Lawyer to Lawyer, da Freelaw

#29: Direito 4.0, Dados, Arte, Criatividade e Legal Design - c/ Christiano Xavier

December 11, 2019 Freelaw Season 2 Episode 9
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#29: Direito 4.0, Dados, Arte, Criatividade e Legal Design - c/ Christiano Xavier
Chapters
Lawyer to Lawyer, da Freelaw
#29: Direito 4.0, Dados, Arte, Criatividade e Legal Design - c/ Christiano Xavier
Dec 11, 2019 Season 2 Episode 9
Freelaw

O que é Legal Design? O que é o Direito 4.0?

Como lidar com a incerteza e a complexidade nos dias de hoje?

É possível combinar dados, propósito e criatividade?

O segredo para inovar na advocacia talvez seja a combinação de todos esses fatores.

É preciso ser pragmático e demonstrar os resultados em números. E, ao mesmo tempo, se reconectar com a essência, com a arte, com a cultura.

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Christiano Xavier.

Ele é advogado, idealizador e fundador da Future Law (http://futurelaw.com.br/) e do Studio LSD - Legal Service Design (http://www.legalsd.com/).

O Christiano possui inúmeros cases de inovação na advocacia do Brasil, inclusive um dos principais (pelo pioneirismo e resultados apresentados), e também já teve a experiência de trabalhar em escritórios de advocacia consolidados no Brasil e no exterior.

Comunidade da Freelaw no Telegram: https://t.me/comunidadefreelaw

Conheça o Blog da Freelaw: https://blog.freelaw.work/

Conheça o site da Freelaw: https://freelaw.work/

Acompanhe a Freelaw nas Redes Sociais

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/freelaw-work/

Facebook: https://www.facebook.com/Freelaw.work/

Instagram: https://www.instagram.com/freelaw.work/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCT6_26wyQV7GXriS0kogw1g

Música utilizada no Podcast:www.bensound.com

Show Notes Transcript

O que é Legal Design? O que é o Direito 4.0?

Como lidar com a incerteza e a complexidade nos dias de hoje?

É possível combinar dados, propósito e criatividade?

O segredo para inovar na advocacia talvez seja a combinação de todos esses fatores.

É preciso ser pragmático e demonstrar os resultados em números. E, ao mesmo tempo, se reconectar com a essência, com a arte, com a cultura.

No episódio de hoje, Gabriel Magalhães entrevista Christiano Xavier.

Ele é advogado, idealizador e fundador da Future Law (http://futurelaw.com.br/) e do Studio LSD - Legal Service Design (http://www.legalsd.com/).

O Christiano possui inúmeros cases de inovação na advocacia do Brasil, inclusive um dos principais (pelo pioneirismo e resultados apresentados), e também já teve a experiência de trabalhar em escritórios de advocacia consolidados no Brasil e no exterior.

Comunidade da Freelaw no Telegram: https://t.me/comunidadefreelaw

Conheça o Blog da Freelaw: https://blog.freelaw.work/

Conheça o site da Freelaw: https://freelaw.work/

Acompanhe a Freelaw nas Redes Sociais

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/freelaw-work/

Facebook: https://www.facebook.com/Freelaw.work/

Instagram: https://www.instagram.com/freelaw.work/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCT6_26wyQV7GXriS0kogw1g

Música utilizada no Podcast:www.bensound.com

Gabriel Magalh��es:   0:13
voc�� est�� ouvindo as melhores pr��ticas de gest��o, inova����o e tecnologia no Direito Meu nome Gabriel Magalh��es Bem vindo paulo- isso pode que �� oferecido pela Frilot a forma mais segura para aqui no seu escrit��rio de advocacia contrata advogados online e sob demanda. Eu sei que talvez voc�� nunca pensou nessa possibilidade, Mas agora voc�� pode realizar parcerias com advogados especializados em qualquer ��rea do direito, de acordo com a sua necessidade. �� s�� entrar no site da habilidade do Ponto frio ponto work enviar a descri����o do servi��o que precisa ser deputado, as orienta����es, o prazo. E a�� �� s�� aguardar mais acontecer e voc�� visualizar as propostas dos profissionais. Fa��a parte agora da nossa comunidade realmente o portif��lio de servi��os jur��dicos que seu escrit��rio oferece aos seus clientes. O advogado, a advogada seja bem vindo a mais uma noite fria. Hoje estamos aqui com um dos maiores nomes do Brasil no que se trata de tecnologia no Direito. Estamos aqui com Cristiano Xavier, ele tem um dos maiores, quinze e do Brasil. Se voc�� pesquisar pelo nome dele, voc�� vai levar as not��cias de que ele ajudou e a localiza economizar milh��es e o Cristiano? Al��m disso, Ele �� um dos cofundadores da Fitch Sherlock, uma das empresas e de educa����o que est��o tamb��m liderando. A�� todo. Esse �� o sistema e ele tamb��m atua na ��rea de ligou Design. Ele �� um dos cofundadores do livro Design. �� dif��cil de falar o Cristiano, ele eu tenho orgulho de dizer que ele �� meu primo e um dos meus mentores. E se eu estou aqui hoje nesse epis��dio aqui n��mero vinte e nove, certamente tem muito dinheiro dele aqui nisso, Ent��o fico muito feliz de compartilhar um pouquinho da hist��ria dele no epis��dio de hoje. O Cristiano ele conta desde desde o in��cio da faculdade Dele fala desde os est��gios at�� experi��ncias que esteve fora do pa��s e como que ele foi saindo de uma advocacia tradicional para ir para esse novo mundo e no direito, e ele tamb��m trazia. E o que que �� o livro? Design Como que escrit��rio? Advocacia, podem estar em estar utilizando essas essas pr��ticas? Atualmente, se voc�� quiser saber o que ele vai design e se voc�� quiser realmente criar um novo modelo de escrit��rio de advocacia, voc�� est�� no melhor lugar sem dura neste momento. Porque o Cristiano �� uma pessoa fora de s��rie mesmo. A gente ainda trata de quest��es que ��s vezes fica um pouco esquecidas em fala muito Agora, de n��meros, est�� na era agora dos dados. Mas o Cristiano tamb��m traz um pouco de prop��sito aqui, disse tudo E como que tudo isso pode? Pode haver uma comunidade combina����o. Cinco entre dadas entre as ci��ncias exatas que est��o cada vez mais invadindo o direito, mas tamb��m esse lado mais humano E para a direita o epis��dio est�� imperd��vel. Tem certeza que voc��s v��o gostar muito. E no final do epis��dio, hoje eu n��o vou nem pedir para que voc��s compartilhem. Espero que no final voc�� j�� tinham a vontade genu��na de compartilhar isso para frente. Obrigado novamente por toda a audi��ncia em que fica sempre feliz. Est�� trazendo nomes como Cristiano, que para voc��s e envia para a gente, se diverte depois do epis��dio Cristiano, bem vindo ao artigo, N��o �� um prazer estar aqui recebendo conosco. Muito obrigado pela sua presen��a. Valeu Gabriel Eu que agrade��o um prazer falar com voc�� e com todo mundo. Cristiano quando porque ainda essa hist��ria para a gente, como que trabalhava na localiza, antes, tem um dos maiores quiser do Brasil de inova����o �� uma das pessoas e mais importante desse sistema com o que se come su a buscar a inova����o. Se sempre teve isso, se iniciou. Denial, foi algo aleat��rio e fala um pouquinho tamb��m. Como que voc�� chegou no Light on line tamb��m? O que �� isso para as pessoas que ainda n��o sabe?

