, acima de sete p��ginas, foi um baque inicial. Muito grandes escrit��rios, n��s, que fazem pessoas de vinte e cinco, vinte sete. Imagina, chega a ficar pela cara, transforma se em cinco e sete agora, mas todo mundo sofreu. No in��cio foi poss��vel. Hoje todo mundo aplica bem e aumenta o nosso Estado. No in��cio de dois mil dezoito, a gente tinha um ��ndice de isto de sessenta por cento. N��s estamos fechando dois mil dezanove com o ��ndice m��dio de ��xito e lesse isso assim tudo o que eu ganho de todos os processos que encerram setenta e cinco por cento. Ent��o em dois anos, n��s aumentando em quinze pontos percentuais, o nosso, isto com base nas mudan��as de abordagem, �� tornado mais interessante. A nossa defesa para ju��zes n��s ouvimos, isso n��o �� a solu����o s�� dos ju��zes, mas dos assistentes todo locar n��o me venha com pe��as longas que eu n��o vou ler. Eu j�� ouvi esses pais com o juiz, ent��o a gente colocou pe��as com com p��ginas limitadas, colocando um quadro resumo em todas as contesta����es, com os principais pontos. Aquela defesa, ent��o Olha, eu estou tratando de um cart��o consignado onde o cliente fala que n��o efetuar uma compra. Eu j�� vou colocar um quadro vez um para o juiz falando que eu estou juntando em cada p��gina de prova relevante para saber se n��o quiser. Vitor, da minha explica����o, ele vai s�� aqueles pontos, sabe, ele tem raz��o, n��o tem segundo, criam que alegou tamb��m, explicando o nosso produto. Esse trabalho pode fazer fazer fazer um di��logo legal. Pessoalmente, como n��o quando se conseguiria abordar todo mundo, a gente colocou quando falar de empr��stimo consignado tem um recorde em todas as nossas defesas, onde o juiz, se tiver interesse, vai abrir, vai entender mais sobre empregos consignado, cart��o consignado, a mesma coisa. Agora. N��s estamos dando mais um passo que eu n��o vou dar Rispoli, mas j�� a seguir um pouquinho na linha do visual longo, de fazer peti����es com base em dados ao que eu tenho provocado muito. Hoje os ju��zes n��o t��m no����o de quando julga um processo quanto eles Contas eles est��o afetando ou deixando de afetar porque n��o conhecem a expans��o daquilo de um assunto S��. Ent��o, mostrarem dados, por exemplo, com o que est�� jogando contra aquilo, representa quantos processos, aquele cliente, ou aquele advogado tem falando do mesmo assunto de forma visual, que significa meu produto? Porque eu acho que o cliente n��o tem raz��o e o que eu estou juntando para isso? Ent��o eu acho que a gente vem evoluindo e que a gente espera que o parceiro sempre seja junto conosco, na parceiro, jogo junto com acredite no nosso proposta, e de solu����es para a gente. Ent��o vou te dar um exemplo de uma coisa que me surpreendeu no parceiro nosso, que a gente estava com um problema muito grave no local espec��fico, onde todas as decis��es estavam padronizadas, desfavor��veis ao banco, explicar aqui que mais gente pode fazer. O m��ximo que ela conversar n��s temos que mais uma vez a fome de sete, a gente entendido que para determinada a����o n��o vale a pena discutir. A gente precisava de uma a����o forte para tentar chamar as pessoas, para fazer acordo e fazer com que os ju��zes vice quem estava de boa f�� E a�� ele fez uma peti����o de acordo sensacional que quando eu olhei pela primeira vez a fabricar, se que parece um panfleto, o juiz vai destacar aqui. Parece estar vender nosso produto. Caro, j�� est�� puto da vida l��? ��caro N��o �� que deu certo, eu acreditei na ideia dele, falou. Voc�� compra a ideia. N��s vamos juntos e n��o somos gosta dando certo. Agora n��s vamos dar um novo passo, ent��o, em resumo que a gente espera isso, o escrit��rio tem estrutura interna bem montada. Ele tem uma divis��o legal porque tem um atendimento exclusivo, �� importante. A gente sabe com quem est�� lidando, que aquela pessoa entenda diretamente do nosso produto, trata exclusivamente conosco, que o s��cio ou coordenador esteja inteiramente por dentro dos nossos n��meros, dos nossos problemas. Que eles consigam oferecer solu����es direcionadas, regionalizadas, ent��o n��o adianta colocar uma estrat��gia padr��o para lugares diferentes. A gente gosta de personalizar. O que eu falo com eles �� a gente est�� muito acostumada, de empresas grandes, que tem contenciosos muito grandes e se desorganizou no meio do caminho, deixam de atuar de forma estrat��gica, come��am a aceitar determinados percentuais altos de Pedro de acordo, porque a tal, que quando tiver prejudicando muito o nosso neg��cio, que n��o �� o nosso desafio, �� crescer mantendo a vis��o estrat��gica, atua����o estrat��gica no contencioso. Ent��o, o que a gente espera os dos parceiros? �� isso Aten����o, atua����o presencial, que invistam mesmo na atua����o, para, para utilizar o subs��dio de forma adequada, de fazer coisas diferentes de diferencial �� que �� o meu melhor uma empresa, Mas para quem eles atuarem? Diferenciado os outros do mercado. Eu fico extremamente chateado quando vou falar da ol�� para algum juiz e veja ele colocar a gente no mesmo bolo de consignado de todos que atuam. Ent��o, meu primeiro desafio falar, explicar como a gente funciona, porque eu acho que a gente tem um modelo mais, o mais legal que eu consigo mostrar esse subs��dio que estou juntando. Ent��o, quando ele olhar uma pr��xima pe��a minha, ele vai lembrar isso aqui, aquele cargo me falou que tinha isso. Deixou de ser, realmente tem. Ent��o, resolvi brigar por um. A gente gosta de brigar por um