Christiano Xavier:   4:54
Legal, vamos l��! Minha hist��ria come��a at�� antes da localiza Gabriel. Eu trabalhei na Defensoria P��blica. Trabalhei tamb��m do Juizado Especial de Pequenas Causas. Posteriormente, o trabalho na OAB tenta um caso interessante assim, de que eu era um pouco sem entusiasmo, com com o curso de Direito. E a�� um professor me chamou na sala, o Hermes foi a primeira pessoa, eu digo que foi uma das primeiras pessoas que acreditaram em mim mesmo. No meu potencial de trabalho, me chamou a proposta que est�� precisando de um trabalho. �� isso. Estou vendo que est�� desanimado e eu falei assim Poxa, se voc�� puder me dar esse trabalho, eu agrade��o e foi trabalhar no ABC, a princ��pio, na comiss��o de prerrogativas do advogado, depois do trabalho, e tamb��m n��o a Comiss��o de Direitos Humanos, e foi uma experi��ncia muito legal assim porque tem refletido muito. Gabriel sobre nessas quest��es das ci��ncias do advogado, da nossa miss��o, que eu acho que n��s todos estamos perdendo isso, pelo menos, das pessoas com as quais eu convivo. Hoje, a gente est�� muito focado na quest��o do mercado e pouco na quest��o da busca do cumprimento da lei e da justi��a social, da ajuda aos mais fracos. Ent��o, a gente, essa coisa, se do meu hist��rico, assim ele puxa muito para isso. Eu tenho refletido bastante sobre essa quest��o e como que a gente vai poder usando a inova����o, a criatividade e as novas tecnologias para a gente poder mudar essa hist��ria, para a gente poder recuperar essa ess��ncia? Eu estudei em em um tempo e l�� assim foi apresentado um livro chamado Onde? Ent��o era. Era essa pegada? Tamb��m. Porque de onde que a gente, onde foi que a gente se perdeu e para vira assim, essencialmente figuras voltadas quase que exclusivamente para o mercado, sem pensar nessas outras quest��es sobre as quais eu mencionei. E estudo �� muito importante, �� ainda nessa sequ��ncia na minha vida profissional e certo �� que eu fiquei l�� na OAB Defensoria P��blica e depois na Antes, na juizado especial, mas eu fui convidado para trabalhar. Vinte sete advogados, eu trabalhei, nos havia sete advogados, mais ou menos. Os oito anos. Foi uma grande escola para mim. Eu tenho uma grande admira����o e carinho por esse escrit��rio. Na ��poca, era o ��nico escrit��rio, assim que fazia grandes opera����es. E lembro que eu entrando l��, assim, com perfil completamente diferentes das pessoas que estavam l��, mas com uma ess��ncia de muita luta. E foi trabalhando que praticamente abandonei a faculdade e s�� trabalhava assim trabalhava E todo mundo l�� trabalhava muito assim, era muito mais focado naquelas quest��es do aprendizado que hoje a gente chama de aprender fazendo do que nas aulas. Hoje est�� muito se tem falado sobre isso, mas na ��poca a gente fazia isso assim, naturalmente, sem precisar sem ter essa ideia, de que do aprender fazendo, e ficamos l�� assim que fiquei l�� nos eventos. Sete nesse per��odo e trabalhando, aconteceu poss��vel. Depois eu fui para a parte trabalhar com um contencioso tribut��rio que acabou virando ali. Era minha linha de de atua����o por muitos e muitos anos com o planejamento tribut��rio. Fiquei coordenador de do dirigente da parte tribut��ria e chegou um per��odo se um per��odo at�� que estava bem triste da minha vida assim e eu fui pedir para o por dele. Sete Para poder me arruma uma experi��ncia internacional, Eu queria sentir essa experi��ncia, todo mundo com as pessoas que trabalham nos a dezessete. Eles tinham oportunidade pelo poder aquisitivo e tal, de ter ido fazer estudado fora e trabalhado por um ano e n��o tinha tido essa oportunidade naquela ��poca, quando as pessoas iam falar assim, n��o ser�� que algum dia vou conseguir e acabou que eu consegui? Assim foi trabalhar no escrit��rio em Dallas, chamada rende em bom Adele conseguiu isso. Para mim foi muito legal Assim essa experi��ncia l�� fora legal em dois sentidos no mercado ilegal, porque assim eu j�� estava em crise com a advocacia, porque eu nunca gostei mesmo, de fato da pr��tica, sabendo ser advogado, de ter fazer peti����es, de ficar sentado. N��o sou uma pessoa de ficar sentado. S��o pessoas de fazer, sabe de realizar meu neg��cio? �� a����o o tempo todo E gente, E a�� ele fica ali, eu e o computador escrevendo pe��as muitas vezes repetitivas, e aquilo me cansado, e me causavam ang��stia. Ent��o eu fiz essa experi��ncia l�� fora, Achei esse imposto vai ser legal demais assim, Longe, que todo um aprendizado para quem j�� morou fora sabe que �� um aprendizado tremendo. Mas temos l�� da advocacia propriamente dita lei, cara, eu n��o consigo fazer isso para o resto da vida. Assim, ficar muito deprimido, se eu tiver que seguir essa linha assim. E a��. A partir disso eu consegui n��s voltar. Eu tinha uma amiga, Claudia Le��o. Se eu j�� tinha trabalhado, prestado servi��o para localiz��, ela me chamou para montar um departamento tribut��rio ligado �� diretoria financeira. E ali eu comecei na localiza, Pediu um tempo antes de voltar, n��o estava nos Estados Unidos, foi para a Europa. Sempre gostei muito de arte E, ali��s, acho que isso tamb��m faz toda a diferen��a. A gente pode falar sobre isso, sobre a quest��o da arte, criatividade, como que essas coisas est��o intimamente ligadas e a inova����o tamb��m. Mas eu fui para Europa, sim, visitar os museus, as feiras e a arte, sabe entender um pouco da cultura europeia. E foi muito importante. Assim, compara����o per��odo posterior, na Inglaterra, que eu fiquei mais visitando os outros pa��ses. Quando voltei, a gente montou esse departamento, eu trouxe Luiza Carneiro, que trabalhou comigo, era estagi��ria, come��ou a trabalhar comigo para montar esse departamento e a gente come��ou a ter sucesso. Ent��o fomos trabalhando e tal. At�� que um belo dia chegou l�� a teve a crise de dois mil e oito e todas as empresas do Brasil passaram por um processo de redu����o de custos e melhoria de processos de gest��o e a localiza tinha contratada Falconi para fazer uma reestrutura����o na empresa inteira, voltado principalmente para as quest��es de redu����o de custos. E ali apresentei um projeto de internaliza����o dos processos tribut��rios. Foi meu primeiro projeto e estava contra o escrit��rio terceirizado. A gente trouxe. Trouxe tamb��m o Luiz Massar��, na ��poca que cuidava dessas causas que ficou e respons��vel por produzir. A gente teve uma economia de um milh��o, trezentos e sessenta mil reais. Assim, no primeiro ano abriu as portas para v��rios outros projetos, hoje na consultoria para empresas e departamentos jur��dicos. Eu digo para as pessoas tragam dinheiro primeiro, sem colocar dinheiro na mesa simples, porque voc��, como vai conseguir convencer todas as outras? N��o o bordo da empresa, as diretorias dos s��cios, os escrit��rios, sabe que aquilo vale a pena ser investido em algumas coisas sem algumas pr��ticas inovadoras. Voc�� faz outros projetos, porque como a gente estava falando aqui h�� pouco assim, o mundo jur��dico ainda �� muito conservador e assim n��o tem tanta aceita����o da melhorando muito, mas n��o tem, n��o aceita tanto nas pr��ticas inovadoras. A gente �� quase que somos os evangelistas a�� de ficar tentando difundir a necessidade dessa mudan��a, principalmente frente aos riscos que a gente v�� que est��o chegando. Obviamente, n��o �� aquela coisa que todo mundo fala de amanh��, O advogado vai acabar. Vai ser substitu��do por um rob�� muito antes, Pelo contr��rio, assim tem, acabava. Ali��s, vai ser cada vez mais valorizado, mas tem algumas amea��as, algumas mudan��as, principalmente na quest��o das atividades mais operacionais que essa sim, deixaram de existir. E a�� tem uma dificuldade dos dos estagi��rios e advogados. Junho �� que eles v��o trabalhar ali naquela base, no come��o. Assim, para poder se tornarem advogados mais experientes podem, de fato, trabalhar na economia digital. Mas tem outras amea��as. Por exemplo, os escrit��rios, como o surgimento e fortalecimento das alternativas ligam seus provadas, que s��o os servi��os jur��dicos alternativos que ganha for��a essa for��a no mundo inteiro, que j�� tem, por exemplo, como as pr��prias Big for, que j�� vem tomando cada vez mais parte do servi��o jur��dico que antes eram feitos realizados pelos escrit��rios e tamb��m plataformas. Como a Acci��n �� uma plataforma de talentos como a eleito. Ent��o come��am a surgir as pr��prias ligou Tex, tamb��m s��o servi��os jur��dicos alternativos. Ent��o tudo isso vira uma amea��a, uma amea��a ainda maior, porque a gente �� um mercado muito regulado em nova OAB pro��be propaganda proibida, nem fazer dos escrit��rios e advogados receber investimento de uma s��rie de limita����es. Ent��o, como competir com plataforma? As empresas hoje exercem servi��os jur��dicos e que est��o recebendo aportes de milh��es de d��lares para investir em intelig��ncia artificial. Por exemplo, se voc�� n��o pode receber um investimento, ent��o isso tudo tem uma amea��a que �� regulat��ria nossa, que a gente tem que come��ar a dialogar com a nossa, com a nossa comunidade, com o nosso ��rg��o de classe nesse sentido, porque se n��o, vai ficar muito dif��cil essa competi����o e tamb��m o ser�� interna para os escrit��rios, por exemplo, tem uma quest��o que �� a a internaliza����o das atividades jur��dicas, que virou uma constante vem se acelerando. Tamb��m v�� um diretor, vice presidente da adega a��rea que um ano dois anos, ele mostrou-se gr��fico de contrata����o de advogados por empresa, governo e escrit��rios. Assim, a empresa ele muito maior no mundo. Ent��o, a gente v�� que essa �� uma tend��ncia. E quando eu converso com pessoas assim elas falam. N��o, esse movimento j�� aconteceu, Ele �� c��clico, Alencar, mas era de outra ��poca. Hoje, com as novas tecnologias, eu n��o sei se esse movimento vai ser c��clico. Ali��s, ningu��m sabe o que vai acontecer. Se imaginada que eles imaginam que aquilo era o mundo do direito, nem abriu h�� tr��s anos atr��s, o que �� hoje e com essa e o que vai acontecer em tr��s, cinco anos, com a chegada do cinco G, por exemplo, com a lei de Moore assim explodindo a��, como �� que vai virar? Que v��o ser todos os servi��os? N��o s�� os servi��os jur��dicos, para onde a gente vai caminhar. Bom voltando l��, localiza assim, s�� fazendo esse par��ntesis a��. Ent��o

Gabriel Magalh��es:   17:17
desculpa enfim ter um cristiano, mas assim escutando uma coisa deveria estar a caixa em que o mundo mudou muito nos ��ltimos anos, S�� que tem advogado que n��o percebeu isso. Tem advogado que tem vinte, tem trinta anos que est�� advogando da mesma forma, eu acho que o que dificulta a trajet��ria sua, que se contou at�� ent��o, que atinge v��rios exemplos de reinven����o, come��ou na defensoria. Depois, mudou por escrito para OAB, depois para o escrit��rio Advocacia, foi para fora buscar experi��ncias. Foi o departamento jur��dico e agora e que vai contar para a gente dar a trajet��ria do livro Design e sempre setenta nas novas quest��es. Cinco hoje, ser�� que isso tem rela����o com a advocacia? Nenhum aparentemente, mas pode ser de ficar cego a essas mudan��as. Talvez a gente vai ser engolido por essas outras empresas. Ent��o tem Lotex. Receber��o aporte milion��rio, que tem escrit��rio que nem sabe que a Lotex, que tamb��m n��o est�� analisando Esses aportes est��o acontecendo. S�� podem ser algumas dessas lotex que, ou v��o aumentar o seu diferencial competitivo. V��o aumentar o diferencial competitivo do seu concorrente, por exemplo,