Gabriel:   29:30
muito legal, acho que sim. Para quem ainda n��o sabe como implementar tecnologia, inova����o Na pr��tica, Mateus trouxe que v��rias quest��es que ele faz na pr��tica, Ent��o contratos inteligentes j�� come��ou a falar de vigiou, isolou tamb��m de dados e tudo come��a. Muitas vezes ele colocou uma planilha simples. Nem tudo isso depois est�� agregando certamente para todos voc��s que est��o nos executando. E Matheus eu vejo assim pelas conversas Coutinho com o escrit��rio, advocacia, principalmente escrit��rio pequeno. Assim, em geral, quase todos escrit��rio, advocacia que eu converso t��m alguma inten����o em prestar servi��os para empresas para ter uma recorr��ncia. Ele geralmente o recebimento de honor��rios, s�� que principalmente os pequenos. Eles t��m muita dificuldade para conseguir clientes. Mesmo pessoas jur��dicas que se acha que esses escrit��rios podem fazer para conseguirem captar mais clientes, assim como o que �� mais ou menos um processo de tomada de decis��o de uma empresa.

Matheus:   30:31
Pois ��, hoje depende muito da forma como cada empresa est�� estruturada, de empresas que s��o que t��m processos mais r��pidos e uma maior facilidade de tomar a decis��o na escolha de novos parceiros da empresa, que tem uma burocracia maior, tem que submeter �� an��lise interna, subiu para a diretoria, ter�� de submeter o controlador. Ent��o pode ser um processo mais demorado, mas eu vou falar se eu fosse um advogado do escrit��rio tivesse querendo captar o que eu faria para tentar me diferenciados outros primeiro ponto �� o que ele fale As pessoas precisam criar conex��es. N��o adianta esperar que alguma alguma empresa alguma alguma pessoa jur��dica vai chegar batendo �� sua porta com o escrit��rio pela car��ncia. Pode me ajudar? Ent��o �� criar uma rede network que fazer conex��es bem feitas, Conhecer pessoas adequadas, pessoas certas �� o primeiro passo e a�� eu digo s�� est�� presente em eventos, Est�� atento ao que o mercado est��. T�� conectando mais LinkedIn, criar. Voc�� criou uma conex��o comigo pelo LinkedIn. Depois a gente se conheceu, a gente foi se falando, a gente foi criando criar o conte��do entre n��s e poucas vezes a gente falou sobre a deixa de oferecer o meu servi��o. Voc�� me falava que se fazer de falava que se fazer determinado momento, isso vai criar uma sinergia. A maioria dos parceiros que o trouxe para c�� hoje n��o ��. Foram de pessoas que me apresentaram que faziam de forma despretensiosa, sem pedir, sem falarmos, colocar hoje hoje como a gente faz, e a��, l�� na frente, uma hora eu tive uma oportunidade que se adequar ao placar aquele cara fala um neg��cio legal da liga para ele eu fui atr��s. Ent��o o primeiro ponto �� criar conex��es, est�� por dentro do que est�� acontecendo. Estar presente onde as pessoas que voc�� quer chegar estejam presentes no segundo. A partir do momento que voc�� decidir se colocar se apresentar, colocar a sua a sua seu servi��o, seu escrit��rio �� disposi����o, traga algo que aquela pessoa n��o espera, tem de se diferenciar Se voc�� for com o mesmo que todos os outros v��o voc�� vai servi��o como todos os outros. Ent��o n��o adianta e apresenta o escrit��rio falando isso tem habilidade nisso, que faz isso h�� muito tempo. E de sete sete cara, n��s estamos em busca cada vez mais e solu����es. O mercado n��o tem mais tempo para escrit��rio bonito para muito tempo de carreira e perd��es que n��o concorda. Mas aqui a gente toma as decis��es desse dessa forma. Se eu tenho algu��m que venha me mostra que pode solucionar problemas e agrega valor ao meu neg��cio. Essa pessoa, sem d��vida, vai ser priorizado. Quando tiver oportunidade tiveram a oportunidade de ser lembrado. Acho que mais do que pede PE de pedir para entrar �� fazer algo que voc�� vai ser lembrado no momento que aquela empresa precisa. Dificilmente uma pessoa chega a bater na porta e conseguir entrar de carro. O principal ponto Voc�� plantar uma semente que quando aquela aquela empresa precisar de algo, ela vai lembrar de voc��. Ent��o �� isso que indica que os meus amigos advogacia los para as pessoas que t��m escrit��rios. E eu dou um exemplo de quem est�� aqui dentro do ��leo. Hoje eu tenho Ent��o a gente tem dez ou onze escrit��rios, parceiros que atuam de forma regionalizada e se n��o me engano, nenhum deles �� escrit��rio de grande porte. Todos s��o escritores de pequeno, m��dio porte, mas que deram aten����o.