Christiano Xavier:   18:25
interessant��ssimo, porque estou lendo um livro agora da Humberto. Mariotti chama desafio na incerteza, indicando limpo para todo mundo. E tem uma parte que ele fala se, em todo o mundo. Que a criatividade, todo mundo, que a inova����o, todo mundo quer democracia. Mas isso tudo �� muito dif��cil, porque no final sabe as pessoas querem seguran��a, mas querem metas, sabe? Elas querem previsibilidade. O medo de mudan��a �� muito grande e tem um pre��o a se pagar. Tem um pre��o na ser criativo em inovar, porque isso remete. Gabriel tem feito essa reflex��o. Assim, a escassez v��o pensar, por exemplo, nos povos perif��ricos, que s��o criativos por natureza, mas s��o criativos por necessidade, n��o �� verdade. E tamb��m se voc�� pensar assim que a criatividade ela tamb��m est�� intimamente ligada as quest��es da liberdade e ser livre, d��i tamb��m ser livre. Ele est�� relacionado com a quest��o do auto conhecimento, sabe? Quem j�� passou por um processo de an��lise, sabe o que �� isso? Nesse processo de auto conhecimento, ele tamb��m exige um investimento de intera����o, percep����o, experi��ncia, tempo, dinheiro com as artes. Voc�� tem que investir muito em arte e cultura, m��sica, teatro, cinema. Ent��o exige se muito sabe assim, ��s vezes eu fico vendo as pessoas falando sobre criatividade e inova����o. France mil Deus porque sabia muito mais do que isso N��o �� comprando o livro Oito Passos para se tornar criativo que se vai se tornar criativo os dez passos para inovar Ou ent��o fazer o curso da moda assim tem muito mais coisa do que isso. Ent��o as pessoas t��m, tem esse medo e esse medo �� um medo natural da mudan��a inerente a todo mundo. Vencer essa barreira �� necess��rio neste momento, porque se n��o a gente, esses advogados v��o continuar trabalhando com os trabalhos operacionais, que �� exatamente o que v��o desaparecer, �� l��gico, e muitos ainda ganham bastante dinheiro com isso, fala n��o tenho necessidade dessa mudan��a, n��o vejo essa necessidade. Mas est�� tudo como a gente falou, t�� tudo mudando muito r��pido, A gente n��o sabe como vai ser. Ent��o a gente tem processos muito fortes acontecendo, como �� o surgimento das plataformas de negocia����o, as empresas, cada vez mais olhando, isso sob o ponto de vista financeiro e n��o jur��dico. Ent��o ele olha fala, pega uma carteira trabalhista e fala posti��o aqui. Se eu ficar comigo aqui, se uma d��vida rendendo a doze por cento ao ano, no m��nimo. Mas os custos com os advogados, com investimento meu da doze por cento ao ano, a empresa olha para dentro, fala nenhum tem fazer acordo. O pr��prio Judici��rio tem incentivado com o consumidor gov A tend��ncia �� que tamb��m Alvar havia uma diminui����o do n��mero com as reformas tamb��m acontecendo, liberalizantes. Assim, h�� uma tend��ncia de diminuir o n��mero de processos. Essas pessoas que vivem do lit��gio hoje elas t��m que ficar atentas. Ent��o fica a�� como reflex��o para os advogados mesmo pensarem assim, posto at�� onde eu posso resistir? Ou eu vou abra���� esse novo e seguir nesse novo modelo, tentar entender o que est�� acontecendo e trabalhar essas outras novas possibilidades. Bom, voltando ao ponto assim, ent��o, l�� na localiza e depois Gabriel. A gente come��ou uma s��rie de medidas tamb��m de voltadas a grande produtividade, redu����o de custos. E a�� um belo dia a gente teve uma necessidade tribut��ria de equil��brio. Uma quest��o de piada localiza, e foram duas dezenas de milhares de vinte mil autos de infra����o que a gente precisou defender. E a�� foi quando a gente contratou a plataforma Alex, do Fl��vio Ribeiro aqui e come��amos a fazer o trabalho. Foi nossa primeira experi��ncia real. Fl��vio tinha ido l�� numa reuni��o que a gente chama reuni��o das ideias surgiram para todo mundo. Depois que isso, quinze dias re��ne sua equipe, fala de temas que n��o s��o relacionados com o direito face ao debate na promove um di��logo e a gente teve isso e a gente come��ou a ter contatos por pelo meio da TI com desenhos em que os m��todos ��geis come��am a trabalhar muito para o projeto. Lembro exatamente como o desenho tinha que apareceu no ela num projeto da localiza um rigor focado. Chegou, foi posto, v��o melhorar esse processo. E lembro de todo aquele tanto postiche na parede. Falei assim que que �� isso que est�� acontecendo aqui e vamos ver, n��? Assim que tiver, contratamos mais a�� o Bruno tamb��m n��o. Hoje, meu s��cio da filha Shiloh, tamb��m tinha aparecido l�� para apresentar sem processo, que a gente acabou contratando depois tamb��m, junto com outras plataformas de negocia����o. E tamb��m contratamos porque se ligou na ali diques de contrata����o de correspondente online. Come��amos a criar um n��cleo de inova����o, ent��o assim aquilo deu muita energia e vive a cidade para o time inteiro. Eu costumo dizer se existe um time mais j��nior assim, mas com uma pegada Gabriel de entrega que �� muito dif��cil de se ver. Ent��o o time entregou muito assim, usando a inova����o. N��o porque a gente come��ou a trazer outras coisas, de outras ordens de outras esferas tamb��m, Como

Gabriel Magalh��es:   24:33
trabalhar em

Christiano Xavier:   24:33
equipes multidisciplinares tentar n��o contratar com base no curr��culo e sim com base nas compet��ncias. Ent��o a gente tinha isso l�� atr��s. Ningu��m falava nisso e a��, hoje, olhando para tr��s, quando vejo esses resultados de setenta milh��es de reais em tr��s anos, eu vejo muito mais ligado tamb��m as pessoas do que as novas tecnologias, obviamente muito mais ligada �� capacidade de gest��o do time do que as novas tecnologias, ao contr��rio do que foi falado na ��poca, que acabou ajudando minha carreira. Mas era uma coisa muito mais de gest��o, a gente tinha isso, O time tinha, ele vibrava de forma diferente. Tanto �� que uma experi��ncia transformadora, para todo mundo que hoje muitos n��o est��o h�� mais, acho que a maioria n��o est��. Mas foi muito legal. Sim. Foi transformadora. E ali, naquela pegada, sim. As pessoas come��aram, O Bruno me colocou. Foram as dez pessoas que v��o mudar. O dinheiro que tinham come��ou a afundar e dois a��reo come��ou a ter uma influ��ncia grande no pa��s, No mundo da inova����o. Foi assim. Ele escreveu um artigo para as dez pessoas que v��o mudar o mundo do direito. E eu era uma delas. E a�� ele come��ou a falar posto localiza, Tem um case, foi o primeiro que eles no Brasil assim estruturado, ainda que n��o totalmente estruturado de inova����o. E o Bruno trouxe falou com falando isso as pessoas, as empresas come��aram a�� at�� localiz��, ver o que estava acontecendo. Recebe a gente lado de todas as grandes empresas s��o. Foi, deixou ver vital que que �� isso e ao mesmo tempo foi chamado para fazer palestras pelo pa��s todo. E comecei com essa coisa, de fazer essas palestras e at�� que eu fui convidado para fazer a coleta das tartes. E a��? Minha vida mudou de cabe��a para baixo, porque falando ali para mil e duzentas pessoas, ali��s, eu costumo dizer fund��es, que nunca senti tanto medo na minha vida. Nunca abri aquela porta. Aplicar no que n��o vou conseguir falar de gente importante nesse desafio. E depois da LIC come��ou a minha vida, muito interesse das pessoas, fala. V��rias pessoas v��o procurando com v��rias oportunidades, v��o montar isso, v��o montar aquilo etc. E tal. Quando chegou em agosto de dois mil e dezessete,

Gabriel Magalh��es:   27:12
uma coisa que me desculpe, interrompi por que estava na plateia enquanto dava Alana, no ��mbito da loteria, confronto foi em dois mil e dezessete que o Cristiano foi a pessoa que mais me incentivou E no evento Gabriel t�� acontecendo um movimento muito grande de inova����o e tecnologia. Ningu��m falava sobre isso. Voc�� tem que eu fui eu estava l�� na plateia, fica em todo orgulhoso.