Gabriel:   33:44
Ver escrit��rio de m��dio porte, o de grande porte. Eu

Matheus:   33:48
n��o tenho prefer��ncia. O resto

Gabriel:   33:49
da presta����o de servi��o para voc��s fazem muito diferenciada.

Matheus:   33:52
Olha, eu n��o digo que o que faz diferen��a ser m��dio, grande ou pequeno, o que faz diferen��a, como voc�� vai aplicar, forneceu seu servi��o, por exemplo, Eu tinha um escrit��rio de grande porte, mas que tem uma equipe dedicada a minha exclusiva equipe dedicada �� empresa, que tenha sinergia entre o processo da empresa, o processo do escritor que atuem de forma regionalizada, personalizada, o cara �� o que eu preciso normalmente, quem faz isso. Quem se dediquem, investe mais isso. Escrit��rios pequeno, m��dio. Porque na maioria das vezes uma empresa, duas empresas representa escrit��rio. Todos, ent��o eles fazem de tudo para aquela empresa continuar crescendo seu maior cliente. ��s vezes, escrit��rios de grande porte que Tim chegam a �� mais um cliente que eu tenho, N��o investem tanto e ��s vezes a gente sente dogm��tica. Ent��o o cuidado que eu falo �� n��o tem prefer��ncia por m��dio pequeno, grande. Eu tenho prefer��ncia por aqueles que v��o me atender e v��o. V��o estar conectados comigo, da forma como a gente espera dispon��veis, conhecedores do neg��cio, parceiros oferecendo solu����es e n��o o tempo todo, fala os honor��rios v��o ter revis��o de hor��rio. E como �� que vai ser caro? Sexo �� importante, eu sei que s��o importantes, mas isso �� natural. Aumento de carteira �� natural, vem dos seus resultados. Ele tem v��rios escrit��rios aqui que entraram com um Estado atuando para mim. Um Estado. �� medida que eles foram apresentando bons resultados, mostram que s��o parceiros. Eu optei por eles voluntariamente. Na hora de rever uma distribui����o alocar, Precisa de um apoio nesse novo estado. Aqui n��o est�� funcionando. Esse cara que me atende muito bem, muito bem. Ent��o eu vou ver se ele consegue atend��-la. �� isso que funciona na minha opini��o, acho que independente do tamanho que faz a diferen��a, como a gente enxerga o parceiro na hora de resolver os problemas solucionados

Gabriel:   35:32
muito legal. Mateus, Tenho certeza que fiz. Vou confessar para voc��s colegas que est��o nos escutando o filho de vinte casa que todos voc��s deveriam fazer, Ent��o pode que acho que �� uma entrevista de um poss��vel cliente de v��rios isso para para v��rios escrit��rio, advocacia e a convite que eu queria fazer para voc��s agora. Quantas vezes voc�� j�� entrevistaram poss��veis clientes contra as vezes? Voc��s j�� conversaram com essa profundidade e quem est�� conversando? Talvez justamente com esse tipo de conversa que voc�� vai entender melhor as pessoas, entender melhor o processo de tomada de decis��o, entendeu que fazer? E o que n��o fazer, se voc�� n��o conversar com o seu poss��vel cliente? Essas respostas n��o v��o chegar isso agora. Se fosse quer atuar com pessoa f��sica, �� ��bvio que o seu perfil de cliente vai ser outro. Se voc�� n��o quer atuar com um banco vai ser outro Cada. Isso vai depender de cada da defini����o do porto fora de servi��o, do seu escrit��rio, mas eu queria muito destacar isso para todo mundo