Christiano Xavier:   27:41
Foi assim n��s mudou mesmo a minha vida e a partir dali, mas em agosto eu e a montar um curso por mim, MEC, novas tecnologias e inova����o para melhorar a gest��o jur��dica. E fui Shamell, Rodrigo do Quero do tozzinifreire hoje no Peixe Advogados e o Bruno, o pr��prio Bruno feito casas me ajuda a montar Como j�� tinha feito cursos na perestroika de Friends of Tomorrow, sobre futurismo, j�� estava estudando bastante. J�� tinha comprado o livro. Organiza����es exponenciais livrou de Moraes Lojas j�� tinham. J�� estavam com a pegada. Sim, diz. Eu vou fazer uma coisa diferente carv��o, montar um curso perestroika para o mundo do Direito, levando design levando boa, J�� eu levando gest��es novos modelos de gest��o, se gest��es horizontais, por exemplo. E assim eu e o Bruno Rodrigo virou fl��r por v��o montar, porque a gente monta a Fitch monta uma escola, n��o era chamar valor liga, opinou. vez aplicavam montar beleza dois, tr��s meses, ou voc�� localiza e v��o embora? Cada momento �� esse a��. Uma semana depois o Bruno falou Bruno, sempre qualquer coisa, ele anima tamb��m. N��o demorou muito para frente, sem sempre ligado, querem investir e criar as coisas e montar as coisas. E Rodrigo desistiu em duas semanas e o Bruno me apresentou Alexandre n��o h�� lei E a�� a gente foi l��, me colocado em um carro da educa����o vai ajudar. A gente tem cursos a de ci��ncia, de dados aplicado ao direito, e vamos conversar com ele. A gente foi come��ar com ele ali mesmo, a gente procura ali deu a ideia por um chamado dif��cil Love montar, a gente montou, j�� faz seu primeiro curso, vai ser o curso do pr��pria lei que j�� estava montado. Foi sucesso setenta pessoas no curso de melhor filme, coloca, ter�� um audit��rio e a�� a fazer eu indiquei para esse curso um cara do Serasa Experian. Esse Marcelo Pimenta que foi come��ou a levar o neg��cio do dado. E a Denise, Mineira que crack, A minha amiga que levou o design fez uma jornada de espi��es e a partir dali, a gente montou o segundo curso, a�� sim, o curso lado, a perestroika, que estava imaginando e a gente chamou Pedro Donati, que nunca envolvido com disto, do Ita��, para abrir Ana J��lia, que hoje a rede de transforma����o digital do Telecine. Ent��o, para falar de gest��es baseada no livro, inventando as organiza����es do Frederick Lalor para falar de gest��es horizontais de auto gest��o, de integralidade, disse isso de prop��sito, levamos o Alberto Campos VIP e do Serasa Experian para falar de metros lages, mentalidade ��gil e a da pr��pria Denise. Ela tamb��m foi fez uma jornada, Foi um curso maravilhoso, Povo uma mudan��a para o, porque, assim tamb��m j�� estava incubada no Idepi, porque o Alexandre era diretor do primeiro curso fora do IBP, dentro de um com o outro. Foi maravilhoso. Se as pessoas que passaram por ali passar para esse curso, falar que isso n��o imaginava que isso pudesse acontecer, est�� a��. A gente lan��ou Gabriel, virou um sucesso que �� hoje. A gente est�� fazendo quatro, cinco cursos por m��s, j�� com uma sede nova, patrocinada pela Reuters, o Flickr. Todos convidados que a gente �� um espa��o aberto em S��o Paulo, geralmente tamb��m se quiser assistir uma aula n��o curso inteiro a gente recebe os convidados, j�� estava com curso de l��ngua, tem sinceridade aplicado, direito de analista de dados de loja e do metr��, dosagens a prote����o de dados de trezentos e sessenta, uma experi��ncia assim, que s��o v��rios cursos e est�� com a ideia de nossa. Agora, quatro cinco cursos, mais um curso online, mais esse grande evento que a gente vai fazer agora no final do ano voc�� est�� muito bem, se cresceu muito E sem falsa mod��stia. Eu acho que a fisiologia saudita, assim saber que quando a gente tudo que a gente falou e fez, foi realizando, virou tend��ncia se no mundo do Direito. E eu acho legal que isso d�� mais para a gente, mais ainda a responsabilidade. Porque assim a regra est�� subindo assim Quando a gente come��ou n��o tinha ningu��m praticamente. Hoje s��o v��rios cursos, e j�� entrando agora na parte do livro Design e eu sempre apaixonado por essa coisa da gest��o, principalmente da gest��o de gente. Eu montei uma consultoria l�� no come��o da Fitch. Fishlow nasceu como consultoria e educa����o posteriormente por modelos de neg��cios. Disputou s�� para ficar com educacional. Na ficha longa eu fui montei ali. Depois, com a lei, uma consultoria trazendo j�� os conceitos de design. N��o se n��o se ouvia falar muito ainda. Apesar de que tinha tempo, a gente pegou esse nome l��, distingue do livro disse Levy. Mas essa coisa era muito vaga. Tanto �� que se come��ava procurar sobre liga o design e tentam uma artigo interessante, um dos primeiros que li falavam assim Botafogo desligou. Ligou Gui��azu, que assim eu achei muito interessante. Se esse artigo que se cada um servia se as pessoas que eram consideradas expoentes da ��rea, cada uma falava uma coisa, um fala n��o �� o desenho tim que, em alta n��o �� um m��todo centrado nas pessoas. Resolu����o de problemas, n��o outra resolu����o de problemas complexos centrada, pessoa, O que tinha de como era sempre a centralidade no ser humano. Ferramentas? Cada um falava que era de um tipo, assim n��o. Ainda n��o havia um consenso. At�� porque, estudando hoje Gabriel. Assim essas nomenclaturas ela servem, assim como uma base n��o tem que seguir. Eu acho que �� uma metodologia ou metodologias. Estava a grande quest��o �� assim como vou resolver esse problema a�� sim, focado no ser humano? N��o precisa dessa necessidade? que as pessoas t��m na gente tem necessidade de flexibilizar as coisas nos fen��menos. Ent��o a gente quer falar se a liga, o desenho a isso. A experi��ncia �� isso. Poxa, porque a gente n��o pode s�� trabalhar essas dores usando sem ferramentas sociais dos tim que enfim, de qualquer uma dessas ferramentas que surgem, mas sim colocando equipes a�� um componente novo tamb��m. Nesse sentido, a centralidade obviamente no ser humano, mas trazendo equipes multidisciplinares que a�� que eu acho que faz toda a diferen��a, principalmente para n��s advogados que n��o estamos acostumados a trabalhar com o pessoal do tribut��rio que sempre trabalhou. Computadores, pessoal, financeira, consultoria tamb��m. Mas assim geralmente a gente n��o sabe muito, trabalha muito com a multidisciplinaridade. Ent��o no mundo hoje, que precisa cada vez mais de um designer, nem que seja para construir um produto, seja para melhorar um servi��o, essa figura se tornou essencial. Ent��o, hoje tamb��m, depois de a consultoria eu montei a impacto Faltado, liga Anal��ticas. Agora eu estou com sidecar liga seus designs fazendo projetos. Assim, muitos projetos e a gente faz nesse sentido assim, trazendo, tentando trazer a coisa, Assim poderia se pratica. As pessoas podem entender a gente tem acabou de fazer, por exemplo, na semana passada, juntando o escrit��rio Coimbra Chaves o Banco Volkswagen, Este �� um des��gnio da DTE e a gente numa sala para resolver uma grande dor do banco. E isso �� muito legal porque assim olha �� muito experi��ncia na experi��ncia, trouxe o cliente, trouxe um facilitador da banda e um gerente projetos digitais, trouxe os advogados e a gente trabalhou em outras esferas. E �� s�� o come��o, a gente agora est�� fazendo, come��am na parte de automa����o porque a remontar o produto mesmo e assim para. Assim, como a interessante �� como isso muda E como isso gera valor. E o mais legal assim que tem um v��deo, depois as pessoas v��o poder assistir que nos depoimentos as pessoas falam sem olha, eu tenho vinte e cinco, vinte e cinco anos na ��rea eu nunca vivenciei isso tem quarenta e um anos na ��rea do que vivenciei isso? Eu tenho oito anos de praia na perda, voc�� e assim nunca vi vencer. Isso �� uma empresa internacional, e assim outros pa��ses tamb��m. A�� trazendo, ligou, virou, ele tem v��rias ramifica����es para sempre, como o pr��prio vigia. Lona tem esse desenvolvimento produto a gente j�� fez, por exemplo, na Ticiana Centauro. Reestrutura����o inteira do do departamento, chama de plano de inova����o usando Foi muito legal Gabriel, que a gente usou dois bonequinhos de brinquedos de todas as idades. Ali, as pessoas constru��ram. Chamava Storytelling. Construir uma ADEN��ZIA. Ela trouxe isso para a gente, ajudou a montar esse plano de inova����o.

Gabriel Magalh��es:   37:50
E a�� a

Christiano Xavier:   37:50
gente usava. As pessoas montaram uma ��rea ali, como ela era, com todos os seus problemas, todas as suas dores e no l��dico, e todo mundo fala tudo, Geralmente, O que eu quero diferente nessa t��cnica era �� diferente. �� que assim as pessoas que vivenciam os problemas, elas s��o convidadas a participar e n��o ficam s�� a cargo dos gestores. Ent��o, todo mundo falava os problemas. Depois tirava esse papel e colocava um outro. Assim faleceu. Agora desenha com os bonecos como �� que seria um mundo ideal? Logicamente, as pessoas querem quase que tudo automatizado e tal. E as tecnologias n��o est��o t��o longe de entregar tudo que as pessoas ou acham que entrega, est��o tudo o que imaginam que a tecnologia possa entregar. N��o est��o entregando muito em raz��o da falta de investimento. Hoje est��o melhorando tamb��m assim que as lot��ricas t��m assentos at�� que s��o grandes a ficha e comparar com Fintec, por exemplo. Sim, Essas empresas recebem hoje muitos aportes. Nem at�� bilion��rios em compara����o se apega em compara����o dos investimentos. Hoje, Lotex s��o muito baixos, ent��o se encontra menos investimento, menos a capacidade de se desenvolver. Embora j�� tenha se desenvolvido muit��ssimo, ent��o a gente fa��a esses. A gente fez esses trabalhos, depois entra numa fase aprofundamento e tal usando tamb��m t��cnicos chama problema frame, como tamb��m uma consultoria tradicional, como tamb��m ali, aplicando alguma loteca no meio do caminho para automatizar algum processo no final para informatizar as pr��prias peti����es, fazer trabalho de liga anal��ticas, etc. Usamos tamb��m para fazer o livro anal��tico, que �� a captura de big data. Geralmente compra dados coloca isso, n��o planejam junto com faz a compara����o com os dados da organiza����o, ele a gente extra em sites para as pessoas para as empresas poderem fazer os preventivos para fazer ent��o, ali na pr��xima gera����o de processos, n��o existir essa essa e essa nova gera����o de processos. Na verdade, ent��o voc�� come��a a criar ali �� quais s��o seus problemas em quais s��o as causas raiz e todos os seus problemas. E quanto que se vai gastar em cada em cada causa raiz dessa ele? Dali para frente a gente constr��i, preventivo e para tr��s, a gente faz um trabalho de negocia����o do passivo, que gerando muito valor. Outro tipo de trabalho que a gente est�� fazendo e eu tamb��m, usando o design, ligou o banho, que �� tamb��m uma car��ncia grande do dos escrit��rios de advocacia, A pr��pria gest��o de m��dias e produ����o de conte��dos, principalmente em raz��o dessa proibi����o da OAB. Assim tem um limite que �� dif��cil ele de voc�� trabalhar com isso. Tem tamb��m trabalhos de disse que eu acho que vai ser a pr��xima onda de todos os escrit��rios, departamentos, jur��dicos, porque vem uma coisa dessa intera����o, de tentar entender, de n��o construir como �� feito atualmente. Assim, as coisas de dentro para fora sim, de olhar para seus processos de gest��o e trabalhar neles e depois tentar buscar o cliente. Eu trabalho assim. Eu fa��o meu documento dessa forma e �� isso aqui, e, sim, com gastando muitas vezes, recursos necess��rios, porque muitas vezes os clientes n��o querem aquilo. Ent��o a gente faz esse trabalho, de tentar entender essa jornada do cliente com todos est��o de pontes, Como �� que ele nem atendido? Como �� que a experi��ncia dele percebida dentro da organiza����o? Ent��o a gente tem trabalhado feito trabalhos nesse sentido de tentar entender quem �� esse cliente. Primeira coisa, quem esse cliente, quem �� cliente ser�� com cliente. V��o se porque �� um escrit��rio que atende mineradora, plano de sa��de tal Ser�� que o mesmo perfil? Ser�� que eles querem receber a mesma coisa? Quem �� o comprador de servi��os jur��dicos, o suprimento, o diretor jur��dico, se eu o ser foquem, que �� o comprador, a gente come��a a trabalhar essas personas como a gente fez trabalho tamb��m de entender a persona juiz, juiz tamb��m Um trabalho de vigiou em que aquele que ele quer receber essa peti����o como como �� que a gente facilitaria o trabalho dele. Ent��o, olhando todo esse trabalho assim, acho que isso nunca se viu em si, �� uma um produto e que vem com tudo agora pela frente. Eu acho que as hist��rias v��o focar. N��o s��o v��rias coisas Gabriel assim, para para resumir muito legal que design tem entrado no mundo do direito e tem entrado cada vez mais com for��a n��o s�� no mundo do direito, mas, como todas as organiza����es em todas as ��reas, tem passado, tem incorporado design mais ou menos legal que h�� dez anos atr��s, no timbal da Aids, escreveu o livro, sistematizando o desenho. Com isso ia ser e a causar uma grande mudan��a nas organiza����es dali para frente. E �� verdade tem causado muitas muitas mudan��as. As pessoas ficam felizes de participar. Elas ficam felizes de tentar imaginar o seu centro, pensar o outro no centro. Isso tudo vai causando essa coisa que a inova����o traz mais positivo. Que essa expectativa de que a gente possa viver num mundo melhor, porque hoje, como a gente tem vivido no mundo muito conflituoso e cada vez mais dividido a nossa grande esperan��a, al��m de ser as novas gera����es, esse novo tipo de trabalho sabe que novo, que traz as pessoas para, para realizarem algo que fa��am sentido para elas e para para a comunidade, para o mundo, como a gente vai melhorar as grandes quest��es do mundo. E o design vem para isso, sabe a gente como pessoas do mundo do direito. A gente tem que usar isso para para as quest��es de como a gente vai promover essa justi��a social. Como �� que a gente vai olhar para essas pessoas? Porque �� legal, a gente obviamente trabalhado nas grandes organiza����es, as grandes empresas, grande escrit��rio, fazer todo esse tipo de trabalho. Mas assim fica a pergunta seguinte sempre essa coisa senti. Como �� que a gente vai melhorar a sociedade? Talvez assim o meu cair, acreditar e trabalho para isso. Assim, mudar as organiza����es para que elas possam mudar a sociedade. E a gente v�� isso acontecendo. As organiza����es tamb��m tem se transformado. Tem abra��ado quest��es, por exemplo, como a diversidade mais mais fortemente nos ��ltimos tempos, quest��es de sustentabilidade tamb��m de preserva����o do meio ambiente. E eu acho penso, acho. N��o tenho certeza sobre o qu�� o design Liga design. E pode contribuir muito com a comunidade jur��dica do mundo geral de um modo geral