Matheus:   36:34
legal. Caso porque se falou, negou, certo, Quando a gente presta um servi��o, n��s n��o temos que preocupar com que a gente quer, para que a gente gosta. A gente tem para o patr��o, que o nosso cliente gosto que ele espera, e �� exatamente que falou, a gente s�� consegue se ouvindo. A gente j�� foi querendo impor o que a gente gosta. O que a gente prefere, o como a gente funciona, dificilmente vai criar uma conex��o

Gabriel:   36:54
muito legal. Que presente de Natal uma mem��ria Quinta feira divulgado vai ter divulgado para fazer o Natal. Tem certeza que voc��s est��o gostando bastante algum recado final, Mateus, que trazem de reflex��es finais entre os colegas, algum conselho final.

Matheus:   37:11
Primeiro, queria agradecer de novo Gabriel Achei fant��stico. No nosso bate papo eu estava em d��vida como �� que seria que iria falar? Porque eu falo pra caramba que �� uma a����o que eu gosto muito, Muito obrigado pelo convite e o que eu acho que fica de recado. Isso eu vejo o mundo jur��dico se transformando, muito r��pido e vez de pessoas que caminham na mesma velocidade advogados, parceiros e escrit��rios e departamentos. E vejo outro que ainda resistem ao movimento v��o se eu pudesse dar um recado e at�� falando um pouquinho de como a gente vem evoluindo, como a gente vem construindo os nossos passos, a nossa nossa jornada. Isso �� estar atento ao que est�� acontecendo l�� fora as exig��ncias do mercado ��s exig��ncias do seu cliente, do seu, do seu controlador, do seu fornecedor, e se adaptar r��pido. Hoje a tecnologia est�� a��, n��o �� �� toa, n��o �� �� toa, n��o �� balela. Ent��o, voc�� sabendo usar os seus dados e sabendo ter processos de gest��o bem estruturados, dificilmente voc�� n��o vai ter sucesso dificilmente. Ent��o, o que eu deixe de arrecadar isso? Que os advogados, nossos amigos, nossos parceiros, os escrit��rios, invistam em gest��o em vista, em tecnologia. Eu sei que �� dif��cil ��s vezes colocar no planejamento sem ter uma receita esperada sem ter uma algo pr��pria, cobre isso a curto prazo. Mas �� isso que vai diferenciar todos no momento muito pr��ximo. Eu digo isso porque cada dia mais que a conversa com pessoas que o conecta novas novas realidades a novas empresas. Eu vejo que est�� sendo muito valorizados, ent��o, o que a gente se atende? O que est�� acontecendo l�� fora, saia da nossa bolha. Sai do que a gente aprendeu na faculdade, que o que a gente aprendeu na faculdade hoje pouco se aplica �� nossa realidade e que a gente adquire novas compet��ncias novos novos conhecimentos, que nos permitam se diferenciar dos outros. Acho que assim que a gente vai conseguir crescer, tanto individualmente, tanto quanto o escrit��rio, a empresa que que busca de objetivos maiores.

Gabriel:   39:11
Muito obrigado, Mateus de Verdade, primeiro departamento jur��dico, enfim, entrevista em j�� tinha recebido alguns convites, alguns alguns ouvintes. Tinha um pedido para quem se entrevistasse. E esse certamente foi um dos epis��dios com mais gostei. E agora todo epis��dio. Estou falando isso e algumas pessoas est�� at�� brincando, depois de todo o epis��dio que mais gostou. Mas realmente est��, Est�� sendo. Ent��o, eu vou acreditar o n��vel da feira t��o alto aqui que tem dif��cil A gente escolheu no sentido de prevenir, mas queria muito a Gr��cia de verdade. Voc�� pelo por tudo, pela transpar��ncia, sem que v��rios departamentos jur��dicos n��o compartilharia todas as informa����es, como voc��s compartilharam conosco, certamente vai ajudar a v��rios escrit��rios advocacia a criar em processo de capta����o de clientes, tamb��m entenderem melhores clientes. Um convite para todo mundo reflete bem, e para o pr��ximo ano, para dois mil e vinte para como realmente fazer com que seu escrit��rio cres��a mais e talvez o in��cio certamente foram convidados. Envolver planilha de excel tamb��m vai vir. Vai envolver muito exerc��cio de empatia com seus clientes do seu escrit��rio. Na pr��xima quarta feira, vinte, volta aqui no leite longa para mais um epis��dio, Ent��o, muito obrigado voc��s novamente pela audi��ncia. �� sempre um prazer estar com voc��s aqui, se tiver alguma cr��tica, como est��o falando com esferas sociais Tamb��m? Gostaria de epis��dios de coletividade os coment��rios para a pol��tica centrada. Muito obrigado.