Gabriel Magalh��es:   45:34
muito valioso que se est�� trazendo para a gente. Cristiano Eu vejo muito design, n��o concordo com isso. Mas �� como se fosse assim um ato de voc�� assume responsabilidade das coisas. Porque em geral assim o cliente, ao chato, t��o grande parte escritor, advocacia, tem o apito ele de reclamar do cliente, que o cliente deixar nenhum tipo de chato Da mesma forma que o departamento jur��dico, A pessoa como rela����o n��o leva tamb��m �� chata. Mas ser�� que �� isso mesmo? Os entendeu Bem que esse cliente fosse entendeu bem quais s��o os problemas dele. Quais s��o as necessidades dele que ele espera de voc��? Isso voc�� come��a a ter. Se essa empatia pelo outro, voc�� consegue come��ar a desenvolver melhores solu����es e um perigo para quem n��o est�� fazendo isso �� porque a gente est�� ficando cada vez mais habituado a ter isso em que veio os bancos digitais, por exemplo. Est�� crescendo numa velocidade exponencial, porque eles v��o fazendo basicamente ter empatia pela pessoa que cria um novo correntista do banco, o que os bancos tradicionais pouco tiveram ali desde exist��ncia. E a gente tem o Netflix instinto, pode faz, tem um banco digital, e a gente est�� sendo tratado por advogados da mesma forma quarenta anos. Ser�� que isso ainda vai continuar acontecendo? J�� tem alguns poucos advogados que est��o consumindo conte��dos, como voc��, que tem escrit��rio, depois de que este, que agora que j�� est��o come��ando a aplicar, ligou oferecendo servi��os e muito melhores porque, quando voc�� o seu cliente e realmente entende a sua jornada, entende O juiz entende todo mundo ali, voc�� consegue ter clientes mais fi��is, fomenta ao boca a boca, que �� a principal forma de aquisi����es. Clientes que acontece no direito e, al��m disso, produzir conte��dos que podem ser interessantes para esses para esses seus clientes. E ent��o se tinha v��rias ferramentas avan��adas como Cristiano trouxe para a gente. Liga anal��tica se pode buscar lotex e pode buscar automa����o de documentos. A resolu����o de disputas online tudo depende, l��gico muito voc�� entender seu cliente de seus maiores problemas. Mais acho que a mensagem central �� isso. Empatia pelo pelo outro, ele n��o se ser, concorda com isso. N��o

Christiano Xavier:   47:58
concordo totalmente, sim. A quest��o da escuta gratuita. Uma escuta na Gabriel, nasceu no final das contas. A gente escuta pouco, a gente fala muito, escuta pouco e escutar tem muito a ver com essa quest��o da empatia. Naquela escuta ativa, enriqueceu qualquer desejo do outro. Isso talvez uma das coisas mais importantes, e a gente tem assim, n��s somos l��deres assim nas nossas organiza����es. A gente tem esse esse papel que eu costumo dizer acerca da pr��pria coisa do Leste. Decide expandir a consci��ncia de trazer novos olhares para a inova����o jur��dica para a pr��tica jur��dica. Que novos olhares s��o esses. Tudo isso tudo isso que a gente disse. A empatia �� a multidisciplinaridade, �� a quest��o da diversidade. Hoje, em clich��s e botou todo mundo, fala isso, pouca gente, pr��tica, quando voc�� chegou, a gente estava conversando em um cofre que eu falei Cara, hoje, a gente est�� promovendo o que a gente chama de inova����o aplicada ou inova����o sem espuma? Porque tem muita gente falando sabe pouca gente aplicando muita gente falando de diversidade, mas na hora que voc�� v�� aqui, pelas n��o s��o diversas. Ent��o, �� um pr��prio entendimento Sabe ter esse novo olhar mais. Mais do que isso �� come��ar a agir, sabe agir nessa mudan��a. E isso �� muito dif��cil, porque o que a gente falou tamb��m Gabriel. Assim, dessa resist��ncia, esse novo ent��o, se esse medo e o medo paralisa, s�� que agora �� hora habite atravessar esse fantasma estava atravessar esse fantasma e abra��ar esse novo mundo, sabe, A gente precisa de pessoas dos advogados de cada vez. Mais assim sabe engajados na quest��o da melhoria das condi����es de vida da popula����o de um modo geral, principalmente aqui no pa��s, onde a gente est�� vivendo uma realidade, a gente vive. Essa �� uma realidade de crises pol��ticas e pol��tica econ��mica. H�� muito tempo. Ent��o, que tem causado efeitos de divis��o da sociedade e a gente precisa sabe trabalhar esse novo, a gente precisa trabalhar de novo, a gente precisa estar engajado, A gente precisa ajudar o Judici��rio de alguma forma, Sabe que precisa dialogar com CNPJ, com os ministros, com os desembargadores, sabe com quem controla a justi��a, a pr��pria ela. Se, por exemplo, podem organizar para os tribunais, podem organizar os seus dados para as pessoas poderem tentar, de alguma maneira, contribuir com o conhecimento que elas t��m para gerar. Para a gente ter uma justi��a menos litigantes e mais produtiva e mais atenta, com mais empatia pela pelo, pelo ser humano. Ent��o �� isso sim, eu acho que tem uma vis��o muito otimista. Gabriel ��s vezes atrapalha um pouco, mas muito otimista com rela����o. Sabe a nova as novas gera����es. Eu estava fazendo uma palestra, agora, sexta feira passada na Federal, e onde se falar eu pedir para ouvir as pessoas assim e foi legal, assim sabe Voc�� v�� assim que j�� tem essa preocupa����o. Essa preocupa����o �� maior do que na minha gera����o, no sentido de melhorar seu. Onde eu posso contribuir? A l��gica est�� todo mundo querendo ganhar grana, todo mundo querem ter sucesso. Ser uma n��o mudou nesse sentido. Mas o que mudou? Saber esse componente de que cada vez mais gente est�� vindo para construir essa nova sociedade? �� nisso que eu acredito no disco, em apoio! E acordo Todo dia fala, poxa, v��o. Porque tem uma coisa daquela revista trip que eu gosto muito, que fala assim naquele trip transformadores em S�� vai ficar bom quando acabou para todo mundo. E eu acho que a gente tem que ir nesse caminho sim, pois v��o fazer ficar bom para todo mundo.

Gabriel Magalh��es:   52:31
Liga! A gente come��ou l�� no in��cio nessa contando um pouquinho de como que foi para voc�� implementar as mudan��as em voc��, deu. A dica de primeiro, mostra o dinheiro mostra o resultado em dinheiro para a empresa que aos poucos voc�� vai ganhando mais responsabilidade, mais confian��a para tocar novos projetos com a inova����o, em que acaba que o povo de que este falando muito de prop��sito falamos de arte e de cultura. E como que essas coisas se misturam? N��o significa que voc�� tenha bons resultados em dinheiro. Voc�� precisa de esquecer o seu prop��sito. Talvez pelo contr��rio, se voc�� tem um prop��sito bem definido, tem claro tudo isso. Fica mais f��cil voc�� sentir empatia pelo outro e naturalmente conseguir busca as melhores solu����es para para aumentar a efici��ncia e do seu escrit��rio, do seu departamento jur��dico para a gente, encerra Cristiano. Voc��, um professor Ent��o ao longo do do epis��dio de hoje, as hist��rias �� muito rica, se trouxe muitos conceitos muito avan��ados em alguns pontos e muitos conceitos talvez distantes para o escrit��rio. Est�� come��ando agora. Assim Tipo ligou anal��tico queria, tem duas perguntas assim para o escrit��rio, que ainda tem uma estrutura se em grande de uma localiza de um escrit��rio, grande porte, as escrit��rio pequeno. Assim que se acho que escrit��rio poderia t�� fazendo, amanh�� tem alguma tecnologia com significaria ele e o segundo ponto, se voc�� se voltar l�� atr��s, quando voc�� advogado lado os eventos sete Que se faria diferente assim que se dirigia. Para um advogado que tem uma carreira tradicional,

Christiano Xavier:   54:14
dif��cil, o escrit��rio est�� come��ando. Gabriel assim, principalmente para o escrit��rio composto, obviamente de pessoas para essas pessoas. Eu costumo dizer o que eu dizia para o melhor para o meu time porque assim, antes de qualquer coisa assim expandam o seu olhar, expanda sua consci��ncia, procure coisas que agreguem. Assim como por exemplo, a gente falou aqui da quest��o da arte. Ent��o assim consumo, literatura, consumo, bons filmes, dos bons diretores de cinema, boa m��sica, teatro, muitas vezes at�� para as pessoas que n��o podem pagar, tem muita coisa gratuita. A gente sendo curioso ou de baixo custo, n��o est��o aqui nas pra��as de Belo Horizonte. A gente v�� muitas coisas gratuitas, bem legais. Ent��o assim abra��a isso, sabe? Abra��a esse novo cursos online gratuitos? Pode quer como seu como da frilot, conte��do da frilot da B dois W E tem muita gente produzido. O pr��prio ligou tamb��m,

Gabriel Magalh��es:   55:28
A gente tem

Christiano Xavier:   55:29
conte��do produzido, artigos, ent��o assim tem muita coisa para ser consumir. A primeira coisa �� assim aprender aquela coisa. Qual vem? Toffoli fala, fala aprender, desaprender e aprender de novo, Ent��o esse �� o primeiro ponto. Assim, vamos adquirir conhecimento partindo disso, de expans��o do olhar e depois tamb��m uma mistura, e com as quest��es do entendimento do que a inova����o no direito Duque. Quais os impactos que as novas tecnologias podem trazer para a carreira e para o escrit��rio foco na melhoria da gest��o. Tamb��m. A gente viu um gap muito grande nas organiza����es de todos os tamanhos. Na gest��o, a gest��o �� muito importante e muito mais do que a t��cnica. E se a t��cnica obviamente essencial. Mas voc�� sabe um entendimento de conceitos de receita, despesa, custo, investimento, ainda que pequeno, investimento pr��prio nas m��dias sociais, associou Selim. Mas se posicione de alguma maneira produz artigos que as pessoas v��o querer ler, imagina a pessoa passa por algu��m a se publicar. Ser�� que esse tipo de linguagem, linguagens mais acess��veis? Hoje as pessoas est��o acostumadas. A lei �� por causa da quest��o da mudan��a de paradigma. Per��odos curtos, linguagem mais r��pida, ent��o comecem a produzir esse tipo de co de conte��do para o escrit��rio. Cuidem das pessoas. Cuidem das pessoas que a gente chama de incluir experience experi��ncia do empregado que tive, como que voc�� est�� trazendo essas pessoas para l�� junto com voc��. O que voc�� est�� passando para elas �� verdadeiro. N��o �� verdadeiro. Sabe, Eles v��o vir. As s��cias, de fato, n��o vir�� s��cios acessou um discurso, sabe www Elas falam. Agora n��o vai vir a s��cia. Mas voc�� vou te dar toda oportunidade voc�� ser um belo advogado e voc�� cumpriu o seu prop��sito. Ent��o tem v��rias coisas que possam o escrit��rio possa fazer. De repente no escrit��rio e de pequeno m��dio porte de queria uma nova tecnologia para tentar testar, fazer uma poque, perdeu o medo tamb��m Acho que s��o essas as quest��es principais. E a outra pergunta era o que eu faria que se eu voltasse l�� nas a vinte sete, na verdade, Gabriel, que eu faria l�� atr��s na minha vida. Ali��s, a Itabira j�� vem de picol�� os sete anos de idade, qualquer pinguim reconhece. Depois a gente vendia jornal para a��ougue para comprar figurinhas da Copa do Mundo, do Campeonato Brasileiro e outro setor. Ent��o a gente, minha m��e, teve loja tamb��m sempre empreendeu. Eu dependo muito de n��o tem empreendido logo quando comecei a minha carreira, logo quando come��ou a sobrar algum dinheiro assim l�� atr��s. Depois eu passei a aconselhar isso. As pessoas na localiza cara empreenda assim, empreendam assim n��o, n��o tem um plano B sempre tem um plano B, porque o empreendimento o empreendedorismo, ele traz coisas. Eu assim que a gente que ajudam muito a melhorar a pr��pria carreira. Mesmo que voc�� seja um empregado a vida inteira, o que eu n��o acredito que eu acho que acredita na sociedade, vai mudar. Essas pessoas v��o ser convidados a trabalhar como projetos. E o tipo de um emprego como a gente v�� n��o vai. N��o vai existir mais, at�� por isso, mas assim comecem assim a gastar um pouco de tempo sabe nem que seja vendendo brigadeiro. Sabe tentando fazer um carrinho, choque, ceia, se empreendeu de alguma forma? Fa��a alguma coisa que voc�� goste, assim que tiver est��mulo de acordar no dia seguinte, porque estou trabalhando, estou produzindo, mas estou entendendo esses conceitos sobre as quais a gente mencionou receita, despesa, custou, enfim, um pouco de entendimentos. Contabilidade s�� ajuda muito assim, sabe partir para o empreendedorismo. E tudo isso que eu falei antes, tamb��m procurou outros escrit��rios, lancem adquiram cultura de que n��o h�� arte, vivam esse novo e abra��a o mundo nesse novo mundo. Essas coisas est��o chegando sem medo.

Gabriel Magalh��es:   1:0:10
Decis��o Ent��o, ter a oportunidade de estar aqui vem do Cristiano, mas legal de velho, falando que o olho dele brilha. E eu acho que esse �� um epis��dio que faz o olho de todo mundo voltar a brilhar em se conectar com com prop��sito essas quest��es importantes. Muito obrigado. Cristiano pela sua presen��a tinha certeza que eu estou COI, diversas colegas, advogados e advogadas com conceitos avan��ados, mas ao mesmo tempo voltando para essas quest��es em que s��o muito importantes e muitas vezes esquecidas. Eu queria muito agradecer voc��, colega, advogado, Qual �� a advogada que est�� a�� novamente presente conosco em mais um ponto de destaque da Fil��? Se voc�� gostou do epis��dio em que convida para que voc�� compartilhe esse epis��dio com outro colega advogado, tamb��m deixei o conv��vio. Onde voc�� estiver assistindo, dar uma avalia����o para a gente. Isso �� muito relevante para a gente, tamb��m envia para a gente. Selfie de Becky sua sugest��o para pr��ximos epis��dios? Quais temas voc�� gostaria Se voc�� gostaria que diferencia algo diferente? Se voc�� tem mais alguma pergunta para fazer por Cristiano e fora isso os contatos todos o Cristiano, eles est��o aqui na descri����o do epis��dio? Questiona muito dispon��vel. Tem certeza que vai ser um prazo, est�� conversando com todos voc��s, e o convite final para todos �� vamos para a a����o, nem falou isso e em alguns outros epis��dios em quase todos em que fala isso, mas ��s vezes uma foi pequeno. Como tem um pequeno neg��cio em paralelo, a advocacia j�� pode trazer fazer com que voc�� conseguiu sensibilizar a todos esses conceitos e de uma forma muito mais interessante. Ou ent��o, dentro do seu pr��prio escrit��rio de integrar P��s-, pr��pria advocacia facial conectado isso mas parta para a a����o. Certamente com isso que voc�� vai conseguir aprender, ent��o busca a�� j�� o criar uma persona do seu escrit��rio para que se entenda melhor. Seu cliente j�� come��a a aplicar esse conceito Smile Design brilhantemente para a gente! Muito obrigado e a gente se v�� novamente na pr��xima quarta feira.